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Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM)

Nov. 1 2019 — 6:30p.m.

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PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 1/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS REVISÕES TE: TIPO A - PRELIMINAR C - PARA CONHECIMENTO E - PARA CONSTRUÇÃO G - CONFORME CONSTRUÍDO EMISSÃO B - PARA APROVAÇÃO D - PARA COTAÇÃO F - CONFORME COMPRADO H - CANCELADO Rev. TE A B 0 1 Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data EMISSÃO INICIAL TTE/LC/ RMI OVC/ CLP/ SIC OVC OVC 06/04/18 C APROVADO PELO CLIENTE TTE/LC/ RMI OVC/ CLP/ SIC OVC OVC 24/04/18 C ALTERAÇÃO NOS ITENS 3.1 E 10.1 TTE/LC/ RMI OVC/ CLP/ SIC OVC OVC 09/07/18

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 2/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 5 1.0 APRESENTAÇÃO E OBJETIVO .................................................................................. 5 2.0 IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM .............................................................. 6 2.1 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR .................................................................... 6 2.2 LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS ......................................... 7 2.3 LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS ........................................ 8 3.0 DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM ....................................................................... 9 3.1 DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO ....................................................................... 9 3.2 DESCRIÇÃO DOS ACESSOS ..................................................................................... 9 4.0 DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (NÍVEIS 1, 2 E 3) ................................................................................................................... 12 4.1 DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ...................... 12 4.2 CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA ................................................... 15 5.0 AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA................................ 16 6.0 DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS................ 20 6.1 DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS ........................................... 20 6.1 DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS............................................. 21 7.0 RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ................................................................................................................ 23 8.0 PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA............................ 25 8.1 FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO ........................................................................... 25 8.2 NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO ............................................... 27

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.0 Nº VALE PÁGINA 3/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA .............................................. 28 9.1 RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 28 9.2 RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 29 9.3 RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA .......................................................................... 30 9.4 RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL .............................................................. 35 10.0 SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO .................................................................. 36 10.1 ESTUDOS HIDROLÓGICOS ...................................................................................... 36 10.2 DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE RUPTURA 37 10.3 PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A JUSANTE 38 11.0 ANEXOS/ APÊNDICES ............................................................................................... 41 11.1 MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 – ESTADO DE CONSERVAÇÃO) ........................................................................................................... 42 11.2 DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA .......................................................... 43 11.3 DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA ....................................... 45 11.4 AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM...................................... 47 11.5 PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM ........................................................ 52 11.6 PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM ................................................................... 54 11.7 DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO ................................................ 54 11.8 REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM ..................................................... 55 11.9 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 ....................................... 56 11.10 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 ....................................... 61 11.11 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 ....................................... 66

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 4/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS 11.12 CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS .................... 71 11.13 MAPA DE INUNDAÇÃO ............................................................................................. 72

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 5/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS INTRODUÇÃO Este documento atualiza e revisa os documentos anteriores, dentro de um processo de melhoria contínua, à luz da Portaria n° 70.389/2017. Considera-se, portanto, que as versões protocoladas anteriormente estão canceladas e substituídas pelo presente documento. Considera-se o Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM) um documento técnico e de fácil entendimento, elaborado pelo Empreendedor, no qual estão identificadas as situações de emergência em potencial da barragem, são estabelecidas as ações a serem executadas nesses casos e definidos os agentes a serem notificados, com o OBJETIVO DE MINIMIZAR O RISCO DE PERDAS DE VIDAS HUMANAS. 1.0 APRESENTAÇÃO E OBJETIVO O Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (Volume V do Plano de Segurança de Barragem) é um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar e classificar situações que possam pôr em risco a integridade da barragem, e, a partir deste ponto, estabelecer ações necessárias para sanar as situações de emergência e desencadear o fluxo de comunicação com os diversos agentes envolvidos.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 2.0 2.1 Nº VALE PÁGINA 6/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR Tabela 2.1: Identificação do Empreendedor. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR Nome da Estrutura Empreendedor CNPJ Endereço – Sede Administrativa Telefone – Sede Administrativa Diretoria Departamento Complexo Mina Município Barragem Sul Superior VALE S. A 33.592.510/0447-98 Fazenda Gongo Soco, s/nº - Zona Rural - CEP 35.970-000 (31) 3833-6473 Diretoria Executiva Ferrosos e Carvão Operações Ferrosos Corredor Sudeste Mariana-Brucutu Gongo Soco Barão de Cocais Estado Minas Gerais Tipo de Minério Ferro CONTATOS DO EMPREENDEDOR Função Nome Gerente Executivo Fernando Carneiro Telefone (31) 99511-8655

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 2.2 PÁGINA 7/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência internos dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência. Tabela 2.2: Contatos emergenciais internos – Comitê de Gerenciamento de Emergência. Versão do Documento para Protocolo 3 Responsável pelo Documento Fernando Carneiro Data 24/04/2018 CONTATO PRIORITÁRIO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Centro de Controle de Emergências e Comunicação (CECOM) Central de Atendimento (24 horas) 0800-285-0193 Ramal 193 (uso somente interno à Vale) EMPREENDEDOR, COORDENADOR E EQUIPE DE SEGURANÇA Empreendedor Fernando Carneiro (31) 99511-8655 Coordenador do PAEBM Juliano Reis (31) 99957-0570 Rodrigo Lisboa (31) 99804-4126 Maurício Lemes 0800-285-0193 Ramal 193 (uso somente interno à Vale) Geotecnia Ricardo Leão (31) 99964-4001 Meio Ambiente Ricardo Oliveira (31) 99855-3581 Operação e Manutenção Francisco Lopes (31) 99802-9361 Segurança Empresarial Wancleber Mussel (31) 99819-2247 Apoio e Logística Juscélio Frade (31) 99950-5687 Comunicação Luciene Cristina (31) 99962-9670 Jurídico Solange Costa (31) 98418-8656 Recursos Humanos Núbia Ferreira (31) 99644-0702 Segurança do Trabalho Alexandre Nagata (31) 99719-3398 Saúde Ocupacional Daniel Penna (31) 99801-2946 Coordenador do PAEBM Suplente Centro de Controle de Emergências e Comunicação (CECOM)

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 2.3 Nº VALE PÁGINA 8/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência externos dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência. Tabela 2.3: Contatos emergenciais externos – Comitê de Gerenciamento de Emergência. CONTATOS EXTERNOS Elemento de Notificação Nome do Responsável Telefone DNPM - Nacional Titular: Victor Hugo Froner Bicca (Diretor Geral) (61) 3312-6996 (61) 3312-6973 DNPM – Minas Gerais Titular: Pablo César de Souza (31) 3194-1200 Defesa Civil Nacional (SEDEC - Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil) Titular: Renato Newton Ramlow (Secretário) (61) 2034-5513 Defesa Civil Estadual Titular: Fernando Antônio Arantes Cel PM (Coordenador) (31) 99818-2400 (31) 3236-2100 Semad - Secretaria de Estado de Meio ambiente e Desenvolvimento Sustentável Prefeitura Municipal de Barão dos Cocais Defesa Civil Municipal Barão dos Cocais Núcleo de Emergência Ambiental - NEA (31) 99822-3947 (31) 99825-3947 Décio Geraldo dos Santos (Prefeito) (31) 3837-7660 (31)3837-3060 Rogério Vidal Bastos (Presidente da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil em Barão dos Cocais e Secretário de Meio Ambiente) (31) 3837-7602 (31) 98454-6179

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 3.0 Nº VALE PÁGINA 9/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM 3.1 DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO A Barragem Sul Superior está inserida no município de Barão de Cocais/MG, na Mina Gongo Soco, pertencente ao Complexo Mariana-Brucutu, administrada pela empresa VALE. As principais características da estrutura estão listadas na Tabela 3.1. Tabela 3.1: Dados Gerais da Barragem Sul Superior. Dados Gerais Localização (m) 646.814 E e 7.791.205 N (SIRGAS 2000) Finalidade Contenção de rejeitos e sedimentos. Cota da Crista (m) 962,40 NA Normal (m) 954,90 Altura da Barragem (m) 83,0 Volume do Reservatório (m³)* 9.405.392 Tipo de Seção Drenagem Interna Barragem constituída por alteamentos a montante, com diques de itabirito friável (apoiados sobre praia de rejeitos). O último alteamento por montante, implantado em 4 etapas, é formado por solo itabirito ou solo coluvionar da área de empréstimo. Existe uma linha de dreno horizontal profundo e drenos de alívio ao pé do maciço inicial. Nos alteamentos existe tapete drenante sobre a praia de rejeitos. Na última fase de alteamentos foi implantado filtro vertical e tapete drenante tipo sanduíche. Instrumentação Piezômetros, indicadores de nível de água e marcos superficiais. Estrutura Vertente Vertedor tipo poço-galeria constituído por tomada d'água em torre de queda retangular, galeria em bloco retangular conectada a uma tubulação em Armco, implantada na ombreira direita, passando sob o maciço dos diques de alteamento e seguindo por um canal de transição trapezoidal, um canal retangular de concreto com descida em degraus e uma bacia de dissipação. Cheia de Projeto PMP *Volume correspondente à parcela de material (sólidos). 3.2 DESCRIÇÃO DOS ACESSOS A Barragem Sul Superior está localizada a aproximadamente 100 km de Belo Horizonte. O acesso a barragem pode ser realizado pela BR-381, sentido Vitória/ES até o entroncamento com a MG-436, seguindo nesta rodovia em direção a Barão de Cocais até o quilômetro 19. A partir desse ponto, avança-se por uma estrada em direção à mina Gongo Soco.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 10/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS O acesso à Barragem Sul Superior é realizado por via local, dentro da área de mina, conforme indicado na Figura 3.1.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 11/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Figura 3.1: Detalhe da localização da Barragem Sul Superior.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 4.0 DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E EMERGÊNCIA (NÍVEIS 1, 2 E 3) 4.1 Nº VALE PÁGINA 12/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS CLASSIFICAÇÃO DAS SITUAÇÕES DE DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA De acordo com a Portaria nº 70.389/2017 do DNPM, considera-se iniciada uma Situação de Emergência quando: I – Iniciar-se uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) da barragem, ou seja:  Sempre que detectadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez) pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da Portaria nº 70.389/2017;  E ainda, em qualquer tempo, quando exigidas pelo DNPM, bem como, independentemente de solicitação formal pela autarquia, após a ocorrência de eventos excepcionais que possam significar impactos nas condições de estabilidade; Ou II – Em qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura. A VALE realiza inspeções com equipe própria de segurança da barragem (Geotecnia) que é capaz de detectar, avaliar e classificar as situações de emergência em potencial, de acordo com os níveis de emergência. As estruturas da Barragem Sul Superior são inspecionadas de forma quinzenal (entendidos como aqueles compreendidos entre o primeiro e o décimo-quinto dia de cada mês e entre o décimo-sexto e último dia de cada mês). No caso de ocorrência de alguma anomalia, a frequência de inspeção é intensificada para acompanhamento e avaliação da mesma. Os principais eventos adversos, que podem desencadear uma situação de emergência para a Barragem Sul Superior, estão relacionados principalmente a:  Obstrução do sistema extravasor, volume de amortecimento insuficiente para passagem de onda de cheia ou falhas em estruturas de concreto que podem ocasionar o galgamento da barragem;  Falhas no sistema de drenagem interna, que podem gerar gradientes hidráulicos elevados e percolação não controlada de água (piping) no maciço ou na fundação;  Movimentos de assentamento do maciço, baixa resistência dos materiais de fundação ou do maciço, elevação das poropressões ou eventos sísmicos, que podem gerar trincas, deformações e recalques, levando à instabilização da barragem;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 13/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Mau funcionamento do sistema de drenagem superficial e falhas na cobertura dos taludes, que podem gerar erosões profundas, levando à instabilização da barragem;  Aumento no nível freático no maciço, perda do comprimento de praia, declividade excessiva nos taludes, perda de resistência por parte do maciço ou fundação e eventos sísmicos, que podem gerar deslizamentos e escorregamentos dos taludes, levando à instabilização da barragem ou liquefação dos rejeitos. As situações de emergência que, porventura, possam ocorrer na barragem estão associadas a determinadas causas, que por sua vez apresentam evidências que possibilitam sua identificação. As possíveis causas e suas evidências encontram-se apresentadas na Tabela 4.1.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 14/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Tabela 4.1: Causas e evidências associadas aos modos de falha passíveis de ocorrer. Modo de Falha Galgamento Percolação não controlada de água (piping) no maciço ou na fundação Instabilização Causa Evidências1 Volume de amortecimento insuficiente  Diminuição da borda livre  Escoamento de água sobre o talude de jusante Obstrução do sistema extravasor  Visualização de objetos, troncos, animais, solo, etc. dentro e/ou na entrada do sistema extravasor  Diminuição da borda livre  Escoamento de água sobre o talude de jusante Vazões acima da capacidade do extravasor  Diminuição da borda livre  Escoamento de água sobre o talude de jusante Gradientes hidráulicos elevados  Surgências de água  Carreamento de partículas  Variação das poropressões (leitura dos piezômetros) Baixa resistência do material de fundação / maciço  Recalque diferencial do maciço ou ruptura de taludes  Surgimento de trincas e/ou erosões  Subsidência(s)  Visualização de superfície crítica de ruptura Eventos sísmicos  Recalque diferencial do maciço ou ruptura de taludes  Surgimento de trincas e/ou erosões  Subsidência(s)  Visualização de superfície crítica de ruptura Elevação das poropressões Liquefação dos rejeitos 1Cabe  Leitura de piezômetros  Saturação do maciço  Presença de “sand boil”  Recalque diferencial do maciço ou ruptura de taludes destacar que as evidências para cada causa apresentada são somente um indicativo inicial, devendo ser avaliada, por profissional treinado, toda e qualquer anomalia identificada.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 4.2 Nº VALE PÁGINA 15/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA As situações de emergência, classificadas em Níveis de Emergência conforme Portaria no 70.389/2017 do DNPM, são apresentadas na Tabela 4.2. Tabela 4.2: Níveis de Segurança. NÍVEL DE EMERGÊNCIA DEFINIÇÃO NÍVEL 1 Caracteriza-se por uma situação quando detectada anomalia que resulte na pontuação máxima de 10 (dez) pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, ou seja, quando iniciada uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) e para qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura. NÍVEL 2 NÍVEL 3 Quando o resultado das ações adotadas na anomalia de Nível 1 for classificado como “não controlado”, de acordo a Portaria nº 70.389/2017, que estabelece como “não controlado”, quando a anomalia que resultou na pontuação máxima de 10 (dez) pontos não foi controlada e tampouco extinta, necessitando de uma nova ISE e de novas intervenções a fim de eliminá-la. Caracteriza-se por uma situação de ruptura iminente ou que está ocorrendo.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 5.0 Nº VALE PÁGINA 16/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA Uma vez identificada uma situação adversa no barramento, sua gravidade é avaliada com a classificação do nível de emergência pela Equipe de Geotecnia, que informa ao Coordenador para início das ações. Na sequência, o empreendedor declara a Situação de Emergência e executa as ações de resposta à ocorrência. Para descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA, consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3. Para descrição sintética das principais SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA, por nível de emergência, associadas aos modos de falha possíveis, consulte Tabela 6.1. Salienta-se que outras situações poderão ser identificadas, as quais deverão ser avaliadas e classificadas pela equipe de segurança da barragem (geotecnia). Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos Apêndices 11.9 a 11.11.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 17/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1* (NE-1) Situação Adversa identificada resultante na pontuação máxima de 10 pontos em qualquer coluna do quadro Estado de Conservação e qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura DNPM Nacional DNPM - Superintendência Minas Gerais Defesa Civil (Nacional, Estadual e Municipal) Órgão Ambiental CECOM Coordenador do PAEBM Empreendedor Geotecnia Operação e Manutenção Meio Ambiente Prefeituras Informar o Início de Situação de Emergência ao órgão ambiental Receber informação de Início Situação de Emergência. Informar o Início de Situação de Emergência ao DNPM Receber informação de Início Situação de Emergência Informar o Início de Situação de Emergência para Defesa Civil e Prefeituras Receber informação de Início Situação de Emergência INÍCIO Informar ao CECOM/Empreendedor NE-1 Declarar Situação de Emergência NE-1 Acionar o Comitê de Emergência Local Acionar as demais equipes para dar suporte ao Comitê de Emergência Local Acompanhar e coordenar o andamento das ações estabelecidas Estar à disposição da Defesa Civil Segurança Empresarial Avaliar e propor ações mitigadoras Enviar diariamente "Extrato de Inspeção Especial" constante no SIGBM e preechimento diário da"Fichas de Inspeção Especial" até que a situação de emergência esteja extinta ou controlada Realizar Inspeções de Segurança Especiais diariamente Acompanhar e registrar as ações emergênciais a serem desenvolvidas e os fluxos de comunicação Comandar a execução das ações definidas Avaliar os impactos ambientais Verificar disponibilidade de recursos Propor ações mitigadoras Providenciar recursos faltantes com o apoio do Coordenador Receber Extrato de Inspeção Especial via SIGBM Passar para o Fluxo de Notificação do Nível de Emergência NÃO Todos os recursos necessários estão disponíveis? SIM NÃO Situação de Emergência foi extinta ou controlada? Acompanhar e registrar as ações de reparo Verificar a segurança da estrutura e os níveis dos instrumentos SIM Notificar o encerramento ao CECOM e seguir procedimentos conforme Portaria DNPM 70.389 TÉRMINO Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-1. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM. Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM). Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM Figura 5.1: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 1 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco). Implantar medidas corretivas

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 18/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2* (NE-2) Situação Adversa do Nível de Emergência 1 não foi Extinta ou Controlada DNPM Nacional DNPM - Superintendência Minas Gerais Defesa Civil (Nacional, Estadual e Municipal) Órgão Ambiental ZAS CECOM Coordenador do PAEBM Empreendedor Geotecnia Operação e Manutenção Meio Ambiente Prefeituras Informar o Início de Situação de Emergência ao órgão ambiental Receber informação de Início Situação de Emergência. Receber informação de Início Situação de Emergência Informar o Início de Situação de Emergência ao DNPM Receber informação de Início Situação de Emergência Evacuar e deslocar para pontos de encontro Solicitar ao CECOM acionamento do alerta na ZAS Alertar a ZAS Anomalia NE-1 não foi extinta ou controlada ou situação já iniciou no NE-2 Comunicar Situação de Emergência à Defesa Civil e Prefeituras INÍCIO Informar ao CECOM/Empreendedor NE-2 Declarar Situação de Emergência NE-2 Acionar o Comitê de Emergência Local Acionar as demais equipes para dar suporte ao Comitê de Emergência Local Avaliar e propor ações mitigadoras Acompanhar e coordenar o andamento das ações estabelecidas Estar à disposição da Defesa Civil Segurança Empresarial Apoio e Logística Enviar diariamente "Extrato de Inspeção Especial" constante no SIGBM e preechimento diário da"Fichas de Inspeção Especial" até que a situação de emergência esteja extinta ou controlada Comandar a execução das ações definidas Verificar disponibilidade de recursos Realizar Inspeções de Segurança Especiais diariamente Comunicação Providenciar recursos faltantes com o apoio do Coordenador Jurídico Recursos Humanos NÃO Todos os recursos necessários estão disponíveis? Segurança do Trabalho SIM Saúde Ocupacional Acompanhar e registrar as ações emergênciais a serem desenvolvidas e os fluxos de comunicação Receber Extrato de Inspeção Especial via SIGBM Passar para o Fluxo de Notificação do Nível de Emergência 3 NÃO Situação de Emergência foi extinta ou controlada? Acompanhar e registrar as ações de reparo Verificar a segurança da estrutura e os níveis dos instrumentos SIM Notificar o encerramento ao CECOM e seguir procedimentos conforme Portaria DNPM 70.389 TÉRMINO Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-2. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM. Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM). Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM Figura 5.2: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 2 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco). Implantar medidas corretivas Avaliar os impactos ambientais Propor ações mitigadoras

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 19/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3* (NE-3) Situação de Ruptura Iminente ou Ocorrendo DNPM Nacional DNPM - Superintendência Minas Gerais Defesa Civil (Nacional, Estadual e Municipal) Órgão Ambiental ZAS CECOM Coordenador do PAEBM Empreendedor Geotecnia Operação e Manutenção Meio Ambiente Prefeituras Informar o Início de Situação de Emergência ao órgão ambiental Receber informação de Início Situação de Emergência. Receber informação de Início Situação de Emergência Informar o Início de Situação de Emergência ao DNPM Receber informação de Início Situação de Emergência Comunicar Situação de Emergência à Defesa Civil e Prefeituras Evacuar IMEDIATAMENTE e deslocar para pontos de encontro Alertar imediatamente a ZAS Anomalia NE-1, ou NE-2 não foi extinta ou controlada ou situação já iniciou no NE-3 INÍCIO Informar ao CECOM/Empreendedor NE-3 Declarar Situação de Emergência NE-3 Acionar o Comitê de Emergência Local Acompanhar e coordenar o andamento das ações estabelecidas Acionar as demais equipes para dar suporte ao Comitê de Emergência Local Avaliar e propor ações mitigadoras Comandar a execução das ações definidas Estar à disposição da Defesa Civil Verificar disponibilidade de recursos Enviar diariamente "Extrato de Inspeção Especial" constante no SIGBM e preechimento diário da"Fichas de Inspeção Especial" até que a situação de emergência esteja extinta ou controlada Segurança Empresarial Apoio e Logística Comunicação Jurídico Providenciar recursos faltantes com o apoio do Coordenador Recursos Humanos NÃO Todos os recursos necessários estão disponíveis? Segurança do Trabalho SIM Saúde Ocupacional Acompanhar e registrar as ações emergênciais a serem desenvolvidas e os fluxos de comunicação estabelecidos Receber Extrato de Inspeção Especial via SIGBM Avaliar os impactos ambientais Realizar Inspeções de Segurança Especiais diariamente NÃO Situação de Emergência foi extinta ou controlada? Acompanhar e registrar as ações de reparo Verificar a estrutura e os níveis dos instrumentos SIM Notificar o encerramento ao CECOM e seguir procedimentos conforme Portaria DNPM 70.389 TÉRMINO Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-3. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM. Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM). Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM Figura 5.3: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 3 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco). Implantar medidas corretivas Propor ações mitigadoras

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 6.0 6.1 Nº VALE PÁGINA 20/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS Os procedimentos preventivos têm como finalidade garantir a integridade da estrutura e a manutenção do nível aceitável da sua condição de segurança, de modo a evitar situações que ponham em risco a barragem e a área a jusante. Estes procedimentos fazem parte do sistema de gestão de segurança da VALE. Em linhas gerais, os procedimentos preventivos para garantir a condição de segurança e o funcionamento adequado de todos os componentes da barragem consistem nos itens mencionados a seguir. 6.1.1 Inspeções de Segurança Regular (ISR) A VALE realiza inspeção de segurança regular com frequência mínima quinzenal na Barragem Sul Superior. As inspeções são realizadas pela equipe técnica interna de geotecnia da VALE por meio de visualizações de campo de todos os componentes da barragem, buscando identificar problemas instalados ou passíveis de ocorrerem, com o respectivo registro em Ficha de Inspeção Regular. Em caso de identificação de alguma anomalia, é realizado o registro na ficha de inspeção. O engenheiro geotécnico avalia a anomalia e determina sua severidade. Caso sejam constatadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez) pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, é prevista, dentro dos processos da VALE, a abertura das ações previstas no PAEBM, bem como a realização de Inspeção de Segurança Especial (ISE). Caso seja constatada uma situação de emergência, deverão ser realizados os “Procedimentos Corretivos” descritos no item 6.1. Para anomalias não emergenciais são elaborados os planos de ação preventivos. 6.1.2 Monitoramento (Leituras e Análise da Instrumentação) A Barragem Sul Superior conta com piezômetros, indicadores de nível d’água e marcos superficiais. As leituras da instrumentação são realizadas pela equipe técnica da barragem e analisadas por engenheiro geotécnico, tendo-se como objetivos correlacionar as leituras dos instrumentos com os níveis de controle e detectar condições insatisfatórias na barragem que não foram possíveis de serem observadas pela inspeção visual.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 6.1.3 Nº VALE PÁGINA 21/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Manutenção Os serviços de manutenção da barragem também são acionados a partir de observações constatadas nas inspeções regulares, durante a operação e/ou em auditorias realizadas por empresas contratadas. A manutenção é programada e realizada de modo a evitar o surgimento de uma possível anomalia ou a progressão da mesma, evitando comprometer a operação e segurança da estrutura. A VALE mantém o barramento com revestimento vegetal controlado, livre de vegetação arbustiva e arbórea permitindo inspeção visual adequada da estrutura. 6.1 DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS Os procedimentos corretivos devem ser executados caso ocorram problemas de desempenho que possam afetar a segurança da barragem, ou seja, quando detectada alguma anomalia que caracterize uma situação de emergência na barragem. Essas ações possuem prioridade de atendimento pela equipe de Operação e Manutenção. Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos Apêndices 11.9 a 11.11. Para a descrição dos RECURSOS DISPONÍVEIS para serem utilizados no tratamento das causas de situações adversas identificadas na barragem, materiais, equipamentos e ferramentas para essas situações, assim como a localização e forma de detecção, consulte o Item 6.1. Destaca-se que os equipamentos disponíveis não são alocados para atendimento à emergência, eles são equipamentos que compõem o quadro operacional da empresa e na declaração da emergência serão revertidos diretamente para controle e mitigação da situação adversa identificada.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 22/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Tabela 6.1: Relação das situações de emergência com respectivos Níveis de Emergência e Fichas de Emergência. Nível de Emergência (NE) Ficha de emergência correspondente 1 FICHA Nº 1 2 FICHA Nº 5 3 FICHA Nº 9 1 FICHA Nº 2 2 FICHA Nº 6 3 FICHA Nº 10 1 FICHA Nº 3 2 FICHA Nº 7 Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo. 3 FICHA Nº 11 Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos). 1 FICHA Nº 4 2 FICHA Nº 8 3 FICHA Nº 12 Situação de Emergência Modos de Falha Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente; redução da borda livre. As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada. Galgamento Galgamento do barramento com abertura de brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo. Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura. As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada. Erosão regressiva (piping) com evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. Ruptura iminente ou está ocorrendo. Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deformações e recalque). As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada. As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada. Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo. Percolação não controlada de água (piping) no maciço ou na fundação Instabilização Instabilização

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 7.0 Nº VALE PÁGINA 23/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA TRATAMENTO DAS CAUSAS DA SITUAÇÃO ADVERSA IDENTIFICADA NA BARRAGEM, ver Tabela 7.1 que descreve os RECURSOS DISPONÍVEIS a serem utilizados. Os recursos descritos na Tabela 7.1 estão disponíveis dentro do processo de operação da mina / planta de beneficiamento e, em caso de emergência, serão revertidos para atendimento no controle da situação adversa.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 24/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Tabela 7.1: Estimativa de materiais/equipamentos disponíveis e sua locação. Material / Equipamento Localização Área Responsável Ambulância Emergência da Unidade Operacional Saúde Ocupacional Veículos leves Equipes de Segurança de barragem Operação, Manutenção, Geotecnia, Meio Ambiente Emergência da Unidade Operacional Saúde Ocupacional Emergência da Unidade Operacional Saúde Ocupacional Caminhão de Combate a incêndio Emergência da Unidade Operacional Saúde Ocupacional Torres de Iluminação e lanternas Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Fita Sinalizadora Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Cones p/ isolamento e sinalização Barco Inflável Equipamento de Terraplenagem Tratores de esteira e pneu Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Caminhão basculante Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Caminhão Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Caminhão pipa Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Motoniveladoras Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Retroescavadeira e escavadeira Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Pás carregadeiras Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Equipamento Rebaixamento Nível de Água Bomba submersível Operação e Infraestrutura da Unidade Operacional Operação e Manutenção Notas: 1. Ver contatos telefônicos da área responsável pelo material/equipamento na tabela do item 2.2 “Listagem de contatos emergenciais internos”; 2. Á área de atendimento a emergência da unidade operacional possui equipamentos e materiais para atuar em distintos cenários de emergência da mineração; 3. Os materiais de construção, eventualmente necessários, tais como: cal, bentonita, cimento, areia, brita (1 a 3), sacos aniagem, ráfia, juta ou similar, manta de geotêxtil drenante (tipo Bidim), deverão ser adquiridos com fornecedores locais.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 8.0 8.1 Nº VALE PÁGINA 25/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO OBJETIVO DO FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO: Demonstrar o processo de tomada de decisão em uma situação de emergência, de modo a sistematizar as comunicações entre todos os envolvidos (agentes internos da empresa, responsáveis pela segurança da barragem, e de autoridades no ambiente externo, representados pelos organismos da defesa civil municipal, estadual e nacional e demais autoridades públicas competentes). Para a descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA, consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3. Para a descrição das RESPONSABILIDADES DE CADA GRUPO da equipe de segurança da barragem, consulte Item 9.3. A Figura 8.1 apresenta o Organograma de Notificação associado ao nível de emergência.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR PÁGINA 26/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 (NE-1) NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 (NE-2) CECOM COORDENADOR CECOM CECOM EMPREENDEDOR ZAS ZAS ÓRGÃOS COMPETENTES AMBIENTAIS OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREFEITURAS SEGURANÇA EMPRESARIAL DEFESA CIVIL NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL GEOTECNIA DNPM MEIO AMBIENTE ÓRGÃOS COMPETENTES AMBIENTAIS OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREFEITURAS SEGURANÇA EMPRESARIAL DEFESA CIVIL NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL APOIO E LOGÍSTICA COMUNICAÇÃO JURÍDICO AGENTES EXTERNOS AGENTES INTERNOS COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL MEIO AMBIENTE AGENTES EXTERNOS EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DNPM COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL GEOTECNIA AGENTES INTERNOS EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM AGENTES EXTERNOS AGENTES INTERNOS EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM NOTIFICAÇÕES E ACIONAMENTOS POR NÍVEL DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EMPREENDEDOR COORDENADOR EMPREENDEDOR COORDENADOR NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 (NE-3) GEOTECNIA DNPM MEIO AMBIENTE ÓRGÃOS COMPETENTES AMBIENTAIS OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREFEITURAS SEGURANÇA EMPRESARIAL DEFESA CIVIL NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL APOIO E LOGÍSTICA COMUNICAÇÃO JURÍDICO RECURSOS HUMANOS RECURSOS HUMANOS SEGURANÇA DO TRABALHO SEGURANÇA DO TRABALHO SAÚDE OCUPACIONAL SAÚDE OCUPACIONAL Figura 8.1: Organograma de Notificação.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 8.2 Nº VALE PÁGINA 27/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO É previsto já no fluxograma de notificação NÍVEL 2, O ALERTA NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO (ZAS), DE FORMA ANTECIPADA, BUSCANDO O CONCEITO DE PRONTIDÃO PARA EVACUAÇÃO DAS PESSOAS PARA PONTOS DE ENCONTRO (ÁREAS SEGURAS). As equipes de emergência da VALE e recursos da empresa, uma vez acionados, ficarão de prontidão em suas bases e/ou serão deslocadas para pontos estratégicos conforme necessidade de aviso às comunidades presentes na área. Diferentes mecanismos de comunicação serão utilizados, com o uso de acionamentos sonoros, comunicação direta com deslocamento imediato a área e contatos para telefones cadastrados da comunidade e demais agentes públicos. Recebida a comunicação por parte da VALE na região da ZAS as pessoas serão orientadas a se deslocar pelas ROTAS DE FUGA até os PONTOS DE ENCONTRO, seguindo sinalização presente na área. Para visualização das ROTAS DE FUGA e PONTOS DE ENCONTRO, ver mapa de inundação no ANEXO 11.13.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.0 Nº VALE PÁGINA 28/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA As atuações no PAEBM estão divididas em dois níveis: INTERNO: atuação é exercida por funcionários da VALE que têm como responsabilidades: a detecção, avaliação e classificação da emergência, bem como a tomada de decisão, a execução das ações corretivas, o alerta à população da zona de autossalvamento e a notificação/comunicação aos agentes externos. EXTERNO: atuação dos agentes externos (autoridades e órgãos públicos) que têm como responsabilidade formal atuar durante a ocorrência de situações de emergência nos municípios, por meio da ação coordenada entre estes nas diferentes esferas (municipal, estadual e/ou federal). 9.1 RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A EMERGÊNCIA De acordo com a Portaria no 70.389/2017 do DNPM, o Empreendedor é definido como o agente privado ou governamental que explora a barragem para benefício próprio ou da coletividade. Das responsabilidades durante as ações de emergência, cabe ao Empreendedor da barragem de mineração:  Declarar situação de emergência e executar as ações descritas no PAEBM;  Executar as ações e notificações previstas no fluxograma;  Notificar a defesa civil estadual, municipal e nacional, a(s) prefeitura(s) envolvida(s), os órgãos ambientais competentes e o DNPM em caso de situação de emergência;  Emitir e enviar via SIGBM a Declaração de Encerramento de Emergência de acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria no 70.389/2017, em até 5 (cinco) dias após o encerramento da citada emergência;  Providenciar a elaboração do Relatório de Causas e Consequências do Evento de Emergência em Nível 3, conforme Art. 40 da Portaria no 70.389/2017, com a ciência do responsável legal da barragem, dos organismos de defesa civil e da(s) prefeitura(s) envolvidas;  Solicitar ao CECOM o alerta à população potencialmente afetada na Zona de Autossalvamento (ZAS), no Nível de Emergência 2, sem prejuízo das demais ações previstas no PAEBM e das ações das autoridades públicas competentes;  Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos operacionais do PAEBM;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 29/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Avaliar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de barragem, a gravidade da situação de emergência identificada;  Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;  Elaborar, junto com a equipe de segurança da barragem, a Declaração de Encerramento de Emergência de acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria 70.389/2017. 9.2 RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A EMERGÊNCIA O coordenador do PAEBM é o profissional, designado pelo Empreendedor da barragem, com autonomia e autoridade para mobilização de equipamentos, materiais e mão de obra a serem utilizados nas ações corretivas e/ou emergenciais, treinado e capacitado para o desempenho da função. Suas principais atribuições são:  Ter conhecimento pleno do conteúdo do PAEBM, nomeadamente do fluxo de notificações;  Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos operacionais do PAEBM;  Avaliar e classificar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de barragem (Geotecnia), a gravidade da situação de emergência identificada, conforme os Níveis de Emergência 1, 2 e 3 (de acordo com Art. 37 da Portaria no 70.389/2017 do DNPM);  Comunicar ao Empreendedor, por meio da Declaração de Início a Situação de Emergência, a ocorrência e classificação da mesma, quanto ao Nível de Emergência;  Comunicar e estar à disposição dos organismos de defesa civil por meio do número de telefone constante do PAEBM, em caso de situação de emergência declarada;  Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;  Executar, por meio do CECOM, as notificações previstas no fluxograma de notificações;  Autorizar bloqueio das vias internas e saídas de veículos da área interna do empreendimento da barragem;  Manter contato com a Equipe de Segurança da Barragem, informando e sendo informado sobre a evolução da ocorrência;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR  9.3 Nº VALE PÁGINA 30/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Coordenar o encerramento da situação de emergência e o preenchimento do Formulário de Declaração de Encerramento da Emergência, quando esta for concluída. RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA 9.3.1 9.3.2 Geotecnia  Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Deslocar imediatamente para o local onde foi identificado o incidente/acidente, para avaliar o cenário e o nível da emergência; bem como classificar a gravidade da situação de emergência identificada, conforme os níveis de Emergência (Níveis 1, 2 e 3 de acordo com Art. 37 da Portaria n o 70.389/2017 do DNPM) e reportar ao Coordenador;  Informar o início da situação de emergência ao DNPM;  Avaliar, definir e orientar ações corretivas necessárias;  Contatar responsável técnico pelo projeto e obra, e/ou consultor externo quando necessário;  Acompanhar e registrar as ações de reparo necessárias à mitigação/eliminação, da situação adversa, em conjunto com os grupos solicitados do Comitê de Segurança Local da Barragem, quando necessário;  Realizar diariamente a Inspeção Especial da barragem, durante a situação adversa;  Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes do DNPM;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. Operação e Manutenção  Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Executar os serviços de manutenção corretiva definidos pela equipe de Geotecnia;  Comandar a execução das ações definidas, pela geotecnia, em campo;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.3.3 Nº VALE PÁGINA 31/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Executar prontamente as ações de resposta relativas à situação de emergência, mediante orientação do Coordenador do PAEBM e grupos envolvidos, caso necessário, imediatamente;  Assegurar a disponibilidade de equipamentos para atuar na situação de emergência;  Solicitar os recursos faltantes junto ao Coordenador do PAEBM, caso necessário;  Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de Emergência. Meio Ambiente  Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Informar o início da Situação de emergência ao órgão ambiental;  Identificar os riscos ao meio ambiente e avaliar os impactos ambientais, em decorrência da situação de emergência, repassando as informações ao Comitê de Segurança Local;  Garantir o monitoramento ambiental das áreas afetadas;  Avaliar os impactos ambientais ocorridos, em conjunto com o Comitê de Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses últimos, caso necessário;  Propor ações para mitigar os impactos ambientais ocorridos, além de medidas para evitar e/ou minimizar a ocorrência de novos impactos, em conjunto com o Comitê de Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses últimos, caso necessário;  Definir área de disposição de resíduos provisórios;  Acompanhar e registrar as ações de resposta para a situação adversa;  Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes dos órgãos de meio ambiente; solicitar recursos externos para controle da emergência;  Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de Emergência;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.3.4 9.3.5 Nº VALE PÁGINA 32/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Segurança Empresarial  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Efetuar a sinalização e isolamento das áreas de risco afetadas;  Assegurar a proteção do patrimônio da empresa;  Realizar o bloqueio das vias e saídas de veículos do empreendimento, mediante delegação do Coordenador do PAEBM;  Controlar a entrada e a movimentação de pessoas e veículos na área do empreendimento;  Preservar a segurança dos equipamentos e materiais transportados para o atendimento à emergência, durante e após a ocorrência;  Organizar o trânsito interno para atender a emergência;  Manter contato com as entidades de segurança pública para o atendimento à emergência, mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;  Acompanhar a perícia policial e os registros legais em caso de acidentes com vítimas;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. Segurança do Trabalho  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Elaborar e manter atualizados os procedimentos técnicos ligados à segurança do trabalho, frente às situações de emergência nas quais esteja envolvida;  Auxiliar o Empreendedor juntamente com o Coordenador do PAEBM no estabelecimento e divulgação de alertas e alarmes internos;  Dar suporte ao isolamento das áreas de risco;  Fornecer equipamentos de segurança.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.3.6 9.3.7 9.3.8 Nº VALE PÁGINA 33/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Apoio e Logística  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Fornecer recursos logísticos relativos a pessoal, veículos, equipamentos e materiais de construção para atendimento imediato da emergência mediante solicitação do Coordenador do PAEBM;  Manter atualizada a lista de fornecedores locais;  Disponibilizar transporte para os empregados, e/ou outras pessoas que estiverem no local, quando necessário, em situações de emergência em horários e condições não habituais para retirada do site. Comunicação  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Assessorar e orientar a empresa (em toda a sua extensão) nos aspectos de comunicação institucional;  Promover e/ou conceder aos órgãos de comunicação, conforme a ocorrência, entrevistas e coletivas de imprensa relativas às emergências ocorridas;  Mapear e apoiar porta-voz de comunicação;  Assessorar o Empreendedor, bem como o Coordenador do PAEBM, na oficialização da ocorrência nos âmbitos de comunicação institucional e externa;  Programar entrevistas, quando necessárias, com os agentes de comunicação externos;  Centralizar o recebimento e responder informes de comunicação externos;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. Jurídico  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 9.3.9 9.3.10 9.3.11 Nº VALE PÁGINA 34/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Ficar de prontidão para auxiliar e apoiar nas questões jurídicas;  Assessorar as gerências no relacionamento comunidade e agentes externos envolvidos;  Assessorar as partes envolvidas nas questões emergenciais, relativamente ao cumprimento das obrigações contidas na Portaria nº 70.389/2017;  Realizar orientações jurídicas diversas pertinentes à situação de emergência;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. com representantes da Saúde Ocupacional  Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador do PAEBM;  Promover auxílio psicológico aos funcionários;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. Recursos Humanos  Manter os sindicatos da região informados da situação de emergência;  Reportar status de comunicações externas ao CECOM. CECOM  Manter contato com o Coordenador do PAEBM, ao ser acionado, em função da ocorrência de uma situação de emergência;  Iniciar acionamentos dos envolvidos no comitê de emergência local e dos demais integrantes da equipe de segurança;  Iniciar e/ou acompanhar a comunicação externa por meio dos representantes da equipe de segurança (geotecnia, meio ambiente, segurança empresarial, comunicação e recursos humanos);  Integrar todas as comunicações estabelecidas durante a situação de emergência;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 35/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Acionar o sistema de alerta nas ZAS em situação de emergência Nível 2, por solicitação do Empreendedor, ou automaticamente no Nível 3, quando este for declarado;  Acompanhar os envolvidos nas ocorrências iniciadas na situação de emergência;  Manter contato com clínicas/hospitais locais e regionais para permanecerem em regime de prontidão devido à possibilidade de receberem acidentados, mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;  Manter controle e meios de comunicação com os empregados dos distintos turnos envolvidos nas ações de emergência. 9.4 RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL  Atuar de acordo com as prerrogativas definidas na Lei Federal 12.608/2012;  Atuar conforme definido em seu plano de contingência, notadamente com as ações de evacuação e abrigagem temporária da população, e em linha com o “Caderno de Orientações para Apoio à Elaboração de Planos de Contingência Municipais para Barragens" instituído pela Portaria nº 187, de 26 de outubro de 2016 da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO Nº VALE COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 10.0 PÁGINA 36/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO O estudo corrente de ruptura hipotética da Barragem Sul Superior teve como objetivo o mapeamento das áreas potencialmente inundáveis na região a jusante do barramento. Nesse contexto, considerou-se a seguinte sequência executiva: (a) estudos hidrológicos; (b) definição do modo de falha e geração do hidrograma de ruptura; (c) propagação e mapeamento da onda de ruptura no vale a jusante do barramento. 10.1 ESTUDOS HIDROLÓGICOS Nesta etapa realizou-se a caracterização da bacia de contribuição do barramento e o estudo do trânsito de cheias. O trânsito de cheias no reservatório foi simulado a partir dos parâmetros físicos e hidrológicos da bacia de contribuição, da precipitação de projeto, da curva cotavolume do reservatório e da capacidade de descarga do extravasor. Desta forma, a partir do software HEC-HMS 4.2.1, o nível de água máximo calculado na Barragem Sul Superior é igual a 956,14 m. As informações do estudo de trânsito de cheias são apresentadas na Tabela 10.1, e as parcelas de volume que compõem o reservatório podem ser visualizadas esquematicamente no croqui apresentado na Figura 10.1. Tabela 10.1: Síntese dos principais dados hidrológicos. Barragem Sul Superior Tempo de recorrência chuva de projeto PMP 2 Área de drenagem (km ) 0,80 Duração da chuva de projeto (h) 6 Altura da chuva de projeto (mm) 251 Nível da crista da barragem (m) 962,40 Nível de água normal no reservatório (m)* 954,90 Nível de água máximo maximorum (m)* 956,14 Borda livre remanescente (m)* 6,26 3 Vazão máxima afluente da área de drenagem (m /s) 15,07 Vazão máxima efluente do reservatório (m3/s) 6,65 Volume do lago (m³)** 0 Volume disponível para o trânsito de cheias (m³) 1.271.873 Volume total de sólidos depositados (m³) 9.405.392 * Níveis baseados no datum vertical marégrafo de Imbituba, SC. ** Volume referente ao NA Normal.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR N.A. Normal E.I. 954,90 m Crista E.I. 962,40 m Nº VALE PÁGINA 37/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Volume de Sólidos Dispostos: 9,4 Mm³ Figura 10.1: Croqui esquemático da quantificação dos volumes da Barragem Sul Superior. 10.2 DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE RUPTURA Os estudos hidrológicos evidenciaram que o sistema extravasor possui capacidade de descarga suficiente para aportar, com segurança, a vazão associada à Precipitação Máxima Provável (PMP), com borda livre remanescente de 6,26 m. Neste contexto, selecionou-se o modo de falha por liquefação na simulação da ruptura desta estrutura. A determinação do volume mobilizado e consequente obtenção do hidrograma de ruptura se deram a partir do somatório das seguintes parcelas: (a) volume do lago; (b) volume da brecha; (c) 35% do volume de sólidos depositados no reservatório; e (d) volume para trânsito de cheias. Para a estimativa dos volumes armazenados na Barragem Sul Superior utilizou-se as informações da topografia primitiva e da topografia referente à condição de ocupação que mais se aproxima da geometria atual do reservatório, fornecidas pela VALE. A geometria final da brecha foi estimada de acordo com as características físicas do fenômeno de liquefação. O modelo da brecha tem formato equivalente à geometria do vale, com área igual à área da seção transversal da barragem definida pelo eixo de referência, e tempo de formação quase “instantâneo”. A elevação do nível de água considerada no instante da ruptura, para o desenvolvimento da brecha, foi de 956,14 m. Por meio da simulação do rompimento da Barragem Sul Superior, observou-se que a inundação resultante foi capaz de desencadear o galgamento da Barragem Sul Inferior,

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 38/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS localizada logo a jusante. Desse modo, o cenário apresentado nos mapas de inundação deste documento considera o evento de ruptura em cascata da Barragem Sul Superior e Sul Inferior. 10.3 PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A JUSANTE O cenário de propagação do rompimento considerou a sobreposição dos efeitos do hidrograma de ruptura hipotética, em dia chuvoso (Rainy Day), com o hidrograma de cheia natural, associado ao tempo de recorrência anual de 100 anos, ao longo do vale a jusante. A estimativa das vazões referentes à cheia natural foi realizada a partir de análises de frequência locais e regionais com base nos máximos anuais de vazões médias diárias registradas em estações fluviométricas localizadas na região de abrangência do estudo. O critério de parada do mapeamento de inundação resultante da modelagem hidráulica da ruptura hipotética da barragem baseou-se na seção transversal que apresentou diferença de profundidade de escoamento, entre a cheia resultante da ruptura e a cheia natural de 100 anos de recorrência, igual ou inferior a 2,0 pés ou 0,61 m. A propagação da onda de ruptura até o atingimento do critério de parada e o mapeamento das áreas potencialmente inundáveis possuem aproximadamente 69,3 km de extensão, a jusante da barragem. O mapa de numeração DE-TTC-C05556-01-SULS (distribuído em 03 folhas e 04 anexos) apresenta a envoltória de inundação, considerando o hidrograma de ruptura nas condições supracitadas. O mapa apresenta as seguintes informações:  Indicação da localização do barramento;  Hidrografia e seções de referência;  Vias de acesso;  Cidades ou núcleos populacionais;  Marcos de distância e de tempo de chegada da onda de ruptura;  Indicador de atingimento do critério de parada;  Mancha de inundação;  Zona de Autossalvamento (ZAS);  Sistema de alerta;  Indicação de Rotas de Fuga e Pontos de Encontro. Para visualização do MAPA DE INUNDAÇÃO, ver ANEXO 11.13.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 39/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS Os resultados demonstram que a região de interesse considerada para o Plano de Ação Emergencial da Barragem Sul Superior está localizada nos municípios de São Gonçalo do Rio Abaixo, Santa Bárbara e Barão de Cocais, todos no estado de Minas Gerais. O talvegue a jusante contempla trechos do córrego do Vieira, rio São João e rio Santa Bárbara, todos inseridos na bacia estadual do rio Piracicaba que por sua vez, está inserida na bacia federal do rio Doce. O território para a propagação da onda de ruptura, a jusante da Barragem Sul Superior, é composto por diversos usos e coberturas, como extensas áreas rurais representadas por povoados, áreas agrícolas e presença de vegetação de grande, médio e baixo porte e também algumas áreas urbanas existentes ao longo do talvegue em estudo. As interferências avaliadas no estudo corrente e descritas a seguir foram identificadas a partir de dados secundários do IBGE, espacialização e geocodificação do Cadastro Nacional para fins Estatísticos – IBGE (2010) e análise por meio de imagem orbital, além de dados de visitas de campo fornecidos pela VALE:  Edificações do bairro Socorro no município de Barão de Cocais, localizadas entre o trecho inicial e 5 km a jusante do reservatório;  Edificações do povoado do Congo, no município de Barão de Cocais, próximo à seção ST22, pouco mais de 10 km a jusante;  Edificações rurais, como sítios, chácaras e áreas de plantio presentes na envoltória de inundação ao longo de sua extensão;  Mancha urbana do município de Barão de Cocais, localizada aproximadamente a 17 km a jusante;  Distrito Barra Feliz pertencente ao município de Santa Bárbara, localizado aproximadamente a 25 km a jusante;  Mancha urbana do município de Santa Bárbara, localizada entre as seções S64 e S71;  Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), interceptada pela envoltória de inundação 43 km a jusante do barramento;  Residências localizadas na Comunidade Vargem da Lua, no município de São Gonçalo do Rio Abaixo, a aproximadamente 54 km a jusante da barragem;  Mancha urbana do município de São Gonçalo do Rio Abaixo localizada a aproximadamente 60 km a jusante da barragem, entre as seções S108 e S116. Encontram-se residências, comércios, posto policial, unidade de saúde, serviços públicos e igrejas;  Rodovia Federal BR-381, interceptada pela envoltória de inundação a aproximadamente 60 km a jusante da barragem;

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 40/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS  Rodovia Estadual MG-129, tangenciada pela envoltória de inundação em alguns trechos ao longo de sua extensão e interceptada a aproximadamente 65 km a jusante da barragem;  Pontes, viadutos e estradas vicinais que são interceptadas e tangenciadas pela envoltória de inundação ao longo de sua extensão.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.0 ANEXOS/ APÊNDICES Nº VALE PÁGINA 41/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.1 Nº VALE PÁGINA 42/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 – ESTADO DE CONSERVAÇÃO) Tabela 11.1: Matriz de classificação quanto à Categoria de Risco – Estado de Conservação. ESTADO DE CONSERVAÇÃO - EC Confiabilidade das Estruturas Extravasoras Percolação Deformações e Recalques Deterioração dos Taludes / Paramentos Estruturas civis bem mantidas e em operação normal /barragem sem necessidade de estruturas extravasoras Percolação totalmente controlada pelo sistema de drenagem Não existem deformações e recalques com potencial de comprometimento da segurança da estrutura Não existe deterioração de taludes e paramentos (0) (0) Estruturas com problemas identificados e medidas corretivas em implantação (3) Estruturas com problemas identificados e sem implantação das medidas corretivas necessárias (6) (0) (0) Umidade ou surgência nas áreas de jusante, paramentos, taludes e ombreiras estáveis e monitorados Existência de trincas e abatimentos com medidas corretivas em implantação (2) (3) Umidade ou surgência nas áreas de jusante, paramentos, taludes ou ombreiras sem implantação das medidas corretivas necessárias (2) Erosões superficiais, Existência de trincas e ferragem exposta, abatimentos sem presença de vegetação implantação das medidas arbórea, sem implantação corretivas necessárias das medidas corretivas necessárias (6) (6) Surgência nas áreas de jusante com carreamento Estruturas com de material ou com vazão problemas identificados, crescente ou infiltração do com redução de material contido, com capacidade vertente e potencial de sem medidas corretivas comprometimento da (10) segurança da estrutura Falhas na proteção dos taludes e paramentos, presença de vegetação arbustiva (6) Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (10) (10) RESULTADO DA AVALIAÇÃO (∑ EC) Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (10)

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.2 Nº VALE PÁGINA 43/73 Nº TETRA TECH DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA RL-TTC-C05556-02-SULS

DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Empreendedor e/ou Proprietário BARRAGEM ______________ DECLARAÇÃO DE EMERGÊNCIA SITUAÇÃO NÍVEL ____ Eu, (nome e cargo) , na condição de Empreendedor do PAEBM da Barragem __________________ e no uso das atribuições e responsabilidades que me foram delegadas, efetuo o registro da Declaração de Emergência para a Barragem, cuja situação é de Nível da , a partir das (horas e minutos) ocorrência de do dia ____ / ______ / ______, em função ______(descrição da ocorrência) __________________________________________________________________________ _______________________. OBS: Para quaisquer esclarecimentos favor contatar telefone (número do telefone) . (local) , (dia) de (mês) (nome) de _(ano)_. ______________________________________________ (nome / assinatura) ______________________________________________ (cargo / RG) pelo

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.3 Nº VALE PÁGINA 45/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA

DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA Empreendedor: Nome da Barragem: Dano Potencial Associado: Categoria de Risco: Classificação da barragem: Município/UF: Data da última inspeção que atestou o encerramento da emergência: Declaro para fins de acompanhamento e comprovação junto ao DNPM, que a situação de emergência iniciada em ___/___/_____ foi encerrada em ___/___/_____, em consonância com a Lei n.º 12.334, de 20 de setembro de 2010, e Portarias DNPM vigentes. Local e data. ............................................................................................ Nome completo do representante legal do empreendedor CPF

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.4 Nº VALE PÁGINA 47/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM

RELAÇÃO DE AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM A CÓPIA DO PAEBM As instituições públicas, empresas e comunidade, enumeradas abaixo receberam cópia e tomaram conhecimento deste PAEBM conforme protocolo de registro apresentado. 1ª Versão do documento para protocolo Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD) 1 Responsável / Cargo: Adriano Pereira Júnior / Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil Recebido por / Cargo: Marco Amaral / representante Protocolo Central do Ministério da Integração Nacional Número do protocolo: S\N Data: 15 / 06 / 2015 Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC) Responsável / Cargo: Cel PM Helbert Figueiró de Lourdes / Coordenador Estadual de Defesa Civil 2 Recebido por / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente Técnico Operacional Número do protocolo: S\N Data: 11 / 06 / 2015 Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito 3 Recebido por / Cargo: Rosilene Aparecida / representante Gabinete Número do protocolo: S\N Data: 11 / 06 / 2015 2ª Versão do documento para protocolo Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento Riscos e Desastres (CENAD) Responsável / Cargo: (não especificado no ofício) 1 Recebido por / Cargo: Gabriela (Sobrenome não consta) / representante Protocolo Central do Ministério da Integração Nacional Número do protocolo: S\N 2 Data: 30 / 06 / 2016 Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC)

Responsável / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente Técnico Operacional Recebido por / Cargo: (carimbo não assinado) Número do protocolo: SIGED 00000750 1071 2016 Data: 29 / 06 / 2016 Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal 3 Recebido por / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal Número do protocolo: S/N Data: 22 / 06 / 2016 Empresa / Instituição: Defesa Civil de Barão de Cocais Responsável / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de Defesa Civil 4 Recebido por / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de Defesa Civil Número do protocolo: S/N Data: 22 / 06 / 2016 3ª Versão do documento para protocolo Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 1 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 2 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ 3 Responsável / Cargo: _______________________________________/________

______________________________________________________ Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 4 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 5 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 6 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 7 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___

Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 8 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 9 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___ Empresa / Instituição: _______________________________________________ Responsável / Cargo: _______________________________________/________ ______________________________________________________ 10 Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______ ______________________________________________________ Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.5 Nº VALE PÁGINA 52/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM

Ilmo. Sra. (o) Nome (Cargo) Órgão Público Cidade - Estado Assunto: Protocolo dos Planos de Ação de Emergência de Barragem de Mineração – PAEBM. VALE S. A., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ sob o n0 33.592.510/0001-54, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Avenida das Américas, n0 700, Bloco 8, Loja 318 – Barra da Tijuca, e escritório operacional na Cidade de Santa Luzia, Estado de Minas Gerais – Rodovia BR 381 – km 450, Distrito Industrial Simão da Cunha, CEP 33040-900, vem, respectivamente, perante Vossa Senhoria, com fulcro no art 12 da Lei 12.224/2010, bem como nas Portarias DNPM n0 70.389/2017, apresentar a versão atualizada dos seus Planos de Ação de Emergência para Barragens de Mineração – PAEBM, em conformidade com a legislação aplicável, a relativo a: - Barragem _____________________ Versão do Documento para Protocolo no ________ - Barragem _____________________ Versão do Documento para Protocolo no ________ Esta versão substitui todos os protocolos anteriores. Atenciosamente, ............................................................................................ Nome completo do representante do empreendedor Cargo

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.6 Nº VALE PÁGINA 54/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM A VALE possui equipe integrante do PAEBM da Barragem Sul Superior permanentemente treinada. Este treinamento é promovido no máximo a cada seis meses conforme Portaria no 70.389/2017 DNPM. O treinamento é de suma importância para a identificação e avaliação adequada de situações de emergência em todos os níveis de responsabilidade, além de permitir que toda a equipe envolvida esteja ciente do seu papel frente ao PAEBM e de prontidão para providenciar as ações de resposta às situações de emergência com a agilidade e qualidade requeridas. É realizado treinamento (integração e reciclagem) de todos os profissionais envolvidos diretamente com o PAEBM. Por meio desse exercício é possível: 11.7  Esclarecer os papéis e as responsabilidades dos participantes;  Melhorar a coordenação do Plano;  Identificar falhas e contribuições do treinamento para o Plano;  Avaliar a capacidade de enfrentamento dos membros do Plano na ocorrência de situações de crise;  Avaliar tempo de resposta dos integrantes internos para cada nível de emergência;  Avaliar tempo de resposta dos integrantes externos para início da evacuação da população;  Aumentar a confiança dos participantes do Plano;  Identificar falhas na efetividade das ações de resposta. DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO O monitoramento da Barragem Sul Superior é realizado através de inspeções de campo quinzenais e leituras mensais da instrumentação geotécnica, composta por piezômetros, indicadores de nível d’água e marcos superficiais. Conforme descrito anteriormente, o monitoramento é integrante dos procedimentos preventivos da estrutura. Todos os dados de inspeção e monitoramento, incluindo as Fichas de Inspeção, são armazenados em um sistema interno de monitoramento das estruturas geotécnicas, que opera como um banco de dados. Este sistema permite, de maneira eficiente e rápida, o acesso ao histórico dos dados e a avaliação do comportamento da instrumentação instalada na estrutura, cadastro e emissões de níveis de alerta correlacionando as leituras do monitoramento desses

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 55/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS instrumentos. Além disso, conta ainda com saídas gráficas que auxiliam na análise do comportamento da estrutura, além da garantia de salvaguarda e integridade dos dados. 11.8 REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM Número do Treinamento Data Duração 1 06/02/2015 2 horas 2 25/11/2015 1 hora e 30 min 3 15/09/2016 - 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Conteúdo PAEBM (Introdução, informações gerais das barragens, procedimentos preventivos e corretivos, detecção avaliação e classificação de emergências, fluxograma de notificações e responsabilidades gerais no PAEBM.) PAEBM (Apresentação geral do PAEBM, níveis de emergência, fluxograma de notificação e organização dos grupos especializados e suas atribuições.) PAEBM (Informações gerais sobre o PAEBM, os níveis de alerta, fluxogramas de notificação, mapas de cenário e responsabilidades gerais do PAEBM.) Responsável Ricardo Leão Ricardo Leão Igor Cidani

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.9 Nº VALE PÁGINA 56/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 57/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 1 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-1 MODO DE FALHA GALGAMENTO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente; redução da borda livre POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Diminuição da borda livre; 2. Possibilidade de galgamento. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1; 2. Inspecionar o local para avaliar a causa do problema encontrado e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável, tais como: 2.1. Caso se verifique que o sistema extravasor está obstruído, providenciar sua desobstrução; 2.2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório); 2.3. Avaliar tecnicamente a opção de completar a borda livre com sacos de areia e proteger o talude de jusante com lonas plásticas e/ou material similar que possa proteger a estrutura; 2.4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 2.5. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura. 3. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de instrumentação (régua limnimétrica) DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Não se aplica RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Bombas, materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 58/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 2 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-1 MODO DE FALHA PIPING SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Ocorrência de erosões no maciço; 2. Ruptura parcial dos taludes. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1; 2. Inspecionar cuidadosamente a área e verificar a causa da surgência e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável. 3. Confirmar se a água percolada não possui sinais de carreamento de solo; 4. Caso seja possível, medir e monitorar a quantidade de fluxo e verificar se há aumento e/ou redução da vazão percolada; 5. Se o aumento de vazão e/ou carreamento de solo for verificado, deve-se executar imediatamente um dreno invertido, 6. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo); 7. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 8. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de instrumentação (piezômetros) DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Materiais de construção; equipamentos de medição de vazão; equipamentos de terraplenagem; bombas

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 59/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 3 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-1 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deformações e recalques). CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Diminuição da resistência do maciço; 2. Diminuição do Fator de Segurança; 3. Redução da seção transversal e instabilização do maciço; 4. Evolução para ruptura do barramento, se não tratado adequadamente. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1; 2. Inspecionar cuidadosamente o local onde se observaram trincas, deformações ou recalques, registrar a localização, comprimento, profundidade, alinhamento e outros aspectos físicos pertinentes. 3. Avaliação pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela barragem, para identificar a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para solucioná-lo; 3.1. Caso se verifique a ocorrência de trincas, realizar correção da trinca de modo eficiente utilizando técnicas de construção adequadas, conforme orientação da equipe de segurança da barragem (selar trinca contra infiltração e escoamento superficial); 3.2. Se for constatada deformações e recalques realizar os reparos e/ou correção da geometria utilizando técnicas de construção e materiais adequados, conforme orientação da Equipe de Segurança; 4. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de Instrumentação DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 60/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 4 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-1 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos) POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Diminuição da resistência do maciço; 2. Diminuição do Fator de Segurança; 3. Redução da seção transversal e instabilização do maciço; 4. Evolução para ruptura do barramento. 1. 2. 3. 4. 5. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1; Realizar inspeção cuidadosa pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela barragem, para identificar a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para solucioná-lo; Caso se verifique a ocorrência de sulcos profundos de erosão: 3.1 Realizar reparo da erosão utilizando técnicas de construção e materiais adequados, conforme orientação do Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável e registrar a localização, extensão e profundidade; 3.2 Verificar as condições do sistema de drenagem superficial e, se necessário, prosseguir com a manutenção do mesmo, de modo a garantir a eficiência deste sistema; 3.3 Recompor a proteção superficial (rip-rap, grama, etc.) do talude, para proteção contra ocorrência de novos processos erosivos; Caso se verifique a ocorrência de depressões (abatimentos) e escorregamentos: 4.1 Proceder a recuperação do trecho escorregado ou abatido através da recomposição do material e de sua proteção vegetal, utilizando técnicas de construção adequadas; 4.2 Registrar a localização, extensão e o deslocamento do escorregamento; 4.3 Verificar se a instrumentação está registrando níveis dentro dos limites aceitáveis de segurança; Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência. Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO de instrumentação DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.10 Nº VALE PÁGINA 61/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 62/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 5 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-2 MODO DE FALHA GALGAMENTO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Anomalia “Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente; redução da borda livre” não foi extinta ou controlada POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Diminuição do fator de segurança; 2. Possibilidade de galgamento. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2; 2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas e/ou derivar parte da água para outro local); 3. Em caso de borda livre nula, avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 4. Complementar a borda livre com sacos de areia e proteger o talude de jusante com lonas plásticas e/ou material similar que possa proteger a estrutura; 5. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência; 6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura. 7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de Emergência nº 9. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita Sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Bombas, materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 63/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 6 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-2 MODO DE FALHA PIPING SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Anomalia “Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura” não foi extinta ou controlada CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Erosões no maciço; 2. Diminuição do fator de segurança; 3. Instabilidade parcial dos taludes; 4. Possibilidade de ruptura da barragem, caso as ações mitigadoras adequadas não sejam tomadas. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2; 2. Avaliar a gravidade da situação; 3. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo); 4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 5. Monitorar a ocorrência; 6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura. 7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de Emergência nº 10. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Bombas, materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 64/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 7 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-2 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Anomalia “Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deformações e recalques)” não foi extinta ou controlada POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Instabilidade parcial do maciço; 2. Diminuição do fator de segurança; 3. Possibilidade de ruptura da barragem. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2; 2. Avaliar a gravidade da situação; 3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório); 4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 5. Monitorar a ocorrência; 6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura; 7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de Emergência nº 11. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Bombas, materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 65/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 8 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-2 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Anomalia “Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos)” não foi extinta ou controlada POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Instabilidade parcial do maciço; 2. Diminuição do fator de segurança; 3. Possibilidade de ruptura da barragem. PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) 1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2; 2. Avaliar a gravidade da situação; 3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório); 4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório; 5. Monitorar a ocorrência; 6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura; 7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de Emergência nº 12. DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO Inspeções periódicas / Análise visual DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO Fita sinalizadora RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS Bombas, materiais de construção e equipamentos de terraplenagem

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.11 Nº VALE PÁGINA 66/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 67/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 9 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-3 MODO DE FALHA GALGAMENTO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Galgamento do barramento com abertura de brecha e ruptura iminente da estrutura ou ruptura em progresso CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente nas faixas marginais ao leito dos cursos de água; 2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica; 3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante, com danos a benfeitorias e aos moradores; 4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes. 5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e possível alteração da calha principal dos rios em alguns trechos; 6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos, destruição de vida animal, biota aquática, e demais prejuízos à fauna e flora características da região. PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO Implementar fluxo de notificação externo NE-3. Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como: Durante a ocorrência: 1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem para barrar a continuidade de fluxo de material; 2. Providenciar o rebaixamento do reservatório. Após a ocorrência: 3. 4. 5. 6. 7. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos; Remover sedimentos transportados; Realizar Estudo Ambiental na área impactada; Remover material do leito do curso de água; Recuperar locais atingidos.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 68/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 10 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-3 MODO DE FALHA PIPING SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente nas faixas marginais ao leito dos cursos de água; 2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica; 3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante, com danos a benfeitorias e aos moradores; 4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes; 5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e possível alteração da calha principal dos rios em alguns trechos; 6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos, destruição de vida animal, biota aquática, e demais prejuízos à fauna e flora características da região. PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO Implementar fluxo de notificação externo NE-3. Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como: Durante a ocorrência: 1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem para barrar a continuidade de fluxo de material; 2. Providenciar o rebaixamento do reservatório. Após a ocorrência: 3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos; 4. Remover sedimentos transportados; 5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada; 6. Remover material do leito do curso de água; 7. Recuperar locais atingidos.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 69/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 11 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-3 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente nas faixas marginais ao leito dos cursos de água; 2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica; 3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante, com danos a benfeitorias e aos moradores; 4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes; 5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e possível alteração da calha principal dos rios em alguns trechos; 6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos, destruição de vida animal, biota aquática, e demais prejuízos à fauna e flora características da região. PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO Implementar fluxo de notificação externo NE-3. Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como: Durante a ocorrência: 1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem para barrar a continuidade de fluxo de material; 2. Providenciar o rebaixamento do reservatório. Após a ocorrência: 3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos; 4. Remover sedimentos transportados; 5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada; 6. Remover material do leito do curso de água; 7. Recuperar locais atingidos.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 70/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS FICHA DE EMERGÊNCIA Nº 12 NÍVEL DE EMERGÊNCIA NE-3 MODO DE FALHA INSTABILIZAÇÃO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS 1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente nas faixas marginais ao leito dos cursos de água; 2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica em algumas regiões; 3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante, com danos a benfeitorias e aos moradores; 4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes; 5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e possível alteração da calha principal dos rios em alguns trechos; 6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos, destruição de vida animal, biota aquática, e demais prejuízos à fauna e flora características da região. PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL) REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO Implementar fluxo de notificação externo NE-3. Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como: Durante a ocorrência: 1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem para barrar a continuidade de fluxo de material; 2. Providenciar o rebaixamento do reservatório. Após a ocorrência: 3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos; 4. Remover sedimentos transportados; 5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada; 6. Remover material do leito do curso de água; 7. Recuperar locais atingidos.

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.12 Nº VALE PÁGINA 71/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS Versão do Documento para Protocolo Data de Emissão Histórico das Revisões 1 Junho/2015 Documento inicial 2 Junho/2016 Inclusão da Seção VI (Estudo de Cenários) e atualização de contatos e fluxogramas 3 Abril/2018 Atendimento à Portaria 70.389/2017 do DNPM, revisão do Estudo de Cenários e atualização de contatos e fluxogramas

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR 11.13 MAPA DE INUNDAÇÃO Nº VALE PÁGINA 72/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS

PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO BARRAGEM SUL SUPERIOR Nº VALE PÁGINA 73/73 Nº TETRA TECH RL-TTC-C05556-02-SULS LISTA DE MAPAS No TETRA TECH TÍTULO Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul Superior Estudo de Canários (Dam Break) DE-TTC-C05556-01-SULS Mapa de envoltória máxima de inundação Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day) Folha 1/3. Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul Superior Estudo de Canários (Dam Break) DE-TTC-C05556-01-SULS Mapa de envoltória máxima de inundação Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day) Folha 2/3. Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul Superior Estudo de Canários (Dam Break) DE-TTC-C05556-01-SULS Mapa de envoltória máxima de inundação Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day) Folha 3/3. DE-TTC-C05556-01-SULS Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo A Área de Mineração – Barão de Cocais/MG DE-TTC-C05556-01-SULS Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo B Socorro – Barão de Cocais/MG DE-TTC-C05556-01-SULS Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo C Socorro – Barão de Cocais/MG DE-TTC-C05556-01-SULS Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo D Socorro – Barão de Cocais/MG

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