Documents
Abin 22/03
Mar. 24, 2020
SIGILOSO
ATUALIZAÇÃO – COVID-19
No 015/2020 – 22 mar. 2020 – 19h30
BRASIL
DISTRIBUIÇÃO DE CASOS CONFIRMADOS POR ESTADO
1
1546
25
27
Casos
Confirmados
Óbitos
Estados Afetados
SIGILOSO
SIGILOSO
ATUALIZAÇÃO – COVID-19
No 015/2020 – 22 mar. 2020 – 19h30
BRASIL
DISTRIBUIÇÃO DE CASOS CONFIRMADOS POR ESTADO
1
1546
25
27
Casos
Confirmados
Óbitos
Estados Afetados
SIGILOSO
SIGILOSO
Sumário
I. Casos Confirmados e Óbitos no Brasil ............................................................................................. 2
II. Comparativo com Outros Países..................................................................................................... 3
III. Perfil Epidemiológico e Evolução dos Casos no Brasil ................................................................... 4
IV. Projeções para o Brasil .................................................................................................................. 6
V. Projeções para as UF com maior número de casos........................................................................ 8
VI. Tratamento para COVID-19 ......................................................................................................... 11
VII. Repatriamento de Brasileiros ..................................................................................................... 12
VIII. Acontecimentos Recentes ......................................................................................................... 14
I. Casos Confirmados e Óbitos no Brasil
Em 22 mar. 2020, o Brasil registrou 1.546 casos confirmados de COVID-19, segundo o Ministério
da Saúde, distribuídos nas unidades federativas da seguinte forma:
DF
GO
MS
MT
Região Centro Oeste
117 casos
nenhum óbito
21 casos
nenhum óbito
21 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
SP
RJ
MG
ES
Região Sudeste
631 casos
22 óbitos
186 casos
3 óbitos
83 casos
nenhum óbito
26 casos
nenhum óbito
RS
SC
PR
Região Sul
72 casos
nenhum óbito
57 casos
nenhum óbito
50 casos
nenhum óbito
CE
BA
PE
SE
AL
RN
PI
MA
PB
Região Nordeste
112 casos
nenhum óbito
49 casos
nenhum óbito
37 casos
nenhum óbito
10 casos
nenhum óbito
7 casos
nenhum óbito
9 casos
nenhum óbito
4 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
1 caso
nenhum óbito
AM
AC
PA
TO
RO
AP
RR
Região Norte
26 casos
nenhum óbito
11 casos
nenhum óbito
4 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
2 caso
nenhum óbito
1 caso
nenhum óbito
2 caso
nenhum óbito
Os 22 óbitos registrados no País representam 1,4% do total de casos confirmados e concentramse em SP (22 óbitos) e RJ (3 óbitos). A taxa de letalidade no Brasil ainda é baixa quando comparada
a outros países e aos dados da Organização Mundial da Saúde – OMS (estimada em 3 a 4%), mas é
importante considerar que o valor brasileiro reflete e o início da crise no País e que há projeção do
crescimento do número de casos confirmados e de maior demanda por internações e por
tratamento intensivo.
2
SIGILOSO
SIGILOSO
Sumário
I. Casos Confirmados e Óbitos no Brasil ............................................................................................. 2
II. Comparativo com Outros Países..................................................................................................... 3
III. Perfil Epidemiológico e Evolução dos Casos no Brasil ................................................................... 4
IV. Projeções para o Brasil .................................................................................................................. 6
V. Projeções para as UF com maior número de casos........................................................................ 8
VI. Tratamento para COVID-19 ......................................................................................................... 11
VII. Repatriamento de Brasileiros ..................................................................................................... 12
VIII. Acontecimentos Recentes ......................................................................................................... 14
I. Casos Confirmados e Óbitos no Brasil
Em 22 mar. 2020, o Brasil registrou 1.546 casos confirmados de COVID-19, segundo o Ministério
da Saúde, distribuídos nas unidades federativas da seguinte forma:
DF
GO
MS
MT
Região Centro Oeste
117 casos
nenhum óbito
21 casos
nenhum óbito
21 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
SP
RJ
MG
ES
Região Sudeste
631 casos
22 óbitos
186 casos
3 óbitos
83 casos
nenhum óbito
26 casos
nenhum óbito
RS
SC
PR
Região Sul
72 casos
nenhum óbito
57 casos
nenhum óbito
50 casos
nenhum óbito
CE
BA
PE
SE
AL
RN
PI
MA
PB
Região Nordeste
112 casos
nenhum óbito
49 casos
nenhum óbito
37 casos
nenhum óbito
10 casos
nenhum óbito
7 casos
nenhum óbito
9 casos
nenhum óbito
4 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
1 caso
nenhum óbito
AM
AC
PA
TO
RO
AP
RR
Região Norte
26 casos
nenhum óbito
11 casos
nenhum óbito
4 casos
nenhum óbito
2 casos
nenhum óbito
2 caso
nenhum óbito
1 caso
nenhum óbito
2 caso
nenhum óbito
Os 22 óbitos registrados no País representam 1,4% do total de casos confirmados e concentramse em SP (22 óbitos) e RJ (3 óbitos). A taxa de letalidade no Brasil ainda é baixa quando comparada
a outros países e aos dados da Organização Mundial da Saúde – OMS (estimada em 3 a 4%), mas é
importante considerar que o valor brasileiro reflete e o início da crise no País e que há projeção do
crescimento do número de casos confirmados e de maior demanda por internações e por
tratamento intensivo.
2
SIGILOSO
SIGILOSO
II. Comparativo com Outros Países
Comparativo das curvas de crescimento a partir de 100 casos confirmados
Brasil x Europa
100000
Itália
Espanha
Alemanha
Casos confirmados
França
10000
Reino Unido
1000
Brasil
100
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
30
Dias após o 100º caso
Alemanha
Itália
Espanha
França
Reino Unido
Brasil
Comparativo das curvas de crescimento a partir de 100 casos confirmados
Brasil x Outros
100000
China
Irã
EUA
Coreia do Sul
Casos confirmados
10000
Japão
1000
Austrália
Brasil
100
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
Dias após o 100º caso
EUA
3
Austrália
China
Japão
SIGILOSO
Irã
Coreia do Sul
Brasil
30
SIGILOSO
II. Comparativo com Outros Países
Comparativo das curvas de crescimento a partir de 100 casos confirmados
Brasil x Europa
100000
Itália
Espanha
Alemanha
Casos confirmados
França
10000
Reino Unido
1000
Brasil
100
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
30
Dias após o 100º caso
Alemanha
Itália
Espanha
França
Reino Unido
Brasil
Comparativo das curvas de crescimento a partir de 100 casos confirmados
Brasil x Outros
100000
China
Irã
EUA
Coreia do Sul
Casos confirmados
10000
Japão
1000
Austrália
Brasil
100
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
Dias após o 100º caso
EUA
3
Austrália
China
Japão
SIGILOSO
Irã
Coreia do Sul
Brasil
30
SIGILOSO
Os gráficos expressam a velocidade de disseminação da epidemia em diversos países a
partir do 100º caso confirmado. Pode-se observar diferentes comportamentos nas curvas
de crescimento em cada país.
Até o 6º dia após o 100º caso (situação atual do Brasil), a curva de crescimento brasileira é
similar às curvas da França, Espanha, Alemanha e EUA. No mesmo período, as curvas da
China, Irã, Itália e Coreia do Sul avançaram mais rapidamente, enquanto o Japão e Austrália
conseguiram conter um crescimento acentuado da curva.
Dentre os países europeus analisados, o Reino Unido foi o que obteve a curva de
crescimento menos acentuada. A taxa de crescimento da Coreia do Sul nos primeiros dias
foi a maior dentre os países analisados, porém a curva declinou significativamente nos dias
seguintes e se aproximou de um platô a partir do 20º dia, comportamento similar da curva
da China, que se aproximou do platô a partir do 30º dia. Percebe-se também redução
significativa na inclinação da curva do Irã nos últimos dias, e de forma menos acentuada na
Itália, Espanha e França.
% Confirmados/Mortes
9,26%
7,77%
6,14%
3,68%
0,38%
0,53%
1,17%
3,88%
4,01%
1,49%
A taxa de letalidade no Brasil é mais baixa quando comparada a diversos países, mas é
importante considerar que o País se encontra no início da epidemia.
III. Perfil Epidemiológico e Evolução dos Casos no Brasil
A proporção de casos de covid-19 que ainda aguardam resultados laboratoriais (sejam eles
negativos ou positivos) é de cerca de 75% do total de casos notificados ao Ministério da Saúde. Os
casos notificados compreendem o conjunto de todos os casos de covid-19 informados às
autoridades: neste rol encontram-se os casos confirmados (seja por exames laboratoriais ou por
critério clínico), os casos descartados (aqueles que os exames laboratoriais não detectam a
presença do vírus na amostra) e os casos suspeitos que não possuem confirmação de diagnóstico
(aqueles que possuem sintomas característicos, mas que aguardam o resultado de teste
laboratorial ou a evolução dos sintomas).
O estudo dos casos notificados mostra que há um alto número de casos com diagnóstico ainda não
definido (área azul do gráfico) e que não aparece nas estatísticas atuais da gestão da epidemia.
4
SIGILOSO
SIGILOSO
Os gráficos expressam a velocidade de disseminação da epidemia em diversos países a
partir do 100º caso confirmado. Pode-se observar diferentes comportamentos nas curvas
de crescimento em cada país.
Até o 6º dia após o 100º caso (situação atual do Brasil), a curva de crescimento brasileira é
similar às curvas da França, Espanha, Alemanha e EUA. No mesmo período, as curvas da
China, Irã, Itália e Coreia do Sul avançaram mais rapidamente, enquanto o Japão e Austrália
conseguiram conter um crescimento acentuado da curva.
Dentre os países europeus analisados, o Reino Unido foi o que obteve a curva de
crescimento menos acentuada. A taxa de crescimento da Coreia do Sul nos primeiros dias
foi a maior dentre os países analisados, porém a curva declinou significativamente nos dias
seguintes e se aproximou de um platô a partir do 20º dia, comportamento similar da curva
da China, que se aproximou do platô a partir do 30º dia. Percebe-se também redução
significativa na inclinação da curva do Irã nos últimos dias, e de forma menos acentuada na
Itália, Espanha e França.
% Confirmados/Mortes
9,26%
7,77%
6,14%
3,68%
0,38%
0,53%
1,17%
3,88%
4,01%
1,49%
A taxa de letalidade no Brasil é mais baixa quando comparada a diversos países, mas é
importante considerar que o País se encontra no início da epidemia.
III. Perfil Epidemiológico e Evolução dos Casos no Brasil
A proporção de casos de covid-19 que ainda aguardam resultados laboratoriais (sejam eles
negativos ou positivos) é de cerca de 75% do total de casos notificados ao Ministério da Saúde. Os
casos notificados compreendem o conjunto de todos os casos de covid-19 informados às
autoridades: neste rol encontram-se os casos confirmados (seja por exames laboratoriais ou por
critério clínico), os casos descartados (aqueles que os exames laboratoriais não detectam a
presença do vírus na amostra) e os casos suspeitos que não possuem confirmação de diagnóstico
(aqueles que possuem sintomas característicos, mas que aguardam o resultado de teste
laboratorial ou a evolução dos sintomas).
O estudo dos casos notificados mostra que há um alto número de casos com diagnóstico ainda não
definido (área azul do gráfico) e que não aparece nas estatísticas atuais da gestão da epidemia.
4
SIGILOSO
SIGILOSO
Evolução dos Casos de COVID-19 no Brasil
Confirmados
20.000
Descartados
Notificados
Número de Casos
15.000
10.000
5.000
0
16.mar
17.mar
18.mar
19.mar
20.mar
A partir de 19 mar. 2020, o Ministério da Saúde somente divulga os dados dos casos confirmados e
dos óbitos por COVID-19. Em relação aos casos confirmados, dados do Ministério da Saúde
atualizados até às 8h de 19 mar. 2020 indicaram que, até aqui, 10% dos casos exigiram
hospitalizações. Com relação ao perfil epidemiológico no Brasil (n=621):
Faixa Etária
300
Idade média: 42 anos
250
200
150
50%
16%
100
15%
11%
50
6%
2%
0
< 40
40 - 49
50 - 59
60 - 69
> 69
Hospitalizações
10%
90%
Hospitalizações
5
Não Hospitalizações
SIGILOSO
Não
Informado
SIGILOSO
Evolução dos Casos de COVID-19 no Brasil
Confirmados
20.000
Descartados
Notificados
Número de Casos
15.000
10.000
5.000
0
16.mar
17.mar
18.mar
19.mar
20.mar
A partir de 19 mar. 2020, o Ministério da Saúde somente divulga os dados dos casos confirmados e
dos óbitos por COVID-19. Em relação aos casos confirmados, dados do Ministério da Saúde
atualizados até às 8h de 19 mar. 2020 indicaram que, até aqui, 10% dos casos exigiram
hospitalizações. Com relação ao perfil epidemiológico no Brasil (n=621):
Faixa Etária
300
Idade média: 42 anos
250
200
150
50%
16%
100
15%
11%
50
6%
2%
0
< 40
40 - 49
50 - 59
60 - 69
> 69
Hospitalizações
10%
90%
Hospitalizações
5
Não Hospitalizações
SIGILOSO
Não
Informado
SIGILOSO
IV. Projeções para o Brasil
Projeção do número de casos de COVID-19 no Brasil (1 semana)
30.000
27.514
25.000
Casos confirmados
20.000
15.000
10.000
6.209
5.000
1.546
0
16-mar
Brasil
18-mar
20-mar
Cenário I (Irã, Itália e China)
22-mar
336
24-mar
26-mar
Cenário II (França e Alemanha)
28-mar
30-mar
Cenário III (Japão e Austrália)
No gráfico anterior, a linha verde expressa a evolução dos casos confirmados de COVID-19 no Brasil
em 22 mar. 2020 e o compara a três cenários prospectivos:
Cenário I (linha vermelha) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de Irã, Itália e China;
Cenário II (linha cinza) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de França e Alemanha;
Cenário III (linha laranja) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de Japão e Austrália.
Projeção da necessidade de leitos hospitalares no Brasil
As projeções a seguir apontam a demanda de leitos hospitalares e de unidades de tratamento
intensivo no país, segundo os dois cenários menos favoráveis para o País: (1) Cenário I – com base
nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China e (2) Cenário II – com base nas curvas epidêmicas de
França e Alemanha
1
Leitos para COVID-19: Necessidade de leitos exclusivos para tratamento de pacientes com COVID19 para cada um dos cenários hipotéticos.
2
Leitos de internação no País: Total de leitos de internação existentes no País (SUS e não SUS).
Quantitativo fixo, não modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses
leitos que, segundo dados no Ministério da Saúde, gira entre 80% e 90%.
3
Proporção de leitos (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento de
pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
4
UTI para COVID-19: Necessidade de leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com
COVID-19 para cada um dos cenários hipotéticos.
6
SIGILOSO
SIGILOSO
IV. Projeções para o Brasil
Projeção do número de casos de COVID-19 no Brasil (1 semana)
30.000
27.514
25.000
Casos confirmados
20.000
15.000
10.000
6.209
5.000
1.546
0
16-mar
Brasil
18-mar
20-mar
Cenário I (Irã, Itália e China)
22-mar
336
24-mar
26-mar
Cenário II (França e Alemanha)
28-mar
30-mar
Cenário III (Japão e Austrália)
No gráfico anterior, a linha verde expressa a evolução dos casos confirmados de COVID-19 no Brasil
em 22 mar. 2020 e o compara a três cenários prospectivos:
Cenário I (linha vermelha) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de Irã, Itália e China;
Cenário II (linha cinza) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de França e Alemanha;
Cenário III (linha laranja) – comportamento semelhante às curvas epidêmicas de Japão e Austrália.
Projeção da necessidade de leitos hospitalares no Brasil
As projeções a seguir apontam a demanda de leitos hospitalares e de unidades de tratamento
intensivo no país, segundo os dois cenários menos favoráveis para o País: (1) Cenário I – com base
nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China e (2) Cenário II – com base nas curvas epidêmicas de
França e Alemanha
1
Leitos para COVID-19: Necessidade de leitos exclusivos para tratamento de pacientes com COVID19 para cada um dos cenários hipotéticos.
2
Leitos de internação no País: Total de leitos de internação existentes no País (SUS e não SUS).
Quantitativo fixo, não modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses
leitos que, segundo dados no Ministério da Saúde, gira entre 80% e 90%.
3
Proporção de leitos (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento de
pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
4
UTI para COVID-19: Necessidade de leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com
COVID-19 para cada um dos cenários hipotéticos.
6
SIGILOSO
SIGILOSO
5
UTI no País: Total de leitos de UTI existentes no País (SUS e não SUS). Quantitativo fixo, não
modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses leitos que, segundo dados
no Ministério da Saúde, giram entre 80% e 90%.
6
Proporção de leitos de UTI (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento
de pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
Projeção para 1 semana
Projeções das necessidades de leitos para a próxima semana – Brasil
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
Proporção de
Projeções
UTI no País
COVID-19
no País
(%)
COVID-19
leitos de UTI (%)
Cenário I
1.963
426.388
0,46%
654
44.253
1,48%
Cenário II
1.166
426.388
0,27%
389
44.253
0,88%
Projeção para 2 semanas
Projeções das necessidades de leitos para as próximas duas semanas – Brasil
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
Proporção de
Projeções
UTI no País
COVID-19
no País
(%)
COVID-19
leitos de UTI (%)
Cenário I
22.779
426.388
5,34%
7.593
44.253
17,16%
Cenário II
8.035
426.388
1,88%
2.678
44.253
6,05%
Projeção do número de óbitos no Brasil, em três cenários
Cenário I – Projeção de 8.621 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de Irã, Itália e China
300.000
Cenário I
Casos confirmados
Mortes (Cenário I)
200.000
100.000
0
20/mar
7
215.536
8.621
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
SIGILOSO
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
SIGILOSO
5
UTI no País: Total de leitos de UTI existentes no País (SUS e não SUS). Quantitativo fixo, não
modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses leitos que, segundo dados
no Ministério da Saúde, giram entre 80% e 90%.
6
Proporção de leitos de UTI (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento
de pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
Projeção para 1 semana
Projeções das necessidades de leitos para a próxima semana – Brasil
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
Proporção de
Projeções
UTI no País
COVID-19
no País
(%)
COVID-19
leitos de UTI (%)
Cenário I
1.963
426.388
0,46%
654
44.253
1,48%
Cenário II
1.166
426.388
0,27%
389
44.253
0,88%
Projeção para 2 semanas
Projeções das necessidades de leitos para as próximas duas semanas – Brasil
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
Proporção de
Projeções
UTI no País
COVID-19
no País
(%)
COVID-19
leitos de UTI (%)
Cenário I
22.779
426.388
5,34%
7.593
44.253
17,16%
Cenário II
8.035
426.388
1,88%
2.678
44.253
6,05%
Projeção do número de óbitos no Brasil, em três cenários
Cenário I – Projeção de 8.621 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de Irã, Itália e China
300.000
Cenário I
Casos confirmados
Mortes (Cenário I)
200.000
100.000
0
20/mar
7
215.536
8.621
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
SIGILOSO
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
SIGILOSO
Cenário II – Projeção de 2.823 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de França e Alemanha
Casos confirmados
100.000
Cenário II
70.572
Mortes (Cenário II)
50.000
0
20/mar
2.823
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
Cenário III – Projeção de 154 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de Japão e Austrália
Casos confirmados
50.000
Cenário (III)
Mortes (Cenário III)
25.000
0
20/mar
7.917
154
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
V. Projeções para as UF com maior número de casos
Projeção de casos para os estados de SP, RJ, DF, CE, RS e AM (1 semana)
Cenário I – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China para fazer a projeção.
8.000
7.321
7.000
Casos Confirmados
6.000
5.000
4.000
3.000
2.158
2.000
1.000
0
15/mar
302
17/mar
19/mar
SP
RJ
21/mar
DF
23/mar
CE
25/mar
RS
27/mar
29/mar
AM
Cenário II – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de França e Alemanha para fazer a projeção.
8
SIGILOSO
SIGILOSO
Cenário II – Projeção de 2.823 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de França e Alemanha
Casos confirmados
100.000
Cenário II
70.572
Mortes (Cenário II)
50.000
0
20/mar
2.823
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
Cenário III – Projeção de 154 óbitos até 05.abr. Comportamento semelhante às curvas epidêmicas
de Japão e Austrália
Casos confirmados
50.000
Cenário (III)
Mortes (Cenário III)
25.000
0
20/mar
7.917
154
22/mar
24/mar
26/mar
28/mar
30/mar
01/abr
03/abr
05/abr
V. Projeções para as UF com maior número de casos
Projeção de casos para os estados de SP, RJ, DF, CE, RS e AM (1 semana)
Cenário I – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China para fazer a projeção.
8.000
7.321
7.000
Casos Confirmados
6.000
5.000
4.000
3.000
2.158
2.000
1.000
0
15/mar
302
17/mar
19/mar
SP
RJ
21/mar
DF
23/mar
CE
25/mar
RS
27/mar
29/mar
AM
Cenário II – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de França e Alemanha para fazer a projeção.
8
SIGILOSO
SIGILOSO
8.000
7.000
Casos confirmados
6.000
5.000
4.348
4.000
3.000
2.000
1.282
1.000
0
15/mar
179
17/mar
19/mar
SP
21/mar
RJ
23/mar
DF
CE
25/mar
RS
27/mar
29/mar
AM
Projeção de casos para os estados de SP, RJ, DF, CE, RS e AM (2 semanas)
Cenário I – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China para fazer a projeção.
90.000
84.949
80.000
Casos Confirmados
70.000
60.000
50.000
40.000
30.000
25.040
20.000
10.000
0
15/mar 17/mar 19/mar 21/mar 23/mar 25/mar 27/mar 29/mar 31/mar 02/abr 04/abr
SP
9
RJ
DF
SIGILOSO
CE
RS
AM
3.500
SIGILOSO
8.000
7.000
Casos confirmados
6.000
5.000
4.348
4.000
3.000
2.000
1.282
1.000
0
15/mar
179
17/mar
19/mar
SP
21/mar
RJ
23/mar
DF
CE
25/mar
RS
27/mar
29/mar
AM
Projeção de casos para os estados de SP, RJ, DF, CE, RS e AM (2 semanas)
Cenário I – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de Irã, Itália e China para fazer a projeção.
90.000
84.949
80.000
Casos Confirmados
70.000
60.000
50.000
40.000
30.000
25.040
20.000
10.000
0
15/mar 17/mar 19/mar 21/mar 23/mar 25/mar 27/mar 29/mar 31/mar 02/abr 04/abr
SP
9
RJ
DF
SIGILOSO
CE
RS
AM
3.500
SIGILOSO
Cenário II – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de França e Alemanha para fazer a projeção.
90.000
80.000
Casos Confirmados
70.000
60.000
50.000
40.000
30.000
29.964
20.000
10.000
8.832
0
15/mar 17/mar 19/mar 21/mar 23/mar 25/mar 27/mar 29/mar 31/mar 02/abr 04/abr
SP
RJ
DF
CE
RS
1.235
AM
Projeção da necessidade de leitos hospitalares
As projeções a seguir apontam a demanda de leitos hospitalares e de unidades de tratamento
intensivo nas Unidades da Federação, segundo as curvas epidêmicas de Irã, Itália e China.
1
Leitos para COVID-19: Necessidade de leitos exclusivos para tratamento de pacientes com COVID19 para cada um dos cenários hipotéticos.
2
Leitos de internação no País: Total de leitos de internação existentes no País (SUS e não SUS).
Quantitativo fixo, não modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses
leitos que, segundo dados no Ministério da Saúde, gira entre 80% e 90%.
3
Proporção de leitos (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento de
pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
4
UTI para COVID-19: Necessidade de leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com
COVID-19 para cada um dos cenários hipotéticos.
5
UTI no País: Total de leitos de UTI existentes no País (SUS e não SUS). Quantitativo fixo, não
modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses leitos que, segundo dados
no Ministério da Saúde, giram entre 80% e 90%.
6
Proporção de leitos de UTI (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento
de pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
10
SIGILOSO
SIGILOSO
Cenário II – Curvas baseadas nas curvas epidêmicas de França e Alemanha para fazer a projeção.
90.000
80.000
Casos Confirmados
70.000
60.000
50.000
40.000
30.000
29.964
20.000
10.000
8.832
0
15/mar 17/mar 19/mar 21/mar 23/mar 25/mar 27/mar 29/mar 31/mar 02/abr 04/abr
SP
RJ
DF
CE
RS
1.235
AM
Projeção da necessidade de leitos hospitalares
As projeções a seguir apontam a demanda de leitos hospitalares e de unidades de tratamento
intensivo nas Unidades da Federação, segundo as curvas epidêmicas de Irã, Itália e China.
1
Leitos para COVID-19: Necessidade de leitos exclusivos para tratamento de pacientes com COVID19 para cada um dos cenários hipotéticos.
2
Leitos de internação no País: Total de leitos de internação existentes no País (SUS e não SUS).
Quantitativo fixo, não modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses
leitos que, segundo dados no Ministério da Saúde, gira entre 80% e 90%.
3
Proporção de leitos (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento de
pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
4
UTI para COVID-19: Necessidade de leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com
COVID-19 para cada um dos cenários hipotéticos.
5
UTI no País: Total de leitos de UTI existentes no País (SUS e não SUS). Quantitativo fixo, não
modificado no cenário e que não consideram a taxa de ocupação desses leitos que, segundo dados
no Ministério da Saúde, giram entre 80% e 90%.
6
Proporção de leitos de UTI (%): Proporção de leitos necessários exclusivamente para tratamento
de pacientes com COVID-19 em relação ao total de leitos de internação existentes no País.
10
SIGILOSO
SIGILOSO
Estado
SP
RJ
DF
CE
RS
SC
PR
BA
MG
PE
ES
GO
MS
AM
SE
AC
AL
RN
PI
MT
PA
TO
AP
MA
PB
RO
RR
BRASIL
Projeções das necessidades de leitos para a próxima semana – Estados - Cenário I
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
UTI no
Proporção de
COVID-19
no estado
(%)
COVID-19 estado leitos de UTI (%)
799
90.603
0,88%
267
11.863
2,25%
208
32.736
0,64%
70
6.341
1,10%
175
6.705
2,61%
59
1.031
5,72%
119
18.510
0,64%
40
1.201
3,33%
105
30.123
0,35%
35
2.374
1,47%
89
15.322
0,58%
30
1.108
2,71%
75
27.502
0,27%
25
2.858
0,87%
72
28.960
0,25%
24
2.029
1,18%
67
40.699
0,16%
23
4.341
0,53%
53
20.961
0,25%
18
1.861
0,97%
46
7.929
0,58%
16
1.091
1,47%
35
17.445
0,20%
12
1.409
0,85%
28
5.596
0,50%
10
484
2,07%
20
5.700
0,35%
7
502
1,39%
18
3.212
0,56%
6
339
1,77%
16
1.484
1,08%
6
75
8,00%
13
5.891
0,22%
5
491
1,02%
11
7.272
0,15%
4
601
0,67%
7
7.460
0,09%
3
353
0,85%
4
7.156
0,06%
2
877
0,23%
4
13.584
0,03%
2
984
0,20%
4
3.072
0,13%
2
221
0,90%
2
1.098
0,18%
1
82
1,22%
2
13.778
0,01%
1
787
0,13%
2
8.171
0,02%
1
608
0,16%
2
4.286
0,05%
1
294
0,34%
*
1.133
*
0
48
*
1.976
426.388
0,46%
670
44.253
1,51%
VI. Tratamento para COVID-19
11
Autoridades de saúde chinesas, sul-coreanas, francesas e mais recentemente americanas,
têm declarado recomendar o uso de hidroxicloroquina e cloroquina para o tratamento de
infecção por COVID-19.
Atualmente, não há estoque suficiente do medicamento para distribuição a todos casos
confirmados de COVID-19. Como medida de antecipar um possível aumento da demanda
pelo medicamento, o Brasil utilizará o laboratório químico e farmacêutico do Exército para
ampliar a produção da droga. A medida foi anunciada pelo Presidente da República, em 21
mar. 2020.
Estudo produzido pelo Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde do Hospital SírioLibanês (NATS-HSL) divulgado em 20 mar. 2020, utilizou metodologia de revisão rápida
(rapid review methodology), e concluiu que a eficácia e a segurança da hidroxicloroquina
e da cloroquina em pacientes com COVID-19 é incerta. O estudo intitulado
“HIDROXICLOROQUINA PARA INFECÇÃO POR COVID-19” informa ainda que o uso de rotina
para a doença não pode ser recomendado até que os resultados dos estudos em
andamento possam avaliar seus efeitos de modo apropriado.
Atualmente, a base de ensaio clínicos International Clinical Trials Registry Platform, da
Organização Mundial da Saúde - OMS (https://apps.who.int/trialsearch/default.aspx),
registra 522 estudos em andamento para avaliar intervenções para a doença COVID-19.
SIGILOSO
SIGILOSO
Estado
SP
RJ
DF
CE
RS
SC
PR
BA
MG
PE
ES
GO
MS
AM
SE
AC
AL
RN
PI
MT
PA
TO
AP
MA
PB
RO
RR
BRASIL
Projeções das necessidades de leitos para a próxima semana – Estados - Cenário I
Leitos para Leitos de internação Proporção de leitos UTI para
UTI no
Proporção de
COVID-19
no estado
(%)
COVID-19 estado leitos de UTI (%)
799
90.603
0,88%
267
11.863
2,25%
208
32.736
0,64%
70
6.341
1,10%
175
6.705
2,61%
59
1.031
5,72%
119
18.510
0,64%
40
1.201
3,33%
105
30.123
0,35%
35
2.374
1,47%
89
15.322
0,58%
30
1.108
2,71%
75
27.502
0,27%
25
2.858
0,87%
72
28.960
0,25%
24
2.029
1,18%
67
40.699
0,16%
23
4.341
0,53%
53
20.961
0,25%
18
1.861
0,97%
46
7.929
0,58%
16
1.091
1,47%
35
17.445
0,20%
12
1.409
0,85%
28
5.596
0,50%
10
484
2,07%
20
5.700
0,35%
7
502
1,39%
18
3.212
0,56%
6
339
1,77%
16
1.484
1,08%
6
75
8,00%
13
5.891
0,22%
5
491
1,02%
11
7.272
0,15%
4
601
0,67%
7
7.460
0,09%
3
353
0,85%
4
7.156
0,06%
2
877
0,23%
4
13.584
0,03%
2
984
0,20%
4
3.072
0,13%
2
221
0,90%
2
1.098
0,18%
1
82
1,22%
2
13.778
0,01%
1
787
0,13%
2
8.171
0,02%
1
608
0,16%
2
4.286
0,05%
1
294
0,34%
*
1.133
*
0
48
*
1.976
426.388
0,46%
670
44.253
1,51%
VI. Tratamento para COVID-19
11
Autoridades de saúde chinesas, sul-coreanas, francesas e mais recentemente americanas,
têm declarado recomendar o uso de hidroxicloroquina e cloroquina para o tratamento de
infecção por COVID-19.
Atualmente, não há estoque suficiente do medicamento para distribuição a todos casos
confirmados de COVID-19. Como medida de antecipar um possível aumento da demanda
pelo medicamento, o Brasil utilizará o laboratório químico e farmacêutico do Exército para
ampliar a produção da droga. A medida foi anunciada pelo Presidente da República, em 21
mar. 2020.
Estudo produzido pelo Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde do Hospital SírioLibanês (NATS-HSL) divulgado em 20 mar. 2020, utilizou metodologia de revisão rápida
(rapid review methodology), e concluiu que a eficácia e a segurança da hidroxicloroquina
e da cloroquina em pacientes com COVID-19 é incerta. O estudo intitulado
“HIDROXICLOROQUINA PARA INFECÇÃO POR COVID-19” informa ainda que o uso de rotina
para a doença não pode ser recomendado até que os resultados dos estudos em
andamento possam avaliar seus efeitos de modo apropriado.
Atualmente, a base de ensaio clínicos International Clinical Trials Registry Platform, da
Organização Mundial da Saúde - OMS (https://apps.who.int/trialsearch/default.aspx),
registra 522 estudos em andamento para avaliar intervenções para a doença COVID-19.
SIGILOSO
SIGILOSO
VII. Repatriamento de Brasileiros
AMÉRICA DO SUL
Na América do Sul, vários países contam com brasileiros para serem repatriados após os
fechamentos das respectivas fronteiras.
Argentina
Até às 13h de 22 mar. 2020, havia registro de 109 brasileiros com dificuldades de regressar
ao Brasil: 77 em Buenos Aires e 32 em Córdoba. Em 17 mar. 2020, o governo federal
argentino suspendeu todos os serviços de transporte interno de longa distância, entre 20 e
25 mar. 2020. O governo incluiu o Brasil na lista de zonas de risco, o que implica aos
brasileiros obrigatoriedade de realização de quarentena de 14 dias. Em 20 mar. 2020, o
governo editou normativa permitindo o deslocamento de estrangeiros a aeroportos, portos
e terminais de ônibus ou ferroviários para voltarem a seu país de origem, mas o sistema
federativo argentino permite que províncias adotem medidas mais restritivas do que as
estabelecidas pelo governo federal, o que gerou dificuldades para brasileiros situados em
províncias como Mendoza.
Bolívia
Treze turistas brasileiros conseguiram sair nos últimos voos ou cruzaram a fronteira por
terra da Bolívia para o Brasil. Em La Paz, cinco brasileiros aguardam repatriação.
Chile
Há 67 brasileiros aguardando repatriação, mas o número pode crescer com o avanço da
doença no país, que registra o segundo maior número de casos no subcontinente.
Colômbia
O aeroporto de Bogotá deve ser fechado para voos internacionais a partir de 23 mar. 2020.
O aeroporto da ilha de San Andrés (onde há 39 brasileiros) já está fechado para voos
internacionais. Dos 162 turistas brasileiros identificados até o momento, 102 têm voos
marcados para antes do fechamento do aeroporto de Bogotá. A despeito de a fronteira não
ter sido fechada, grupo de vinte brasileiros se encontra no Aeroporto de El Dourado, em
Bogotá, por motivos de cancelamento de voos.
Equador
Foi estabelecido que os aeroportos continuem abertos para transporte humanitário,
inclusive para a repatriação de equatorianos e estrangeiros. 135 brasileiros aguardam
repatriação.
Guiana
Os aeroportos internacionais Cheddi Jagan e Eugene Correia foram fechados por catorze
dias a partir de 18 mar. 2020 para todos os voos internacionais. As exceções são para voos
de partida, evacuações médicas de emergência, carga, paradas técnicas e voos autorizados
especiais. Ainda não há dados sobre brasileiros que gostariam de ser repatriados.
Paraguai
12
A despeito do fechamento de fronteiras, brasileiros retornam por vias terrestre e aérea.
SIGILOSO
SIGILOSO
VII. Repatriamento de Brasileiros
AMÉRICA DO SUL
Na América do Sul, vários países contam com brasileiros para serem repatriados após os
fechamentos das respectivas fronteiras.
Argentina
Até às 13h de 22 mar. 2020, havia registro de 109 brasileiros com dificuldades de regressar
ao Brasil: 77 em Buenos Aires e 32 em Córdoba. Em 17 mar. 2020, o governo federal
argentino suspendeu todos os serviços de transporte interno de longa distância, entre 20 e
25 mar. 2020. O governo incluiu o Brasil na lista de zonas de risco, o que implica aos
brasileiros obrigatoriedade de realização de quarentena de 14 dias. Em 20 mar. 2020, o
governo editou normativa permitindo o deslocamento de estrangeiros a aeroportos, portos
e terminais de ônibus ou ferroviários para voltarem a seu país de origem, mas o sistema
federativo argentino permite que províncias adotem medidas mais restritivas do que as
estabelecidas pelo governo federal, o que gerou dificuldades para brasileiros situados em
províncias como Mendoza.
Bolívia
Treze turistas brasileiros conseguiram sair nos últimos voos ou cruzaram a fronteira por
terra da Bolívia para o Brasil. Em La Paz, cinco brasileiros aguardam repatriação.
Chile
Há 67 brasileiros aguardando repatriação, mas o número pode crescer com o avanço da
doença no país, que registra o segundo maior número de casos no subcontinente.
Colômbia
O aeroporto de Bogotá deve ser fechado para voos internacionais a partir de 23 mar. 2020.
O aeroporto da ilha de San Andrés (onde há 39 brasileiros) já está fechado para voos
internacionais. Dos 162 turistas brasileiros identificados até o momento, 102 têm voos
marcados para antes do fechamento do aeroporto de Bogotá. A despeito de a fronteira não
ter sido fechada, grupo de vinte brasileiros se encontra no Aeroporto de El Dourado, em
Bogotá, por motivos de cancelamento de voos.
Equador
Foi estabelecido que os aeroportos continuem abertos para transporte humanitário,
inclusive para a repatriação de equatorianos e estrangeiros. 135 brasileiros aguardam
repatriação.
Guiana
Os aeroportos internacionais Cheddi Jagan e Eugene Correia foram fechados por catorze
dias a partir de 18 mar. 2020 para todos os voos internacionais. As exceções são para voos
de partida, evacuações médicas de emergência, carga, paradas técnicas e voos autorizados
especiais. Ainda não há dados sobre brasileiros que gostariam de ser repatriados.
Paraguai
12
A despeito do fechamento de fronteiras, brasileiros retornam por vias terrestre e aérea.
SIGILOSO
SIGILOSO
Peru
Desde 16 mar. 2020, o governo impõe quarentena social, com fechamento de fronteiras
internacionais e interprovinciais. A embaixada brasileira realizou gestão com os governos e
companhias aéreas para a repatriação de nacionais a partir de 20 mar. 2020, quando foram
repatriados 459 brasileiros em dois voos. Ontem, chegaram ao Brasil outros 180 nacionais.
Restam 547 brasileiros com repatriação solicitada à embaixada: 167 na região de Lima, 235
em Cusco, 27 em Arequipa, e 118 em outras regiões.
Suriname
Desde 14 mar. 2020, o espaço aéreo está fechado para entrada e saída de voos comerciais
de passageiros. A inclusão de cerca de cem brasileiros em voo Paramaribo-Belém (22 mar.
2020), da Suriname Airways (SLM), havia sido negociada com autoridades nacionais, mas o
voo foi cancelado. A empresa Gol também já tinha cancelado voo Paramaribo-Belém
anteriormente programado para este final de semana.
Uruguai
As fronteiras ainda não foram fechadas.
Venezuela
O espaço aéreo está parcialmente fechado. O único voo internacional de hoje é com
destino a Cuba. Ainda não há dados de pedidos de repatriação de brasileiros na Venezuela.
AMÉRICA DO NORTE
Há 425 brasileiros retidos no México, a grande maioria em Cancún (cerca de 300). Apesar
de não haver restrição oficial ao trânsito de passageiros entre Brasil e México, brasileiros
encontram dificuldade de deslocamento pelo cancelamento de voos entre os países. Há
previsão de saída de mais de 200 brasileiros hoje, por meio de voos da LATAM e Copa.
Há quantidade indefinida de brasileiros retidos nos Estados Unidos. A American Airlines,
que cancelou voos com destino ao Brasil, solicitou apoio ao Consulado-Geral do Brasil em
Miami para identificar brasileiros com voo de volta cancelado para disponibilizar voos se
houver demanda suficiente. Há vinte brasileiros retidos em Los Angeles e 52 brasileiros a
bordo de cruzeiro previsto para atracar no Havaí hoje, mas a ilha negou possibilidade de
desembarque.
EUROPA
Há quase quatro mil brasileiros que desejam ser repatriados na Europa. Mais de 50% está
em Portugal, em decorrência de voos cancelados ou de problemas com escalas no país.
Em seguida, pouco mais de 20% do total que deseja repatriação está na Itália, o que é se
explica por ser o local de maior número de casos ativos no mundo. Depois, seguem Espanha
e França, mas com registro relativamente pequeno de casos, não ultrapassando 5%. Esses
cinco países respondem por mais de 90% dos pedidos de repatriação de brasileiros na
Europa.
ÁSIA-PACÍFICO
13
Dos 6.575 brasileiros no exterior em situação de repatriação, 5,5% (365 pessoas) se
encontra na região Ásia-Pacífico: 143 estão na Oceania, 182, no Sudeste Asiático, e 40, na
Ásia Meridional. Individualmente, a Austrália é o país com o maior contingente regional
com oitenta brasileiros.
SIGILOSO
SIGILOSO
Peru
Desde 16 mar. 2020, o governo impõe quarentena social, com fechamento de fronteiras
internacionais e interprovinciais. A embaixada brasileira realizou gestão com os governos e
companhias aéreas para a repatriação de nacionais a partir de 20 mar. 2020, quando foram
repatriados 459 brasileiros em dois voos. Ontem, chegaram ao Brasil outros 180 nacionais.
Restam 547 brasileiros com repatriação solicitada à embaixada: 167 na região de Lima, 235
em Cusco, 27 em Arequipa, e 118 em outras regiões.
Suriname
Desde 14 mar. 2020, o espaço aéreo está fechado para entrada e saída de voos comerciais
de passageiros. A inclusão de cerca de cem brasileiros em voo Paramaribo-Belém (22 mar.
2020), da Suriname Airways (SLM), havia sido negociada com autoridades nacionais, mas o
voo foi cancelado. A empresa Gol também já tinha cancelado voo Paramaribo-Belém
anteriormente programado para este final de semana.
Uruguai
As fronteiras ainda não foram fechadas.
Venezuela
O espaço aéreo está parcialmente fechado. O único voo internacional de hoje é com
destino a Cuba. Ainda não há dados de pedidos de repatriação de brasileiros na Venezuela.
AMÉRICA DO NORTE
Há 425 brasileiros retidos no México, a grande maioria em Cancún (cerca de 300). Apesar
de não haver restrição oficial ao trânsito de passageiros entre Brasil e México, brasileiros
encontram dificuldade de deslocamento pelo cancelamento de voos entre os países. Há
previsão de saída de mais de 200 brasileiros hoje, por meio de voos da LATAM e Copa.
Há quantidade indefinida de brasileiros retidos nos Estados Unidos. A American Airlines,
que cancelou voos com destino ao Brasil, solicitou apoio ao Consulado-Geral do Brasil em
Miami para identificar brasileiros com voo de volta cancelado para disponibilizar voos se
houver demanda suficiente. Há vinte brasileiros retidos em Los Angeles e 52 brasileiros a
bordo de cruzeiro previsto para atracar no Havaí hoje, mas a ilha negou possibilidade de
desembarque.
EUROPA
Há quase quatro mil brasileiros que desejam ser repatriados na Europa. Mais de 50% está
em Portugal, em decorrência de voos cancelados ou de problemas com escalas no país.
Em seguida, pouco mais de 20% do total que deseja repatriação está na Itália, o que é se
explica por ser o local de maior número de casos ativos no mundo. Depois, seguem Espanha
e França, mas com registro relativamente pequeno de casos, não ultrapassando 5%. Esses
cinco países respondem por mais de 90% dos pedidos de repatriação de brasileiros na
Europa.
ÁSIA-PACÍFICO
13
Dos 6.575 brasileiros no exterior em situação de repatriação, 5,5% (365 pessoas) se
encontra na região Ásia-Pacífico: 143 estão na Oceania, 182, no Sudeste Asiático, e 40, na
Ásia Meridional. Individualmente, a Austrália é o país com o maior contingente regional
com oitenta brasileiros.
SIGILOSO
SIGILOSO
ÁFRICA
Hoje, 373 brasileiros retidos no continente estão em contato com o Setor Consular do
Itamaraty. Os maiores contingentes estão na África do Sul (150), Cabo Verde (110), Senegal
(38) e Namíbia (24). Grupo de 195 brasileiros que estava no Marrocos foi repatriado ontem,
em voo fretado da companhia Latam, e 39 já haviam conseguido retornar em 19 mar. 2020.
Há previsão de voo da Ilha do Sal, em Cabo Verde, para Recife/PE, em 25 mar. 2020. Nos
demais casos, o Itamaraty busca embarcar os brasileiros em novos voos e apoia aqueles
que não conseguem deixar os países devido ao fechamento de aeroportos.
ORIENTE MÉDIO
Estima-se que há onze brasileiros retidos na região: seis na Turquia, quatro na Palestina e
um no Líbano. Na Turquia, a rota de saída mais factível é o voo diário Istambul-São Paulo,
operado pela Turkish Airlines. É provável que a rota seja interrompida em 27 mar. 2020 e
que, por essa interrupção, a demanda por assistência de brasileiros para a repatriação
aumente.
Na Palestina e no Líbano, há mais impedimentos para o retorno ao Brasil. As fronteiras
terrestres da Palestina (Cisjordânia e Gaza) foram fechadas por Israel, e não há aeroporto
comercial ativo no território palestino. No Líbano, as fronteiras aéreas, marítimas e
terrestres estão fechadas para passageiros. O aeroporto internacional de Beirute segue
fechado até, pelo menos, 29 mar. 2020.
VIII. Acontecimentos Recentes
Risco de paralisação das atividades de alimentos é decorrente de decisão de antecipação
de tutela em Ação Civil Coletiva (nº 0000157-46.2020.5.12.0055) de autoria do Sindicato
dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados, Frangos Rações Balanceadas,
Alimentação e Afins de Criciúma e Região, que determinou a paralisação integral das
atividades das empresas mencionadas a partir de 21mar. 020.
As empresas Seara Alimentos e JBS Alves Ltda receberam ontem, 21.mar 2020 às 18h21,
decisão liminar em ação de Mandado de Segurança (0000144-18.2020.5.12.0000), que
concedeu o direito de continuidade normal das atividades, visto que se trata as empresas
desempenham atividade essencial - abastecimento da sociedade com proteína animal. As
empresas afirmam adotar medidas de prevenção de contágio com o Coronavírus.
Medidas de contenção anunciadas em 21 mar. 2020
14
Em 21 mar. 2020 o Ministério da Defesa anunciou o Centro de Operações Conjuntas para
atuar na coordenação e planejamento do emprego das Forças Armadas no combate à
COVID-19.
O Governo de São Paulo determinou quarentena em todos os 645 municípios do estado a
partir de 24 mar. 2020. Durante 15 dias, a medida impõe o fechamento do comércio, à
exceção de serviços essenciais (alimentação, abastecimento, saúde, bancos, limpeza e
segurança). A quarentena não afeta o funcionamento de indústrias.
Medida Provisória prevê que Anvisa precisa fornecer recomendação técnica e
fundamentada para restrição excepcional e temporária de entrada e saída do país, e para
locomoção interestadual e intermunicipal. O presidente da República decretou como
serviço público essencial transporte intermunicipal, interestadual e internacional de
passageiros e o transporte de passageiros por táxi ou aplicativo.
SIGILOSO
SIGILOSO
ÁFRICA
Hoje, 373 brasileiros retidos no continente estão em contato com o Setor Consular do
Itamaraty. Os maiores contingentes estão na África do Sul (150), Cabo Verde (110), Senegal
(38) e Namíbia (24). Grupo de 195 brasileiros que estava no Marrocos foi repatriado ontem,
em voo fretado da companhia Latam, e 39 já haviam conseguido retornar em 19 mar. 2020.
Há previsão de voo da Ilha do Sal, em Cabo Verde, para Recife/PE, em 25 mar. 2020. Nos
demais casos, o Itamaraty busca embarcar os brasileiros em novos voos e apoia aqueles
que não conseguem deixar os países devido ao fechamento de aeroportos.
ORIENTE MÉDIO
Estima-se que há onze brasileiros retidos na região: seis na Turquia, quatro na Palestina e
um no Líbano. Na Turquia, a rota de saída mais factível é o voo diário Istambul-São Paulo,
operado pela Turkish Airlines. É provável que a rota seja interrompida em 27 mar. 2020 e
que, por essa interrupção, a demanda por assistência de brasileiros para a repatriação
aumente.
Na Palestina e no Líbano, há mais impedimentos para o retorno ao Brasil. As fronteiras
terrestres da Palestina (Cisjordânia e Gaza) foram fechadas por Israel, e não há aeroporto
comercial ativo no território palestino. No Líbano, as fronteiras aéreas, marítimas e
terrestres estão fechadas para passageiros. O aeroporto internacional de Beirute segue
fechado até, pelo menos, 29 mar. 2020.
VIII. Acontecimentos Recentes
Risco de paralisação das atividades de alimentos é decorrente de decisão de antecipação
de tutela em Ação Civil Coletiva (nº 0000157-46.2020.5.12.0055) de autoria do Sindicato
dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados, Frangos Rações Balanceadas,
Alimentação e Afins de Criciúma e Região, que determinou a paralisação integral das
atividades das empresas mencionadas a partir de 21mar. 020.
As empresas Seara Alimentos e JBS Alves Ltda receberam ontem, 21.mar 2020 às 18h21,
decisão liminar em ação de Mandado de Segurança (0000144-18.2020.5.12.0000), que
concedeu o direito de continuidade normal das atividades, visto que se trata as empresas
desempenham atividade essencial - abastecimento da sociedade com proteína animal. As
empresas afirmam adotar medidas de prevenção de contágio com o Coronavírus.
Medidas de contenção anunciadas em 21 mar. 2020
14
Em 21 mar. 2020 o Ministério da Defesa anunciou o Centro de Operações Conjuntas para
atuar na coordenação e planejamento do emprego das Forças Armadas no combate à
COVID-19.
O Governo de São Paulo determinou quarentena em todos os 645 municípios do estado a
partir de 24 mar. 2020. Durante 15 dias, a medida impõe o fechamento do comércio, à
exceção de serviços essenciais (alimentação, abastecimento, saúde, bancos, limpeza e
segurança). A quarentena não afeta o funcionamento de indústrias.
Medida Provisória prevê que Anvisa precisa fornecer recomendação técnica e
fundamentada para restrição excepcional e temporária de entrada e saída do país, e para
locomoção interestadual e intermunicipal. O presidente da República decretou como
serviço público essencial transporte intermunicipal, interestadual e internacional de
passageiros e o transporte de passageiros por táxi ou aplicativo.
SIGILOSO
SIGILOSO
Medidas médico-hospitalares
O MS informou que, por meio de comodato, pretende adquirir equipamentos para realizar
de 30 a 50 mil exames/dia.
O Ministério da Saúde informou que disponibilizará testes rápidos com a finalidade de
vigilância epidemiológica para COVID-19. Os testes da fabricante Wondfo serão usados
somente em profissionais da saúde que entraram em isolamento domiciliar e questão
sintomáticos. Se der positivo no teste, significa que o profissional deve permanecer em
isolamento. Se der negativo ele deve recompor a força de trabalho.
O Ministério da Saúde disponibilizará aos estados cerca de 5 milhões de testes rápidos nos
próximos 8 dias, chegando a 10 milhões nas próximas semanas.
O Presidente da República autorizou a ampliação da produção, pelas Forças Armadas, de
hidroxicloroquina e azitromicina, medicamentos cujo tratamento ainda é feito de maneira
experimental.
O governo do Pará anunciou que tomará alguns procedimentos para acelerar o processo
de licitação e contratação de mão de obra e entregar, o mais rápido possível, os hospitais
Regionais de Itaituba (no oeste), Castanhal (Região Metropolitana de Belém) e de Castelo
dos Sonhos, Distrito de Altamira. Segundo o governo Helder Barbalho explicou que a
decisão foi tomada a partir do avanço da pandemia de Covid-19 no, e tem o respaldo do
decreto de calamidade pública.
***
15
SIGILOSO
SIGILOSO
Medidas médico-hospitalares
O MS informou que, por meio de comodato, pretende adquirir equipamentos para realizar
de 30 a 50 mil exames/dia.
O Ministério da Saúde informou que disponibilizará testes rápidos com a finalidade de
vigilância epidemiológica para COVID-19. Os testes da fabricante Wondfo serão usados
somente em profissionais da saúde que entraram em isolamento domiciliar e questão
sintomáticos. Se der positivo no teste, significa que o profissional deve permanecer em
isolamento. Se der negativo ele deve recompor a força de trabalho.
O Ministério da Saúde disponibilizará aos estados cerca de 5 milhões de testes rápidos nos
próximos 8 dias, chegando a 10 milhões nas próximas semanas.
O Presidente da República autorizou a ampliação da produção, pelas Forças Armadas, de
hidroxicloroquina e azitromicina, medicamentos cujo tratamento ainda é feito de maneira
experimental.
O governo do Pará anunciou que tomará alguns procedimentos para acelerar o processo
de licitação e contratação de mão de obra e entregar, o mais rápido possível, os hospitais
Regionais de Itaituba (no oeste), Castanhal (Região Metropolitana de Belém) e de Castelo
dos Sonhos, Distrito de Altamira. Segundo o governo Helder Barbalho explicou que a
decisão foi tomada a partir do avanço da pandemia de Covid-19 no, e tem o respaldo do
decreto de calamidade pública.
***
15
SIGILOSO