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Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM)
Nov. 1, 2019
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
1/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
REVISÕES
TE: TIPO
A - PRELIMINAR
C - PARA CONHECIMENTO
E - PARA CONSTRUÇÃO
G - CONFORME CONSTRUÍDO
EMISSÃO
B - PARA APROVAÇÃO
D - PARA COTAÇÃO
F - CONFORME COMPRADO
H - CANCELADO
Rev.
TE
A
B
0
1
Descrição
Por
Ver.
Apr.
Aut.
Data
EMISSÃO INICIAL
TTE/LC/
RMI
OVC/
CLP/ SIC
OVC
OVC
06/04/18
C
APROVADO PELO CLIENTE
TTE/LC/
RMI
OVC/
CLP/ SIC
OVC
OVC
24/04/18
C
ALTERAÇÃO NOS ITENS 3.1 E 10.1
TTE/LC/
RMI
OVC/
CLP/ SIC
OVC
OVC
09/07/18
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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1/73
Nº TETRA TECH
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REVISÕES
TE: TIPO
A - PRELIMINAR
C - PARA CONHECIMENTO
E - PARA CONSTRUÇÃO
G - CONFORME CONSTRUÍDO
EMISSÃO
B - PARA APROVAÇÃO
D - PARA COTAÇÃO
F - CONFORME COMPRADO
H - CANCELADO
Rev.
TE
A
B
0
1
Descrição
Por
Ver.
Apr.
Aut.
Data
EMISSÃO INICIAL
TTE/LC/
RMI
OVC/
CLP/ SIC
OVC
OVC
06/04/18
C
APROVADO PELO CLIENTE
TTE/LC/
RMI
OVC/
CLP/ SIC
OVC
OVC
24/04/18
C
ALTERAÇÃO NOS ITENS 3.1 E 10.1
TTE/LC/
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PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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Nº TETRA TECH
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ÍNDICE
ITEM DESCRIÇÃO
PÁGINA
INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 5
1.0
APRESENTAÇÃO E OBJETIVO .................................................................................. 5
2.0
IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM .............................................................. 6
2.1
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR .................................................................... 6
2.2
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS ......................................... 7
2.3
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS ........................................ 8
3.0
DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM ....................................................................... 9
3.1
DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO ....................................................................... 9
3.2
DESCRIÇÃO DOS ACESSOS ..................................................................................... 9
4.0 DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
(NÍVEIS 1, 2 E 3) ................................................................................................................... 12
4.1
DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ...................... 12
4.2
CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA ................................................... 15
5.0
AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA................................ 16
6.0
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS................ 20
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS ........................................... 20
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS............................................. 21
7.0 RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM SITUAÇÃO
DE EMERGÊNCIA ................................................................................................................ 23
8.0
PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA............................ 25
8.1
FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO ........................................................................... 25
8.2
NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO ............................................... 27
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
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ÍNDICE
ITEM DESCRIÇÃO
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INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 5
1.0
APRESENTAÇÃO E OBJETIVO .................................................................................. 5
2.0
IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM .............................................................. 6
2.1
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR .................................................................... 6
2.2
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS ......................................... 7
2.3
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS ........................................ 8
3.0
DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM ....................................................................... 9
3.1
DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO ....................................................................... 9
3.2
DESCRIÇÃO DOS ACESSOS ..................................................................................... 9
4.0 DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
(NÍVEIS 1, 2 E 3) ................................................................................................................... 12
4.1
DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ...................... 12
4.2
CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA ................................................... 15
5.0
AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA................................ 16
6.0
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS................ 20
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS ........................................... 20
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS............................................. 21
7.0 RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM SITUAÇÃO
DE EMERGÊNCIA ................................................................................................................ 23
8.0
PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA............................ 25
8.1
FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO ........................................................................... 25
8.2
NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO ............................................... 27
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.0
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RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA .............................................. 28
9.1
RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A
EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 28
9.2
RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A
EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 29
9.3
RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE
MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA .......................................................................... 30
9.4
RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL .............................................................. 35
10.0 SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO .................................................................. 36
10.1
ESTUDOS HIDROLÓGICOS ...................................................................................... 36
10.2
DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE RUPTURA
37
10.3
PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A JUSANTE
38
11.0 ANEXOS/ APÊNDICES ............................................................................................... 41
11.1 MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 – ESTADO
DE CONSERVAÇÃO) ........................................................................................................... 42
11.2
DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA .......................................................... 43
11.3
DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA ....................................... 45
11.4
AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM...................................... 47
11.5
PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM ........................................................ 52
11.6
PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM ................................................................... 54
11.7
DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO ................................................ 54
11.8
REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM ..................................................... 55
11.9
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 ....................................... 56
11.10 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 ....................................... 61
11.11 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 ....................................... 66
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.0
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RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA .............................................. 28
9.1
RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A
EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 28
9.2
RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A
EMERGÊNCIA ...................................................................................................................... 29
9.3
RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE
MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA .......................................................................... 30
9.4
RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL .............................................................. 35
10.0 SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO .................................................................. 36
10.1
ESTUDOS HIDROLÓGICOS ...................................................................................... 36
10.2
DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE RUPTURA
37
10.3
PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A JUSANTE
38
11.0 ANEXOS/ APÊNDICES ............................................................................................... 41
11.1 MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 – ESTADO
DE CONSERVAÇÃO) ........................................................................................................... 42
11.2
DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA .......................................................... 43
11.3
DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA ....................................... 45
11.4
AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM...................................... 47
11.5
PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM ........................................................ 52
11.6
PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM ................................................................... 54
11.7
DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO ................................................ 54
11.8
REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM ..................................................... 55
11.9
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 ....................................... 56
11.10 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 ....................................... 61
11.11 FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 ....................................... 66
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
11.12 CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS .................... 71
11.13 MAPA DE INUNDAÇÃO ............................................................................................. 72
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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Nº TETRA TECH
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11.12 CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS .................... 71
11.13 MAPA DE INUNDAÇÃO ............................................................................................. 72
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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INTRODUÇÃO
Este documento atualiza e revisa os documentos anteriores, dentro de um processo de
melhoria contínua, à luz da Portaria n° 70.389/2017. Considera-se, portanto, que as versões
protocoladas anteriormente estão canceladas e substituídas pelo presente documento.
Considera-se o Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM) um
documento técnico e de fácil entendimento, elaborado pelo Empreendedor, no qual estão
identificadas as situações de emergência em potencial da barragem, são estabelecidas as
ações a serem executadas nesses casos e definidos os agentes a serem notificados, com o
OBJETIVO DE MINIMIZAR O RISCO DE PERDAS DE VIDAS HUMANAS.
1.0
APRESENTAÇÃO E OBJETIVO
O Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (Volume V do Plano de
Segurança de Barragem) é um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar e
classificar situações que possam pôr em risco a integridade da barragem, e, a partir deste
ponto, estabelecer ações necessárias para sanar as situações de emergência e desencadear
o fluxo de comunicação com os diversos agentes envolvidos.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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INTRODUÇÃO
Este documento atualiza e revisa os documentos anteriores, dentro de um processo de
melhoria contínua, à luz da Portaria n° 70.389/2017. Considera-se, portanto, que as versões
protocoladas anteriormente estão canceladas e substituídas pelo presente documento.
Considera-se o Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM) um
documento técnico e de fácil entendimento, elaborado pelo Empreendedor, no qual estão
identificadas as situações de emergência em potencial da barragem, são estabelecidas as
ações a serem executadas nesses casos e definidos os agentes a serem notificados, com o
OBJETIVO DE MINIMIZAR O RISCO DE PERDAS DE VIDAS HUMANAS.
1.0
APRESENTAÇÃO E OBJETIVO
O Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (Volume V do Plano de
Segurança de Barragem) é um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar e
classificar situações que possam pôr em risco a integridade da barragem, e, a partir deste
ponto, estabelecer ações necessárias para sanar as situações de emergência e desencadear
o fluxo de comunicação com os diversos agentes envolvidos.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.0
2.1
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IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR
Tabela 2.1: Identificação do Empreendedor.
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR
Nome da Estrutura
Empreendedor
CNPJ
Endereço – Sede
Administrativa
Telefone – Sede Administrativa
Diretoria
Departamento
Complexo
Mina
Município
Barragem Sul Superior
VALE S. A
33.592.510/0447-98
Fazenda Gongo Soco, s/nº - Zona Rural - CEP 35.970-000
(31) 3833-6473
Diretoria Executiva Ferrosos e Carvão
Operações Ferrosos Corredor Sudeste
Mariana-Brucutu
Gongo Soco
Barão de Cocais
Estado Minas Gerais
Tipo de Minério Ferro
CONTATOS DO EMPREENDEDOR
Função Nome
Gerente Executivo Fernando Carneiro
Telefone
(31) 99511-8655
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.0
2.1
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Nº TETRA TECH
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IDENTIFICAÇÃO E CONTATOS DO PAEBM
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR
Tabela 2.1: Identificação do Empreendedor.
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR
Nome da Estrutura
Empreendedor
CNPJ
Endereço – Sede
Administrativa
Telefone – Sede Administrativa
Diretoria
Departamento
Complexo
Mina
Município
Barragem Sul Superior
VALE S. A
33.592.510/0447-98
Fazenda Gongo Soco, s/nº - Zona Rural - CEP 35.970-000
(31) 3833-6473
Diretoria Executiva Ferrosos e Carvão
Operações Ferrosos Corredor Sudeste
Mariana-Brucutu
Gongo Soco
Barão de Cocais
Estado Minas Gerais
Tipo de Minério Ferro
CONTATOS DO EMPREENDEDOR
Função Nome
Gerente Executivo Fernando Carneiro
Telefone
(31) 99511-8655
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
Nº VALE
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.2
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LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS
Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência internos
dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Tabela 2.2: Contatos emergenciais internos – Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Versão do Documento para
Protocolo
3
Responsável pelo Documento
Fernando Carneiro
Data
24/04/2018
CONTATO PRIORITÁRIO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Centro de Controle de Emergências e Comunicação (CECOM)
Central de Atendimento (24 horas)
0800-285-0193
Ramal 193
(uso somente interno à Vale)
EMPREENDEDOR, COORDENADOR E EQUIPE DE SEGURANÇA
Empreendedor
Fernando Carneiro
(31) 99511-8655
Coordenador do PAEBM
Juliano Reis
(31) 99957-0570
Rodrigo Lisboa
(31) 99804-4126
Maurício Lemes
0800-285-0193
Ramal 193 (uso somente interno
à Vale)
Geotecnia
Ricardo Leão
(31) 99964-4001
Meio Ambiente
Ricardo Oliveira
(31) 99855-3581
Operação e Manutenção
Francisco Lopes
(31) 99802-9361
Segurança Empresarial
Wancleber Mussel
(31) 99819-2247
Apoio e Logística
Juscélio Frade
(31) 99950-5687
Comunicação
Luciene Cristina
(31) 99962-9670
Jurídico
Solange Costa
(31) 98418-8656
Recursos Humanos
Núbia Ferreira
(31) 99644-0702
Segurança do Trabalho
Alexandre Nagata
(31) 99719-3398
Saúde Ocupacional
Daniel Penna
(31) 99801-2946
Coordenador do PAEBM Suplente
Centro de Controle de
Emergências e Comunicação
(CECOM)
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.2
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Nº TETRA TECH
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LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS INTERNOS
Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência internos
dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Tabela 2.2: Contatos emergenciais internos – Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Versão do Documento para
Protocolo
3
Responsável pelo Documento
Fernando Carneiro
Data
24/04/2018
CONTATO PRIORITÁRIO EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Centro de Controle de Emergências e Comunicação (CECOM)
Central de Atendimento (24 horas)
0800-285-0193
Ramal 193
(uso somente interno à Vale)
EMPREENDEDOR, COORDENADOR E EQUIPE DE SEGURANÇA
Empreendedor
Fernando Carneiro
(31) 99511-8655
Coordenador do PAEBM
Juliano Reis
(31) 99957-0570
Rodrigo Lisboa
(31) 99804-4126
Maurício Lemes
0800-285-0193
Ramal 193 (uso somente interno
à Vale)
Geotecnia
Ricardo Leão
(31) 99964-4001
Meio Ambiente
Ricardo Oliveira
(31) 99855-3581
Operação e Manutenção
Francisco Lopes
(31) 99802-9361
Segurança Empresarial
Wancleber Mussel
(31) 99819-2247
Apoio e Logística
Juscélio Frade
(31) 99950-5687
Comunicação
Luciene Cristina
(31) 99962-9670
Jurídico
Solange Costa
(31) 98418-8656
Recursos Humanos
Núbia Ferreira
(31) 99644-0702
Segurança do Trabalho
Alexandre Nagata
(31) 99719-3398
Saúde Ocupacional
Daniel Penna
(31) 99801-2946
Coordenador do PAEBM Suplente
Centro de Controle de
Emergências e Comunicação
(CECOM)
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.3
Nº VALE
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8/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS
Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência externos
dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Tabela 2.3: Contatos emergenciais externos – Comitê de Gerenciamento de Emergência.
CONTATOS EXTERNOS
Elemento de Notificação
Nome do Responsável
Telefone
DNPM - Nacional
Titular: Victor Hugo Froner Bicca (Diretor Geral)
(61) 3312-6996
(61) 3312-6973
DNPM – Minas Gerais
Titular: Pablo César de Souza
(31) 3194-1200
Defesa Civil Nacional
(SEDEC - Secretaria
Nacional de Proteção e
Defesa Civil)
Titular: Renato Newton Ramlow (Secretário)
(61) 2034-5513
Defesa Civil Estadual
Titular: Fernando Antônio Arantes Cel PM (Coordenador)
(31) 99818-2400
(31) 3236-2100
Semad - Secretaria de
Estado de Meio ambiente
e Desenvolvimento
Sustentável
Prefeitura Municipal de
Barão dos Cocais
Defesa Civil Municipal
Barão dos Cocais
Núcleo de Emergência Ambiental - NEA
(31) 99822-3947
(31) 99825-3947
Décio Geraldo dos Santos (Prefeito)
(31) 3837-7660
(31)3837-3060
Rogério Vidal Bastos (Presidente da Coordenadoria
Municipal de Defesa Civil em Barão dos Cocais e
Secretário de Meio Ambiente)
(31) 3837-7602
(31) 98454-6179
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
2.3
Nº VALE
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8/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
LISTAGEM DE CONTATOS EMERGENCIAIS EXTERNOS
Neste item será apresentada uma tabela com listagem dos contatos de emergência externos
dos membros do Comitê de Gerenciamento de Emergência.
Tabela 2.3: Contatos emergenciais externos – Comitê de Gerenciamento de Emergência.
CONTATOS EXTERNOS
Elemento de Notificação
Nome do Responsável
Telefone
DNPM - Nacional
Titular: Victor Hugo Froner Bicca (Diretor Geral)
(61) 3312-6996
(61) 3312-6973
DNPM – Minas Gerais
Titular: Pablo César de Souza
(31) 3194-1200
Defesa Civil Nacional
(SEDEC - Secretaria
Nacional de Proteção e
Defesa Civil)
Titular: Renato Newton Ramlow (Secretário)
(61) 2034-5513
Defesa Civil Estadual
Titular: Fernando Antônio Arantes Cel PM (Coordenador)
(31) 99818-2400
(31) 3236-2100
Semad - Secretaria de
Estado de Meio ambiente
e Desenvolvimento
Sustentável
Prefeitura Municipal de
Barão dos Cocais
Defesa Civil Municipal
Barão dos Cocais
Núcleo de Emergência Ambiental - NEA
(31) 99822-3947
(31) 99825-3947
Décio Geraldo dos Santos (Prefeito)
(31) 3837-7660
(31)3837-3060
Rogério Vidal Bastos (Presidente da Coordenadoria
Municipal de Defesa Civil em Barão dos Cocais e
Secretário de Meio Ambiente)
(31) 3837-7602
(31) 98454-6179
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
3.0
Nº VALE
PÁGINA
9/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM
3.1
DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO
A Barragem Sul Superior está inserida no município de Barão de Cocais/MG, na Mina Gongo
Soco, pertencente ao Complexo Mariana-Brucutu, administrada pela empresa VALE.
As principais características da estrutura estão listadas na Tabela 3.1.
Tabela 3.1: Dados Gerais da Barragem Sul Superior.
Dados Gerais
Localização (m)
646.814 E e 7.791.205 N (SIRGAS 2000)
Finalidade
Contenção de rejeitos e sedimentos.
Cota da Crista (m)
962,40
NA Normal (m)
954,90
Altura da Barragem (m)
83,0
Volume do Reservatório (m³)*
9.405.392
Tipo de Seção
Drenagem Interna
Barragem constituída por alteamentos a montante, com diques de
itabirito friável (apoiados sobre praia de rejeitos). O último alteamento
por montante, implantado em 4 etapas, é formado por solo itabirito ou
solo coluvionar da área de empréstimo.
Existe uma linha de dreno horizontal profundo e drenos de alívio ao
pé do maciço inicial. Nos alteamentos existe tapete drenante sobre a
praia de rejeitos. Na última fase de alteamentos foi implantado filtro
vertical e tapete drenante tipo sanduíche.
Instrumentação
Piezômetros, indicadores de nível de água e marcos superficiais.
Estrutura Vertente
Vertedor tipo poço-galeria constituído por tomada d'água em torre de
queda retangular, galeria em bloco retangular conectada a uma
tubulação em Armco, implantada na ombreira direita, passando sob o
maciço dos diques de alteamento e seguindo por um canal de
transição trapezoidal, um canal retangular de concreto com descida
em degraus e uma bacia de dissipação.
Cheia de Projeto
PMP
*Volume correspondente à parcela de material (sólidos).
3.2
DESCRIÇÃO DOS ACESSOS
A Barragem Sul Superior está localizada a aproximadamente 100 km de Belo Horizonte. O
acesso a barragem pode ser realizado pela BR-381, sentido Vitória/ES até o entroncamento
com a MG-436, seguindo nesta rodovia em direção a Barão de Cocais até o quilômetro 19. A
partir desse ponto, avança-se por uma estrada em direção à mina Gongo Soco.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
3.0
Nº VALE
PÁGINA
9/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
DESCRIÇÃO GERAL DA BARRAGEM
3.1
DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO
A Barragem Sul Superior está inserida no município de Barão de Cocais/MG, na Mina Gongo
Soco, pertencente ao Complexo Mariana-Brucutu, administrada pela empresa VALE.
As principais características da estrutura estão listadas na Tabela 3.1.
Tabela 3.1: Dados Gerais da Barragem Sul Superior.
Dados Gerais
Localização (m)
646.814 E e 7.791.205 N (SIRGAS 2000)
Finalidade
Contenção de rejeitos e sedimentos.
Cota da Crista (m)
962,40
NA Normal (m)
954,90
Altura da Barragem (m)
83,0
Volume do Reservatório (m³)*
9.405.392
Tipo de Seção
Drenagem Interna
Barragem constituída por alteamentos a montante, com diques de
itabirito friável (apoiados sobre praia de rejeitos). O último alteamento
por montante, implantado em 4 etapas, é formado por solo itabirito ou
solo coluvionar da área de empréstimo.
Existe uma linha de dreno horizontal profundo e drenos de alívio ao
pé do maciço inicial. Nos alteamentos existe tapete drenante sobre a
praia de rejeitos. Na última fase de alteamentos foi implantado filtro
vertical e tapete drenante tipo sanduíche.
Instrumentação
Piezômetros, indicadores de nível de água e marcos superficiais.
Estrutura Vertente
Vertedor tipo poço-galeria constituído por tomada d'água em torre de
queda retangular, galeria em bloco retangular conectada a uma
tubulação em Armco, implantada na ombreira direita, passando sob o
maciço dos diques de alteamento e seguindo por um canal de
transição trapezoidal, um canal retangular de concreto com descida
em degraus e uma bacia de dissipação.
Cheia de Projeto
PMP
*Volume correspondente à parcela de material (sólidos).
3.2
DESCRIÇÃO DOS ACESSOS
A Barragem Sul Superior está localizada a aproximadamente 100 km de Belo Horizonte. O
acesso a barragem pode ser realizado pela BR-381, sentido Vitória/ES até o entroncamento
com a MG-436, seguindo nesta rodovia em direção a Barão de Cocais até o quilômetro 19. A
partir desse ponto, avança-se por uma estrada em direção à mina Gongo Soco.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
10/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
O acesso à Barragem Sul Superior é realizado por via local, dentro da área de mina, conforme
indicado na Figura 3.1.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
10/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
O acesso à Barragem Sul Superior é realizado por via local, dentro da área de mina, conforme
indicado na Figura 3.1.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
11/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Figura 3.1: Detalhe da localização da Barragem Sul Superior.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
11/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Figura 3.1: Detalhe da localização da Barragem Sul Superior.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
4.0
DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E
EMERGÊNCIA (NÍVEIS 1, 2 E 3)
4.1
Nº VALE
PÁGINA
12/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CLASSIFICAÇÃO
DAS
SITUAÇÕES
DE
DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
De acordo com a Portaria nº 70.389/2017 do DNPM, considera-se iniciada uma Situação de
Emergência quando:
I – Iniciar-se uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) da barragem, ou seja:
Sempre que detectadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez)
pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da
Portaria nº 70.389/2017;
E ainda, em qualquer tempo, quando exigidas pelo DNPM, bem como,
independentemente de solicitação formal pela autarquia, após a ocorrência de
eventos excepcionais que possam significar impactos nas condições de
estabilidade;
Ou
II – Em qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura.
A VALE realiza inspeções com equipe própria de segurança da barragem (Geotecnia) que é
capaz de detectar, avaliar e classificar as situações de emergência em potencial, de acordo
com os níveis de emergência. As estruturas da Barragem Sul Superior são inspecionadas de
forma quinzenal (entendidos como aqueles compreendidos entre o primeiro e o décimo-quinto
dia de cada mês e entre o décimo-sexto e último dia de cada mês). No caso de ocorrência de
alguma anomalia, a frequência de inspeção é intensificada para acompanhamento e avaliação
da mesma.
Os principais eventos adversos, que podem desencadear uma situação de emergência para
a Barragem Sul Superior, estão relacionados principalmente a:
Obstrução do sistema extravasor, volume de amortecimento insuficiente para
passagem de onda de cheia ou falhas em estruturas de concreto que podem
ocasionar o galgamento da barragem;
Falhas no sistema de drenagem interna, que podem gerar gradientes
hidráulicos elevados e percolação não controlada de água (piping) no maciço
ou na fundação;
Movimentos de assentamento do maciço, baixa resistência dos materiais de
fundação ou do maciço, elevação das poropressões ou eventos sísmicos, que
podem gerar trincas, deformações e recalques, levando à instabilização da
barragem;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
4.0
DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E
EMERGÊNCIA (NÍVEIS 1, 2 E 3)
4.1
Nº VALE
PÁGINA
12/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CLASSIFICAÇÃO
DAS
SITUAÇÕES
DE
DETECÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
De acordo com a Portaria nº 70.389/2017 do DNPM, considera-se iniciada uma Situação de
Emergência quando:
I – Iniciar-se uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) da barragem, ou seja:
Sempre que detectadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez)
pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da
Portaria nº 70.389/2017;
E ainda, em qualquer tempo, quando exigidas pelo DNPM, bem como,
independentemente de solicitação formal pela autarquia, após a ocorrência de
eventos excepcionais que possam significar impactos nas condições de
estabilidade;
Ou
II – Em qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura.
A VALE realiza inspeções com equipe própria de segurança da barragem (Geotecnia) que é
capaz de detectar, avaliar e classificar as situações de emergência em potencial, de acordo
com os níveis de emergência. As estruturas da Barragem Sul Superior são inspecionadas de
forma quinzenal (entendidos como aqueles compreendidos entre o primeiro e o décimo-quinto
dia de cada mês e entre o décimo-sexto e último dia de cada mês). No caso de ocorrência de
alguma anomalia, a frequência de inspeção é intensificada para acompanhamento e avaliação
da mesma.
Os principais eventos adversos, que podem desencadear uma situação de emergência para
a Barragem Sul Superior, estão relacionados principalmente a:
Obstrução do sistema extravasor, volume de amortecimento insuficiente para
passagem de onda de cheia ou falhas em estruturas de concreto que podem
ocasionar o galgamento da barragem;
Falhas no sistema de drenagem interna, que podem gerar gradientes
hidráulicos elevados e percolação não controlada de água (piping) no maciço
ou na fundação;
Movimentos de assentamento do maciço, baixa resistência dos materiais de
fundação ou do maciço, elevação das poropressões ou eventos sísmicos, que
podem gerar trincas, deformações e recalques, levando à instabilização da
barragem;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
13/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Mau funcionamento do sistema de drenagem superficial e falhas na
cobertura dos taludes, que podem gerar erosões profundas, levando à
instabilização da barragem;
Aumento no nível freático no maciço, perda do comprimento de praia,
declividade excessiva nos taludes, perda de resistência por parte do maciço ou
fundação e eventos sísmicos, que podem gerar deslizamentos e
escorregamentos dos taludes, levando à instabilização da barragem ou
liquefação dos rejeitos.
As situações de emergência que, porventura, possam ocorrer na barragem estão associadas
a determinadas causas, que por sua vez apresentam evidências que possibilitam sua
identificação. As possíveis causas e suas evidências encontram-se apresentadas na Tabela
4.1.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
13/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Mau funcionamento do sistema de drenagem superficial e falhas na
cobertura dos taludes, que podem gerar erosões profundas, levando à
instabilização da barragem;
Aumento no nível freático no maciço, perda do comprimento de praia,
declividade excessiva nos taludes, perda de resistência por parte do maciço ou
fundação e eventos sísmicos, que podem gerar deslizamentos e
escorregamentos dos taludes, levando à instabilização da barragem ou
liquefação dos rejeitos.
As situações de emergência que, porventura, possam ocorrer na barragem estão associadas
a determinadas causas, que por sua vez apresentam evidências que possibilitam sua
identificação. As possíveis causas e suas evidências encontram-se apresentadas na Tabela
4.1.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
14/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Tabela 4.1: Causas e evidências associadas aos modos de falha passíveis de ocorrer.
Modo de Falha
Galgamento
Percolação
não
controlada de
água (piping)
no maciço ou
na fundação
Instabilização
Causa
Evidências1
Volume de amortecimento
insuficiente
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Obstrução do sistema
extravasor
Visualização de objetos, troncos, animais,
solo, etc. dentro e/ou na entrada do sistema
extravasor
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Vazões acima da
capacidade do extravasor
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Gradientes hidráulicos
elevados
Surgências de água
Carreamento de partículas
Variação das poropressões (leitura dos
piezômetros)
Baixa resistência do
material de fundação /
maciço
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
Surgimento de trincas e/ou erosões
Subsidência(s)
Visualização de superfície crítica de ruptura
Eventos sísmicos
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
Surgimento de trincas e/ou erosões
Subsidência(s)
Visualização de superfície crítica de ruptura
Elevação das poropressões
Liquefação dos rejeitos
1Cabe
Leitura de piezômetros
Saturação do maciço
Presença de “sand boil”
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
destacar que as evidências para cada causa apresentada são somente um indicativo inicial, devendo
ser avaliada, por profissional treinado, toda e qualquer anomalia identificada.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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14/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Tabela 4.1: Causas e evidências associadas aos modos de falha passíveis de ocorrer.
Modo de Falha
Galgamento
Percolação
não
controlada de
água (piping)
no maciço ou
na fundação
Instabilização
Causa
Evidências1
Volume de amortecimento
insuficiente
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Obstrução do sistema
extravasor
Visualização de objetos, troncos, animais,
solo, etc. dentro e/ou na entrada do sistema
extravasor
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Vazões acima da
capacidade do extravasor
Diminuição da borda livre
Escoamento de água sobre o talude de
jusante
Gradientes hidráulicos
elevados
Surgências de água
Carreamento de partículas
Variação das poropressões (leitura dos
piezômetros)
Baixa resistência do
material de fundação /
maciço
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
Surgimento de trincas e/ou erosões
Subsidência(s)
Visualização de superfície crítica de ruptura
Eventos sísmicos
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
Surgimento de trincas e/ou erosões
Subsidência(s)
Visualização de superfície crítica de ruptura
Elevação das poropressões
Liquefação dos rejeitos
1Cabe
Leitura de piezômetros
Saturação do maciço
Presença de “sand boil”
Recalque diferencial do maciço ou ruptura de
taludes
destacar que as evidências para cada causa apresentada são somente um indicativo inicial, devendo
ser avaliada, por profissional treinado, toda e qualquer anomalia identificada.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
4.2
Nº VALE
PÁGINA
15/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA
As situações de emergência, classificadas em Níveis de Emergência conforme Portaria no
70.389/2017 do DNPM, são apresentadas na Tabela 4.2.
Tabela 4.2: Níveis de Segurança.
NÍVEL DE
EMERGÊNCIA
DEFINIÇÃO
NÍVEL 1
Caracteriza-se por uma situação quando detectada
anomalia que resulte na pontuação máxima de 10 (dez)
pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria
de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, ou seja, quando
iniciada uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) e para
qualquer outra situação com potencial comprometimento
de segurança da estrutura.
NÍVEL 2
NÍVEL 3
Quando o resultado das ações adotadas na anomalia de
Nível 1 for classificado como “não controlado”, de acordo a
Portaria nº 70.389/2017, que estabelece como “não
controlado”, quando a anomalia que resultou na pontuação
máxima de 10 (dez) pontos não foi controlada e tampouco
extinta, necessitando de uma nova ISE e de novas
intervenções a fim de eliminá-la.
Caracteriza-se por uma situação de ruptura iminente ou
que está ocorrendo.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
4.2
Nº VALE
PÁGINA
15/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EMERGÊNCIA
As situações de emergência, classificadas em Níveis de Emergência conforme Portaria no
70.389/2017 do DNPM, são apresentadas na Tabela 4.2.
Tabela 4.2: Níveis de Segurança.
NÍVEL DE
EMERGÊNCIA
DEFINIÇÃO
NÍVEL 1
Caracteriza-se por uma situação quando detectada
anomalia que resulte na pontuação máxima de 10 (dez)
pontos no Estado de Conservação da Matriz de Categoria
de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, ou seja, quando
iniciada uma Inspeção de Segurança Especial (ISE) e para
qualquer outra situação com potencial comprometimento
de segurança da estrutura.
NÍVEL 2
NÍVEL 3
Quando o resultado das ações adotadas na anomalia de
Nível 1 for classificado como “não controlado”, de acordo a
Portaria nº 70.389/2017, que estabelece como “não
controlado”, quando a anomalia que resultou na pontuação
máxima de 10 (dez) pontos não foi controlada e tampouco
extinta, necessitando de uma nova ISE e de novas
intervenções a fim de eliminá-la.
Caracteriza-se por uma situação de ruptura iminente ou
que está ocorrendo.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
5.0
Nº VALE
PÁGINA
16/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA
Uma vez identificada uma situação adversa no barramento, sua gravidade é avaliada com a
classificação do nível de emergência pela Equipe de Geotecnia, que informa ao Coordenador
para início das ações.
Na sequência, o empreendedor declara a Situação de Emergência e executa as ações de
resposta à ocorrência.
Para descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA,
consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3.
Para descrição sintética das principais SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA, por nível de
emergência, associadas aos modos de falha possíveis, consulte Tabela 6.1. Salienta-se que
outras situações poderão ser identificadas, as quais deverão ser avaliadas e classificadas pela
equipe de segurança da barragem (geotecnia).
Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada
situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos
Apêndices 11.9 a 11.11.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
5.0
Nº VALE
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16/73
Nº TETRA TECH
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AÇÕES ESPERADAS PARA CADA NÍVEL DE EMERGÊNCIA
Uma vez identificada uma situação adversa no barramento, sua gravidade é avaliada com a
classificação do nível de emergência pela Equipe de Geotecnia, que informa ao Coordenador
para início das ações.
Na sequência, o empreendedor declara a Situação de Emergência e executa as ações de
resposta à ocorrência.
Para descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA,
consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3.
Para descrição sintética das principais SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA, por nível de
emergência, associadas aos modos de falha possíveis, consulte Tabela 6.1. Salienta-se que
outras situações poderão ser identificadas, as quais deverão ser avaliadas e classificadas pela
equipe de segurança da barragem (geotecnia).
Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada
situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos
Apêndices 11.9 a 11.11.
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Nº VALE
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
17/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1* (NE-1)
Situação Adversa identificada resultante na pontuação máxima de 10 pontos em qualquer coluna do quadro Estado de Conservação e qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Informar o Início de Situação de
Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação de
Emergência para Defesa Civil e
Prefeituras
Receber informação de Início
Situação de Emergência
INÍCIO
Informar ao
CECOM/Empreendedor NE-1
Declarar Situação de Emergência
NE-1
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Segurança Empresarial
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante no
SIGBM e preechimento diário
da"Fichas de Inspeção Especial"
até que a situação de emergência
esteja extinta ou controlada
Realizar Inspeções de Segurança
Especiais diariamente
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
Comandar a execução das ações definidas
Avaliar os impactos ambientais
Verificar disponibilidade de recursos
Propor ações mitigadoras
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Passar para o Fluxo
de Notificação do
Nível de Emergência
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
SIM
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as
ações de reparo
Verificar a segurança da
estrutura e os níveis dos
instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-1. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.1: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 1 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
17/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1* (NE-1)
Situação Adversa identificada resultante na pontuação máxima de 10 pontos em qualquer coluna do quadro Estado de Conservação e qualquer outra situação com potencial comprometimento de segurança da estrutura
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Informar o Início de Situação de
Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação de
Emergência para Defesa Civil e
Prefeituras
Receber informação de Início
Situação de Emergência
INÍCIO
Informar ao
CECOM/Empreendedor NE-1
Declarar Situação de Emergência
NE-1
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Segurança Empresarial
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante no
SIGBM e preechimento diário
da"Fichas de Inspeção Especial"
até que a situação de emergência
esteja extinta ou controlada
Realizar Inspeções de Segurança
Especiais diariamente
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
Comandar a execução das ações definidas
Avaliar os impactos ambientais
Verificar disponibilidade de recursos
Propor ações mitigadoras
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Passar para o Fluxo
de Notificação do
Nível de Emergência
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
SIM
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as
ações de reparo
Verificar a segurança da
estrutura e os níveis dos
instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-1. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.1: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 1 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
18/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2* (NE-2)
Situação Adversa do Nível de Emergência 1 não foi Extinta ou Controlada
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
ZAS
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação
de Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Evacuar e deslocar para
pontos de encontro
Solicitar ao
CECOM
acionamento
do alerta na
ZAS
Alertar a ZAS
Anomalia NE-1 não foi
extinta ou controlada ou
situação já iniciou no
NE-2
Comunicar
Situação de
Emergência à
Defesa Civil e
Prefeituras
INÍCIO
Informar ao CECOM/Empreendedor
NE-2
Declarar Situação de
Emergência NE-2
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Segurança Empresarial
Apoio e Logística
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante no
SIGBM e preechimento diário
da"Fichas de Inspeção Especial"
até que a situação de emergência
esteja extinta ou controlada
Comandar a execução das ações definidas
Verificar disponibilidade de recursos
Realizar Inspeções de
Segurança Especiais
diariamente
Comunicação
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Jurídico
Recursos Humanos
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
Segurança do Trabalho
SIM
Saúde Ocupacional
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Passar para o Fluxo
de Notificação do Nível
de Emergência 3
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as
ações de reparo
Verificar a segurança da
estrutura e os níveis dos
instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-2. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.2: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 2 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
Avaliar os impactos ambientais
Propor ações mitigadoras
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
18/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2* (NE-2)
Situação Adversa do Nível de Emergência 1 não foi Extinta ou Controlada
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
ZAS
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação
de Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Evacuar e deslocar para
pontos de encontro
Solicitar ao
CECOM
acionamento
do alerta na
ZAS
Alertar a ZAS
Anomalia NE-1 não foi
extinta ou controlada ou
situação já iniciou no
NE-2
Comunicar
Situação de
Emergência à
Defesa Civil e
Prefeituras
INÍCIO
Informar ao CECOM/Empreendedor
NE-2
Declarar Situação de
Emergência NE-2
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Segurança Empresarial
Apoio e Logística
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante no
SIGBM e preechimento diário
da"Fichas de Inspeção Especial"
até que a situação de emergência
esteja extinta ou controlada
Comandar a execução das ações definidas
Verificar disponibilidade de recursos
Realizar Inspeções de
Segurança Especiais
diariamente
Comunicação
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Jurídico
Recursos Humanos
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
Segurança do Trabalho
SIM
Saúde Ocupacional
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Passar para o Fluxo
de Notificação do Nível
de Emergência 3
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as
ações de reparo
Verificar a segurança da
estrutura e os níveis dos
instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-2. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.2: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 2 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
Avaliar os impactos ambientais
Propor ações mitigadoras
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
19/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3* (NE-3)
Situação de Ruptura Iminente ou Ocorrendo
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
ZAS
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação
de Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Comunicar Situação de Emergência
à Defesa Civil e Prefeituras
Evacuar
IMEDIATAMENTE e
deslocar para pontos
de encontro
Alertar imediatamente a ZAS
Anomalia NE-1, ou NE-2
não foi extinta ou
controlada ou situação já
iniciou no NE-3
INÍCIO
Informar ao
CECOM/Empreendedor
NE-3
Declarar Situação de Emergência
NE-3
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Comandar a execução das ações definidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Verificar disponibilidade de recursos
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante
no SIGBM e preechimento
diário da"Fichas de Inspeção
Especial" até que a situação
de emergência esteja extinta
ou controlada
Segurança Empresarial
Apoio e Logística
Comunicação
Jurídico
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Recursos Humanos
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
Segurança do Trabalho
SIM
Saúde Ocupacional
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
estabelecidos
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Avaliar os impactos ambientais
Realizar Inspeções de Segurança
Especiais diariamente
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as ações
de reparo
Verificar a estrutura e os níveis
dos instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-3. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.3: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 3 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
Propor ações mitigadoras
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
19/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3* (NE-3)
Situação de Ruptura Iminente ou Ocorrendo
DNPM Nacional
DNPM - Superintendência Minas
Gerais
Defesa Civil
(Nacional, Estadual e Municipal)
Órgão Ambiental
ZAS
CECOM
Coordenador do PAEBM
Empreendedor
Geotecnia
Operação e Manutenção
Meio Ambiente
Prefeituras
Informar o Início de Situação
de Emergência ao órgão
ambiental
Receber informação de Início
Situação de Emergência.
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Informar o Início de Situação
de Emergência ao DNPM
Receber informação de Início
Situação de Emergência
Comunicar Situação de Emergência
à Defesa Civil e Prefeituras
Evacuar
IMEDIATAMENTE e
deslocar para pontos
de encontro
Alertar imediatamente a ZAS
Anomalia NE-1, ou NE-2
não foi extinta ou
controlada ou situação já
iniciou no NE-3
INÍCIO
Informar ao
CECOM/Empreendedor
NE-3
Declarar Situação de Emergência
NE-3
Acionar o Comitê de Emergência
Local
Acompanhar e coordenar o andamento
das ações estabelecidas
Acionar as demais equipes para
dar suporte ao Comitê de
Emergência Local
Avaliar e propor ações
mitigadoras
Comandar a execução das ações definidas
Estar à disposição da Defesa Civil
Verificar disponibilidade de recursos
Enviar diariamente "Extrato de
Inspeção Especial" constante
no SIGBM e preechimento
diário da"Fichas de Inspeção
Especial" até que a situação
de emergência esteja extinta
ou controlada
Segurança Empresarial
Apoio e Logística
Comunicação
Jurídico
Providenciar recursos
faltantes com o apoio
do Coordenador
Recursos Humanos
NÃO
Todos os
recursos
necessários
estão
disponíveis?
Segurança do Trabalho
SIM
Saúde Ocupacional
Acompanhar e registrar as ações
emergênciais a serem desenvolvidas
e os fluxos de comunicação
estabelecidos
Receber Extrato de
Inspeção Especial via
SIGBM
Avaliar os impactos ambientais
Realizar Inspeções de Segurança
Especiais diariamente
NÃO
Situação de
Emergência
foi extinta ou
controlada?
Acompanhar e registrar as ações
de reparo
Verificar a estrutura e os níveis
dos instrumentos
SIM
Notificar o
encerramento ao
CECOM e seguir
procedimentos
conforme Portaria
DNPM 70.389
TÉRMINO
Nota 1: Este Fluxograma de notificação apresenta os principais envolvidos quando do acionamento do NE-3. Outros grupos também poderão participar da Notificação, a critério do Empreendedor e/ou Coordenador do PAEBM.
Nota 2: O PAEBM não se ateve a definir as ações específicas das entidades externas (Defesa Civil, Prefeitura, Órgão Ambiental e DNPM).
Nota 3: Cada Equipe responsável pelo atendimento de emergência deverá consultar os procedimentos específicos da área para estabelecimento no item Responsabilidades Gerais no PAEBM
Figura 5.3: Fluxograma de Notificação para Nível de Emergência 3 da Barragem Sul Superior (Mina Gonco Soco).
Implantar medidas
corretivas
Propor ações mitigadoras
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
6.0
6.1
Nº VALE
PÁGINA
20/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS
Os procedimentos preventivos têm como finalidade garantir a integridade da estrutura e a
manutenção do nível aceitável da sua condição de segurança, de modo a evitar situações que
ponham em risco a barragem e a área a jusante. Estes procedimentos fazem parte do sistema
de gestão de segurança da VALE.
Em linhas gerais, os procedimentos preventivos para garantir a condição de segurança e o
funcionamento adequado de todos os componentes da barragem consistem nos itens
mencionados a seguir.
6.1.1
Inspeções de Segurança Regular (ISR)
A VALE realiza inspeção de segurança regular com frequência mínima quinzenal na Barragem
Sul Superior. As inspeções são realizadas pela equipe técnica interna de geotecnia da VALE
por meio de visualizações de campo de todos os componentes da barragem, buscando
identificar problemas instalados ou passíveis de ocorrerem, com o respectivo registro em
Ficha de Inspeção Regular.
Em caso de identificação de alguma anomalia, é realizado o registro na ficha de inspeção. O
engenheiro geotécnico avalia a anomalia e determina sua severidade. Caso sejam
constatadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez) pontos no Estado de
Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, é prevista, dentro
dos processos da VALE, a abertura das ações previstas no PAEBM, bem como a realização
de Inspeção de Segurança Especial (ISE).
Caso seja constatada uma situação de emergência, deverão ser realizados os “Procedimentos
Corretivos” descritos no item 6.1. Para anomalias não emergenciais são elaborados os planos
de ação preventivos.
6.1.2
Monitoramento (Leituras e Análise da Instrumentação)
A Barragem Sul Superior conta com piezômetros, indicadores de nível d’água e marcos
superficiais.
As leituras da instrumentação são realizadas pela equipe técnica da barragem e analisadas
por engenheiro geotécnico, tendo-se como objetivos correlacionar as leituras dos instrumentos
com os níveis de controle e detectar condições insatisfatórias na barragem que não foram
possíveis de serem observadas pela inspeção visual.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
6.0
6.1
Nº VALE
PÁGINA
20/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS E CORRETIVOS
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS
Os procedimentos preventivos têm como finalidade garantir a integridade da estrutura e a
manutenção do nível aceitável da sua condição de segurança, de modo a evitar situações que
ponham em risco a barragem e a área a jusante. Estes procedimentos fazem parte do sistema
de gestão de segurança da VALE.
Em linhas gerais, os procedimentos preventivos para garantir a condição de segurança e o
funcionamento adequado de todos os componentes da barragem consistem nos itens
mencionados a seguir.
6.1.1
Inspeções de Segurança Regular (ISR)
A VALE realiza inspeção de segurança regular com frequência mínima quinzenal na Barragem
Sul Superior. As inspeções são realizadas pela equipe técnica interna de geotecnia da VALE
por meio de visualizações de campo de todos os componentes da barragem, buscando
identificar problemas instalados ou passíveis de ocorrerem, com o respectivo registro em
Ficha de Inspeção Regular.
Em caso de identificação de alguma anomalia, é realizado o registro na ficha de inspeção. O
engenheiro geotécnico avalia a anomalia e determina sua severidade. Caso sejam
constatadas anomalias com pontuação máxima de 10 (dez) pontos no Estado de
Conservação da Matriz de Categoria de Risco, da Portaria nº 70.389/2017, é prevista, dentro
dos processos da VALE, a abertura das ações previstas no PAEBM, bem como a realização
de Inspeção de Segurança Especial (ISE).
Caso seja constatada uma situação de emergência, deverão ser realizados os “Procedimentos
Corretivos” descritos no item 6.1. Para anomalias não emergenciais são elaborados os planos
de ação preventivos.
6.1.2
Monitoramento (Leituras e Análise da Instrumentação)
A Barragem Sul Superior conta com piezômetros, indicadores de nível d’água e marcos
superficiais.
As leituras da instrumentação são realizadas pela equipe técnica da barragem e analisadas
por engenheiro geotécnico, tendo-se como objetivos correlacionar as leituras dos instrumentos
com os níveis de controle e detectar condições insatisfatórias na barragem que não foram
possíveis de serem observadas pela inspeção visual.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
6.1.3
Nº VALE
PÁGINA
21/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Manutenção
Os serviços de manutenção da barragem também são acionados a partir de observações
constatadas nas inspeções regulares, durante a operação e/ou em auditorias realizadas por
empresas contratadas. A manutenção é programada e realizada de modo a evitar o
surgimento de uma possível anomalia ou a progressão da mesma, evitando comprometer a
operação e segurança da estrutura.
A VALE mantém o barramento com revestimento vegetal controlado, livre de vegetação
arbustiva e arbórea permitindo inspeção visual adequada da estrutura.
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS
Os procedimentos corretivos devem ser executados caso ocorram problemas de desempenho
que possam afetar a segurança da barragem, ou seja, quando detectada alguma anomalia
que caracterize uma situação de emergência na barragem. Essas ações possuem
prioridade de atendimento pela equipe de Operação e Manutenção.
Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada
situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos
Apêndices 11.9 a 11.11.
Para a descrição dos RECURSOS DISPONÍVEIS para serem utilizados no tratamento das
causas de situações adversas identificadas na barragem, materiais, equipamentos e
ferramentas para essas situações, assim como a localização e forma de detecção, consulte o
Item 6.1.
Destaca-se que os equipamentos disponíveis não são alocados para atendimento à
emergência, eles são equipamentos que compõem o quadro operacional da empresa e
na declaração da emergência serão revertidos diretamente para controle e mitigação da
situação adversa identificada.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
6.1.3
Nº VALE
PÁGINA
21/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Manutenção
Os serviços de manutenção da barragem também são acionados a partir de observações
constatadas nas inspeções regulares, durante a operação e/ou em auditorias realizadas por
empresas contratadas. A manutenção é programada e realizada de modo a evitar o
surgimento de uma possível anomalia ou a progressão da mesma, evitando comprometer a
operação e segurança da estrutura.
A VALE mantém o barramento com revestimento vegetal controlado, livre de vegetação
arbustiva e arbórea permitindo inspeção visual adequada da estrutura.
6.1
DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CORRETIVOS
Os procedimentos corretivos devem ser executados caso ocorram problemas de desempenho
que possam afetar a segurança da barragem, ou seja, quando detectada alguma anomalia
que caracterize uma situação de emergência na barragem. Essas ações possuem
prioridade de atendimento pela equipe de Operação e Manutenção.
Para a descrição detalhada das AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS para cada
situação de emergência, por nível de emergência, consulte as Fichas de Emergência nos
Apêndices 11.9 a 11.11.
Para a descrição dos RECURSOS DISPONÍVEIS para serem utilizados no tratamento das
causas de situações adversas identificadas na barragem, materiais, equipamentos e
ferramentas para essas situações, assim como a localização e forma de detecção, consulte o
Item 6.1.
Destaca-se que os equipamentos disponíveis não são alocados para atendimento à
emergência, eles são equipamentos que compõem o quadro operacional da empresa e
na declaração da emergência serão revertidos diretamente para controle e mitigação da
situação adversa identificada.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
22/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Tabela 6.1: Relação das situações de emergência com respectivos Níveis de Emergência e Fichas de Emergência.
Nível de
Emergência
(NE)
Ficha de
emergência
correspondente
1
FICHA Nº 1
2
FICHA Nº 5
3
FICHA Nº 9
1
FICHA Nº 2
2
FICHA Nº 6
3
FICHA Nº 10
1
FICHA Nº 3
2
FICHA Nº 7
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
3
FICHA Nº 11
Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de
comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos).
1
FICHA Nº 4
2
FICHA Nº 8
3
FICHA Nº 12
Situação de Emergência
Modos de
Falha
Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente; redução da borda
livre.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Galgamento
Galgamento do barramento com abertura de brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do material
contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Erosão regressiva (piping) com evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. Ruptura iminente ou está
ocorrendo.
Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da
estrutura (deformações e recalque).
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
Percolação não
controlada de
água (piping)
no maciço ou
na fundação
Instabilização
Instabilização
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
22/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Tabela 6.1: Relação das situações de emergência com respectivos Níveis de Emergência e Fichas de Emergência.
Nível de
Emergência
(NE)
Ficha de
emergência
correspondente
1
FICHA Nº 1
2
FICHA Nº 5
3
FICHA Nº 9
1
FICHA Nº 2
2
FICHA Nº 6
3
FICHA Nº 10
1
FICHA Nº 3
2
FICHA Nº 7
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
3
FICHA Nº 11
Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com potencial de
comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos).
1
FICHA Nº 4
2
FICHA Nº 8
3
FICHA Nº 12
Situação de Emergência
Modos de
Falha
Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente; redução da borda
livre.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Galgamento
Galgamento do barramento com abertura de brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do material
contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Erosão regressiva (piping) com evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. Ruptura iminente ou está
ocorrendo.
Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da segurança da
estrutura (deformações e recalque).
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
As ações adotadas no NE-1 não foram efetivas e, portanto, a anomalia não foi extinta ou controlada.
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está ocorrendo.
Percolação não
controlada de
água (piping)
no maciço ou
na fundação
Instabilização
Instabilização
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
7.0
Nº VALE
PÁGINA
23/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
PARA TRATAMENTO DAS CAUSAS DA SITUAÇÃO ADVERSA IDENTIFICADA NA
BARRAGEM, ver Tabela 7.1 que descreve os RECURSOS DISPONÍVEIS a serem utilizados.
Os recursos descritos na Tabela 7.1 estão disponíveis dentro do processo de operação
da mina / planta de beneficiamento e, em caso de emergência, serão revertidos para
atendimento no controle da situação adversa.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
7.0
Nº VALE
PÁGINA
23/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
RECURSOS MATERIAIS E LOGÍSTICOS DISPONÍVEIS PARA USO EM
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
PARA TRATAMENTO DAS CAUSAS DA SITUAÇÃO ADVERSA IDENTIFICADA NA
BARRAGEM, ver Tabela 7.1 que descreve os RECURSOS DISPONÍVEIS a serem utilizados.
Os recursos descritos na Tabela 7.1 estão disponíveis dentro do processo de operação
da mina / planta de beneficiamento e, em caso de emergência, serão revertidos para
atendimento no controle da situação adversa.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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24/73
Nº TETRA TECH
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Tabela 7.1: Estimativa de materiais/equipamentos disponíveis e sua locação.
Material / Equipamento
Localização
Área Responsável
Ambulância
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Veículos leves
Equipes de Segurança de barragem
Operação, Manutenção, Geotecnia,
Meio Ambiente
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Caminhão de Combate a
incêndio
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Torres de Iluminação e
lanternas
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Fita Sinalizadora
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Cones p/ isolamento e
sinalização
Barco Inflável
Equipamento de Terraplenagem
Tratores de esteira e pneu
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão basculante
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão pipa
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Motoniveladoras
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Retroescavadeira e
escavadeira
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Pás carregadeiras
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Equipamento Rebaixamento Nível de Água
Bomba submersível
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Notas:
1. Ver contatos telefônicos da área responsável pelo material/equipamento na tabela do item 2.2 “Listagem de
contatos emergenciais internos”;
2. Á área de atendimento a emergência da unidade operacional possui equipamentos e materiais para atuar
em distintos cenários de emergência da mineração;
3. Os materiais de construção, eventualmente necessários, tais como: cal, bentonita, cimento, areia, brita (1 a
3), sacos aniagem, ráfia, juta ou similar, manta de geotêxtil drenante (tipo Bidim), deverão ser adquiridos
com fornecedores locais.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Tabela 7.1: Estimativa de materiais/equipamentos disponíveis e sua locação.
Material / Equipamento
Localização
Área Responsável
Ambulância
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Veículos leves
Equipes de Segurança de barragem
Operação, Manutenção, Geotecnia,
Meio Ambiente
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Caminhão de Combate a
incêndio
Emergência da Unidade Operacional
Saúde Ocupacional
Torres de Iluminação e
lanternas
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Fita Sinalizadora
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Cones p/ isolamento e
sinalização
Barco Inflável
Equipamento de Terraplenagem
Tratores de esteira e pneu
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão basculante
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Caminhão pipa
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Motoniveladoras
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Retroescavadeira e
escavadeira
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Pás carregadeiras
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Equipamento Rebaixamento Nível de Água
Bomba submersível
Operação e Infraestrutura da Unidade
Operacional
Operação e Manutenção
Notas:
1. Ver contatos telefônicos da área responsável pelo material/equipamento na tabela do item 2.2 “Listagem de
contatos emergenciais internos”;
2. Á área de atendimento a emergência da unidade operacional possui equipamentos e materiais para atuar
em distintos cenários de emergência da mineração;
3. Os materiais de construção, eventualmente necessários, tais como: cal, bentonita, cimento, areia, brita (1 a
3), sacos aniagem, ráfia, juta ou similar, manta de geotêxtil drenante (tipo Bidim), deverão ser adquiridos
com fornecedores locais.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
8.0
8.1
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25/73
Nº TETRA TECH
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PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA
FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO
OBJETIVO DO FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO: Demonstrar o processo de tomada de
decisão em uma situação de emergência, de modo a sistematizar as comunicações entre
todos os envolvidos (agentes internos da empresa, responsáveis pela segurança da
barragem, e de autoridades no ambiente externo, representados pelos organismos da defesa
civil municipal, estadual e nacional e demais autoridades públicas competentes).
Para a descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA,
consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3.
Para a descrição das RESPONSABILIDADES DE CADA GRUPO da equipe de segurança
da barragem, consulte Item 9.3.
A Figura 8.1 apresenta o Organograma de Notificação associado ao nível de emergência.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
8.0
8.1
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25/73
Nº TETRA TECH
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PROCEDIMENTOS DE NOTIFICAÇÃO E SISTEMA DE ALERTA
FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO
OBJETIVO DO FLUXOGRAMA DE NOTIFICAÇÃO: Demonstrar o processo de tomada de
decisão em uma situação de emergência, de modo a sistematizar as comunicações entre
todos os envolvidos (agentes internos da empresa, responsáveis pela segurança da
barragem, e de autoridades no ambiente externo, representados pelos organismos da defesa
civil municipal, estadual e nacional e demais autoridades públicas competentes).
Para a descrição dos FLUXOS DE AÇÕES ESPERADAS POR NÍVEL DE EMERGÊNCIA,
consulte Figura 5.1, Figura 5.2 e Figura 5.3.
Para a descrição das RESPONSABILIDADES DE CADA GRUPO da equipe de segurança
da barragem, consulte Item 9.3.
A Figura 8.1 apresenta o Organograma de Notificação associado ao nível de emergência.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS DE MINERAÇÃO
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
PÁGINA
26/73
Nº TETRA TECH
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NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 (NE-1)
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 (NE-2)
CECOM
COORDENADOR
CECOM
CECOM
EMPREENDEDOR
ZAS
ZAS
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
GEOTECNIA
DNPM
MEIO AMBIENTE
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
APOIO E LOGÍSTICA
COMUNICAÇÃO
JURÍDICO
AGENTES
EXTERNOS
AGENTES
INTERNOS
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
MEIO AMBIENTE
AGENTES
EXTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
DNPM
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
GEOTECNIA
AGENTES
INTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
AGENTES
EXTERNOS
AGENTES
INTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
NOTIFICAÇÕES E ACIONAMENTOS POR NÍVEL DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
EMPREENDEDOR
COORDENADOR
EMPREENDEDOR
COORDENADOR
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 (NE-3)
GEOTECNIA
DNPM
MEIO AMBIENTE
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
APOIO E LOGÍSTICA
COMUNICAÇÃO
JURÍDICO
RECURSOS HUMANOS
RECURSOS HUMANOS
SEGURANÇA DO TRABALHO
SEGURANÇA DO TRABALHO
SAÚDE OCUPACIONAL
SAÚDE OCUPACIONAL
Figura 8.1: Organograma de Notificação.
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Nº VALE
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
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26/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1 (NE-1)
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2 (NE-2)
CECOM
COORDENADOR
CECOM
CECOM
EMPREENDEDOR
ZAS
ZAS
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
GEOTECNIA
DNPM
MEIO AMBIENTE
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
APOIO E LOGÍSTICA
COMUNICAÇÃO
JURÍDICO
AGENTES
EXTERNOS
AGENTES
INTERNOS
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
MEIO AMBIENTE
AGENTES
EXTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
DNPM
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
COMITÊ DE EMERGÊNCIA LOCAL
GEOTECNIA
AGENTES
INTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
AGENTES
EXTERNOS
AGENTES
INTERNOS
EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM
NOTIFICAÇÕES E ACIONAMENTOS POR NÍVEL DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
EMPREENDEDOR
COORDENADOR
EMPREENDEDOR
COORDENADOR
NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3 (NE-3)
GEOTECNIA
DNPM
MEIO AMBIENTE
ÓRGÃOS COMPETENTES
AMBIENTAIS
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
PREFEITURAS
SEGURANÇA EMPRESARIAL
DEFESA CIVIL NACIONAL,
ESTADUAL E MUNICIPAL
APOIO E LOGÍSTICA
COMUNICAÇÃO
JURÍDICO
RECURSOS HUMANOS
RECURSOS HUMANOS
SEGURANÇA DO TRABALHO
SEGURANÇA DO TRABALHO
SAÚDE OCUPACIONAL
SAÚDE OCUPACIONAL
Figura 8.1: Organograma de Notificação.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
8.2
Nº VALE
PÁGINA
27/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO
É previsto já no fluxograma de notificação NÍVEL 2, O ALERTA NA ZONA DE
AUTOSSALVAMENTO (ZAS), DE FORMA ANTECIPADA, BUSCANDO O CONCEITO DE
PRONTIDÃO PARA EVACUAÇÃO DAS PESSOAS PARA PONTOS DE ENCONTRO
(ÁREAS SEGURAS).
As equipes de emergência da VALE e recursos da empresa, uma vez acionados, ficarão de
prontidão em suas bases e/ou serão deslocadas para pontos estratégicos conforme
necessidade de aviso às comunidades presentes na área.
Diferentes mecanismos de comunicação serão utilizados, com o uso de acionamentos
sonoros, comunicação direta com deslocamento imediato a área e contatos para telefones
cadastrados da comunidade e demais agentes públicos.
Recebida a comunicação por parte da VALE na região da ZAS as pessoas serão orientadas
a se deslocar pelas ROTAS DE FUGA até os PONTOS DE ENCONTRO, seguindo sinalização
presente na área.
Para visualização das ROTAS DE FUGA e PONTOS DE ENCONTRO, ver mapa de
inundação no ANEXO 11.13.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
8.2
Nº VALE
PÁGINA
27/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
NOTIFICAÇÃO NA ZONA DE AUTOSSALVAMENTO
É previsto já no fluxograma de notificação NÍVEL 2, O ALERTA NA ZONA DE
AUTOSSALVAMENTO (ZAS), DE FORMA ANTECIPADA, BUSCANDO O CONCEITO DE
PRONTIDÃO PARA EVACUAÇÃO DAS PESSOAS PARA PONTOS DE ENCONTRO
(ÁREAS SEGURAS).
As equipes de emergência da VALE e recursos da empresa, uma vez acionados, ficarão de
prontidão em suas bases e/ou serão deslocadas para pontos estratégicos conforme
necessidade de aviso às comunidades presentes na área.
Diferentes mecanismos de comunicação serão utilizados, com o uso de acionamentos
sonoros, comunicação direta com deslocamento imediato a área e contatos para telefones
cadastrados da comunidade e demais agentes públicos.
Recebida a comunicação por parte da VALE na região da ZAS as pessoas serão orientadas
a se deslocar pelas ROTAS DE FUGA até os PONTOS DE ENCONTRO, seguindo sinalização
presente na área.
Para visualização das ROTAS DE FUGA e PONTOS DE ENCONTRO, ver mapa de
inundação no ANEXO 11.13.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.0
Nº VALE
PÁGINA
28/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA
As atuações no PAEBM estão divididas em dois níveis:
INTERNO: atuação é exercida por funcionários da VALE que têm como responsabilidades: a
detecção, avaliação e classificação da emergência, bem como a tomada de decisão, a
execução das ações corretivas, o alerta à população da zona de autossalvamento e a
notificação/comunicação aos agentes externos.
EXTERNO: atuação dos agentes externos (autoridades e órgãos públicos) que têm como
responsabilidade formal atuar durante a ocorrência de situações de emergência nos
municípios, por meio da ação coordenada entre estes nas diferentes esferas (municipal,
estadual e/ou federal).
9.1
RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A
EMERGÊNCIA
De acordo com a Portaria no 70.389/2017 do DNPM, o Empreendedor é definido como o
agente privado ou governamental que explora a barragem para benefício próprio ou da
coletividade.
Das responsabilidades durante as ações de emergência, cabe ao Empreendedor da barragem
de mineração:
Declarar situação de emergência e executar as ações descritas no PAEBM;
Executar as ações e notificações previstas no fluxograma;
Notificar a defesa civil estadual, municipal e nacional, a(s) prefeitura(s)
envolvida(s), os órgãos ambientais competentes e o DNPM em caso de situação
de emergência;
Emitir e enviar via SIGBM a Declaração de Encerramento de Emergência de
acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria no 70.389/2017, em até 5 (cinco)
dias após o encerramento da citada emergência;
Providenciar a elaboração do Relatório de Causas e Consequências do Evento
de Emergência em Nível 3, conforme Art. 40 da Portaria no 70.389/2017, com a
ciência do responsável legal da barragem, dos organismos de defesa civil e
da(s) prefeitura(s) envolvidas;
Solicitar ao CECOM o alerta à população potencialmente afetada na Zona de
Autossalvamento (ZAS), no Nível de Emergência 2, sem prejuízo das demais
ações previstas no PAEBM e das ações das autoridades públicas competentes;
Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos
operacionais do PAEBM;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.0
Nº VALE
PÁGINA
28/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
RESPONSABILIDADES DURANTE A EMERGÊNCIA
As atuações no PAEBM estão divididas em dois níveis:
INTERNO: atuação é exercida por funcionários da VALE que têm como responsabilidades: a
detecção, avaliação e classificação da emergência, bem como a tomada de decisão, a
execução das ações corretivas, o alerta à população da zona de autossalvamento e a
notificação/comunicação aos agentes externos.
EXTERNO: atuação dos agentes externos (autoridades e órgãos públicos) que têm como
responsabilidade formal atuar durante a ocorrência de situações de emergência nos
municípios, por meio da ação coordenada entre estes nas diferentes esferas (municipal,
estadual e/ou federal).
9.1
RESPONSABILIDADES DA VALE COMO EMPREENDEDOR DURANTE A
EMERGÊNCIA
De acordo com a Portaria no 70.389/2017 do DNPM, o Empreendedor é definido como o
agente privado ou governamental que explora a barragem para benefício próprio ou da
coletividade.
Das responsabilidades durante as ações de emergência, cabe ao Empreendedor da barragem
de mineração:
Declarar situação de emergência e executar as ações descritas no PAEBM;
Executar as ações e notificações previstas no fluxograma;
Notificar a defesa civil estadual, municipal e nacional, a(s) prefeitura(s)
envolvida(s), os órgãos ambientais competentes e o DNPM em caso de situação
de emergência;
Emitir e enviar via SIGBM a Declaração de Encerramento de Emergência de
acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria no 70.389/2017, em até 5 (cinco)
dias após o encerramento da citada emergência;
Providenciar a elaboração do Relatório de Causas e Consequências do Evento
de Emergência em Nível 3, conforme Art. 40 da Portaria no 70.389/2017, com a
ciência do responsável legal da barragem, dos organismos de defesa civil e
da(s) prefeitura(s) envolvidas;
Solicitar ao CECOM o alerta à população potencialmente afetada na Zona de
Autossalvamento (ZAS), no Nível de Emergência 2, sem prejuízo das demais
ações previstas no PAEBM e das ações das autoridades públicas competentes;
Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos
operacionais do PAEBM;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
29/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Avaliar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de barragem, a
gravidade da situação de emergência identificada;
Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de
emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;
Elaborar, junto com a equipe de segurança da barragem, a Declaração de
Encerramento de Emergência de acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria
70.389/2017.
9.2
RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A
EMERGÊNCIA
O coordenador do PAEBM é o profissional, designado pelo Empreendedor da barragem, com
autonomia e autoridade para mobilização de equipamentos, materiais e mão de obra a serem
utilizados nas ações corretivas e/ou emergenciais, treinado e capacitado para o desempenho
da função.
Suas principais atribuições são:
Ter conhecimento pleno do conteúdo do PAEBM, nomeadamente do fluxo de
notificações;
Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos
operacionais do PAEBM;
Avaliar e classificar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de
barragem (Geotecnia), a gravidade da situação de emergência identificada,
conforme os Níveis de Emergência 1, 2 e 3 (de acordo com Art. 37 da Portaria
no 70.389/2017 do DNPM);
Comunicar ao Empreendedor, por meio da Declaração de Início a Situação de
Emergência, a ocorrência e classificação da mesma, quanto ao Nível de
Emergência;
Comunicar e estar à disposição dos organismos de defesa civil por meio do
número de telefone constante do PAEBM, em caso de situação de emergência
declarada;
Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de
emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;
Executar, por meio do CECOM, as notificações previstas no fluxograma de
notificações;
Autorizar bloqueio das vias internas e saídas de veículos da área interna do
empreendimento da barragem;
Manter contato com a Equipe de Segurança da Barragem, informando e sendo
informado sobre a evolução da ocorrência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
29/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Avaliar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de barragem, a
gravidade da situação de emergência identificada;
Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de
emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;
Elaborar, junto com a equipe de segurança da barragem, a Declaração de
Encerramento de Emergência de acordo com o modelo do Anexo VI da Portaria
70.389/2017.
9.2
RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR DO PAEBM DURANTE A
EMERGÊNCIA
O coordenador do PAEBM é o profissional, designado pelo Empreendedor da barragem, com
autonomia e autoridade para mobilização de equipamentos, materiais e mão de obra a serem
utilizados nas ações corretivas e/ou emergenciais, treinado e capacitado para o desempenho
da função.
Suas principais atribuições são:
Ter conhecimento pleno do conteúdo do PAEBM, nomeadamente do fluxo de
notificações;
Orientar, acompanhar e dar suporte no desenvolvimento dos procedimentos
operacionais do PAEBM;
Avaliar e classificar, em conjunto com a equipe técnica de segurança de
barragem (Geotecnia), a gravidade da situação de emergência identificada,
conforme os Níveis de Emergência 1, 2 e 3 (de acordo com Art. 37 da Portaria
no 70.389/2017 do DNPM);
Comunicar ao Empreendedor, por meio da Declaração de Início a Situação de
Emergência, a ocorrência e classificação da mesma, quanto ao Nível de
Emergência;
Comunicar e estar à disposição dos organismos de defesa civil por meio do
número de telefone constante do PAEBM, em caso de situação de emergência
declarada;
Acompanhar o andamento das ações realizadas, frente à situação de
emergência e verificar se os procedimentos necessários foram seguidos;
Executar, por meio do CECOM, as notificações previstas no fluxograma de
notificações;
Autorizar bloqueio das vias internas e saídas de veículos da área interna do
empreendimento da barragem;
Manter contato com a Equipe de Segurança da Barragem, informando e sendo
informado sobre a evolução da ocorrência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3
Nº VALE
PÁGINA
30/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Coordenar o encerramento da situação de emergência e o preenchimento do
Formulário de Declaração de Encerramento da Emergência, quando esta for
concluída.
RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE
MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA
9.3.1
9.3.2
Geotecnia
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Deslocar imediatamente para o local onde foi identificado o incidente/acidente,
para avaliar o cenário e o nível da emergência; bem como classificar a gravidade
da situação de emergência identificada, conforme os níveis de Emergência
(Níveis 1, 2 e 3 de acordo com Art. 37 da Portaria n o 70.389/2017 do DNPM) e
reportar ao Coordenador;
Informar o início da situação de emergência ao DNPM;
Avaliar, definir e orientar ações corretivas necessárias;
Contatar responsável técnico pelo projeto e obra, e/ou consultor externo quando
necessário;
Acompanhar e registrar as ações de reparo necessárias à mitigação/eliminação,
da situação adversa, em conjunto com os grupos solicitados do Comitê de
Segurança Local da Barragem, quando necessário;
Realizar diariamente a Inspeção Especial da barragem, durante a situação
adversa;
Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes do
DNPM;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Operação e Manutenção
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Executar os serviços de manutenção corretiva definidos pela equipe de
Geotecnia;
Comandar a execução das ações definidas, pela geotecnia, em campo;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3
Nº VALE
PÁGINA
30/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Coordenar o encerramento da situação de emergência e o preenchimento do
Formulário de Declaração de Encerramento da Emergência, quando esta for
concluída.
RESPONSABILIDADES DA EQUIPE DE SEGURANÇA DA BARRAGEM DE
MINERAÇÃO DURANTE A EMERGÊNCIA
9.3.1
9.3.2
Geotecnia
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Deslocar imediatamente para o local onde foi identificado o incidente/acidente,
para avaliar o cenário e o nível da emergência; bem como classificar a gravidade
da situação de emergência identificada, conforme os níveis de Emergência
(Níveis 1, 2 e 3 de acordo com Art. 37 da Portaria n o 70.389/2017 do DNPM) e
reportar ao Coordenador;
Informar o início da situação de emergência ao DNPM;
Avaliar, definir e orientar ações corretivas necessárias;
Contatar responsável técnico pelo projeto e obra, e/ou consultor externo quando
necessário;
Acompanhar e registrar as ações de reparo necessárias à mitigação/eliminação,
da situação adversa, em conjunto com os grupos solicitados do Comitê de
Segurança Local da Barragem, quando necessário;
Realizar diariamente a Inspeção Especial da barragem, durante a situação
adversa;
Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes do
DNPM;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Operação e Manutenção
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Executar os serviços de manutenção corretiva definidos pela equipe de
Geotecnia;
Comandar a execução das ações definidas, pela geotecnia, em campo;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.3
Nº VALE
PÁGINA
31/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Executar prontamente as ações de resposta relativas à situação de emergência,
mediante orientação do Coordenador do PAEBM e grupos envolvidos, caso
necessário, imediatamente;
Assegurar a disponibilidade de equipamentos para atuar na situação de
emergência;
Solicitar os recursos faltantes junto ao Coordenador do PAEBM, caso
necessário;
Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de
Emergência.
Meio Ambiente
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Informar o início da Situação de emergência ao órgão ambiental;
Identificar os riscos ao meio ambiente e avaliar os impactos ambientais, em
decorrência da situação de emergência, repassando as informações ao Comitê
de Segurança Local;
Garantir o monitoramento ambiental das áreas afetadas;
Avaliar os impactos ambientais ocorridos, em conjunto com o Comitê de
Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses últimos, caso
necessário;
Propor ações para mitigar os impactos ambientais ocorridos, além de medidas
para evitar e/ou minimizar a ocorrência de novos impactos, em conjunto com o
Comitê de Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses
últimos, caso necessário;
Definir área de disposição de resíduos provisórios;
Acompanhar e registrar as ações de resposta para a situação adversa;
Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes dos
órgãos de meio ambiente; solicitar recursos externos para controle da
emergência;
Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de
Emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.3
Nº VALE
PÁGINA
31/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Executar prontamente as ações de resposta relativas à situação de emergência,
mediante orientação do Coordenador do PAEBM e grupos envolvidos, caso
necessário, imediatamente;
Assegurar a disponibilidade de equipamentos para atuar na situação de
emergência;
Solicitar os recursos faltantes junto ao Coordenador do PAEBM, caso
necessário;
Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de
Emergência.
Meio Ambiente
Compor o comitê de emergência local, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Informar o início da Situação de emergência ao órgão ambiental;
Identificar os riscos ao meio ambiente e avaliar os impactos ambientais, em
decorrência da situação de emergência, repassando as informações ao Comitê
de Segurança Local;
Garantir o monitoramento ambiental das áreas afetadas;
Avaliar os impactos ambientais ocorridos, em conjunto com o Comitê de
Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses últimos, caso
necessário;
Propor ações para mitigar os impactos ambientais ocorridos, além de medidas
para evitar e/ou minimizar a ocorrência de novos impactos, em conjunto com o
Comitê de Segurança Local e com os grupos envolvidos no PAEBM, esses
últimos, caso necessário;
Definir área de disposição de resíduos provisórios;
Acompanhar e registrar as ações de resposta para a situação adversa;
Acompanhar e prestar as informações necessárias aos representantes dos
órgãos de meio ambiente; solicitar recursos externos para controle da
emergência;
Colaborar na elaboração do Relatório de Encerramento de Eventos de
Emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.4
9.3.5
Nº VALE
PÁGINA
32/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Segurança Empresarial
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Efetuar a sinalização e isolamento das áreas de risco afetadas;
Assegurar a proteção do patrimônio da empresa;
Realizar o bloqueio das vias e saídas de veículos do empreendimento, mediante
delegação do Coordenador do PAEBM;
Controlar a entrada e a movimentação de pessoas e veículos na área do
empreendimento;
Preservar a segurança dos equipamentos e materiais transportados para o
atendimento à emergência, durante e após a ocorrência;
Organizar o trânsito interno para atender a emergência;
Manter contato com as entidades de segurança pública para o atendimento à
emergência, mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;
Acompanhar a perícia policial e os registros legais em caso de acidentes com
vítimas;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Segurança do Trabalho
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Elaborar e manter atualizados os procedimentos técnicos ligados à segurança
do trabalho, frente às situações de emergência nas quais esteja envolvida;
Auxiliar o Empreendedor juntamente com o Coordenador do PAEBM no
estabelecimento e divulgação de alertas e alarmes internos;
Dar suporte ao isolamento das áreas de risco;
Fornecer equipamentos de segurança.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.4
9.3.5
Nº VALE
PÁGINA
32/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Segurança Empresarial
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Efetuar a sinalização e isolamento das áreas de risco afetadas;
Assegurar a proteção do patrimônio da empresa;
Realizar o bloqueio das vias e saídas de veículos do empreendimento, mediante
delegação do Coordenador do PAEBM;
Controlar a entrada e a movimentação de pessoas e veículos na área do
empreendimento;
Preservar a segurança dos equipamentos e materiais transportados para o
atendimento à emergência, durante e após a ocorrência;
Organizar o trânsito interno para atender a emergência;
Manter contato com as entidades de segurança pública para o atendimento à
emergência, mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;
Acompanhar a perícia policial e os registros legais em caso de acidentes com
vítimas;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Segurança do Trabalho
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Elaborar e manter atualizados os procedimentos técnicos ligados à segurança
do trabalho, frente às situações de emergência nas quais esteja envolvida;
Auxiliar o Empreendedor juntamente com o Coordenador do PAEBM no
estabelecimento e divulgação de alertas e alarmes internos;
Dar suporte ao isolamento das áreas de risco;
Fornecer equipamentos de segurança.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.6
9.3.7
9.3.8
Nº VALE
PÁGINA
33/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Apoio e Logística
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Fornecer recursos logísticos relativos a pessoal, veículos, equipamentos e
materiais de construção para atendimento imediato da emergência mediante
solicitação do Coordenador do PAEBM;
Manter atualizada a lista de fornecedores locais;
Disponibilizar transporte para os empregados, e/ou outras pessoas que
estiverem no local, quando necessário, em situações de emergência em
horários e condições não habituais para retirada do site.
Comunicação
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Assessorar e orientar a empresa (em toda a sua extensão) nos aspectos de
comunicação institucional;
Promover e/ou conceder aos órgãos de comunicação, conforme a ocorrência,
entrevistas e coletivas de imprensa relativas às emergências ocorridas;
Mapear e apoiar porta-voz de comunicação;
Assessorar o Empreendedor, bem como o Coordenador do PAEBM, na
oficialização da ocorrência nos âmbitos de comunicação institucional e externa;
Programar entrevistas, quando necessárias, com os agentes de comunicação
externos;
Centralizar o recebimento e responder informes de comunicação externos;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Jurídico
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.6
9.3.7
9.3.8
Nº VALE
PÁGINA
33/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Apoio e Logística
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Fornecer recursos logísticos relativos a pessoal, veículos, equipamentos e
materiais de construção para atendimento imediato da emergência mediante
solicitação do Coordenador do PAEBM;
Manter atualizada a lista de fornecedores locais;
Disponibilizar transporte para os empregados, e/ou outras pessoas que
estiverem no local, quando necessário, em situações de emergência em
horários e condições não habituais para retirada do site.
Comunicação
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Assessorar e orientar a empresa (em toda a sua extensão) nos aspectos de
comunicação institucional;
Promover e/ou conceder aos órgãos de comunicação, conforme a ocorrência,
entrevistas e coletivas de imprensa relativas às emergências ocorridas;
Mapear e apoiar porta-voz de comunicação;
Assessorar o Empreendedor, bem como o Coordenador do PAEBM, na
oficialização da ocorrência nos âmbitos de comunicação institucional e externa;
Programar entrevistas, quando necessárias, com os agentes de comunicação
externos;
Centralizar o recebimento e responder informes de comunicação externos;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Jurídico
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.9
9.3.10
9.3.11
Nº VALE
PÁGINA
34/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Ficar de prontidão para auxiliar e apoiar nas questões jurídicas;
Assessorar as gerências no relacionamento
comunidade e agentes externos envolvidos;
Assessorar as partes envolvidas nas questões emergenciais, relativamente ao
cumprimento das obrigações contidas na Portaria nº 70.389/2017;
Realizar orientações jurídicas diversas pertinentes à situação de emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
com
representantes
da
Saúde Ocupacional
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Promover auxílio psicológico aos funcionários;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Recursos Humanos
Manter os sindicatos da região informados da situação de emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
CECOM
Manter contato com o Coordenador do PAEBM, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Iniciar acionamentos dos envolvidos no comitê de emergência local e dos
demais integrantes da equipe de segurança;
Iniciar e/ou acompanhar a comunicação externa por meio dos representantes
da equipe de segurança (geotecnia, meio ambiente, segurança empresarial,
comunicação e recursos humanos);
Integrar todas as comunicações estabelecidas durante a situação de
emergência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
9.3.9
9.3.10
9.3.11
Nº VALE
PÁGINA
34/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Ficar de prontidão para auxiliar e apoiar nas questões jurídicas;
Assessorar as gerências no relacionamento
comunidade e agentes externos envolvidos;
Assessorar as partes envolvidas nas questões emergenciais, relativamente ao
cumprimento das obrigações contidas na Portaria nº 70.389/2017;
Realizar orientações jurídicas diversas pertinentes à situação de emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
com
representantes
da
Saúde Ocupacional
Manter contato com o CECOM, ao ser acionado, em função da ocorrência de
uma situação de emergência;
Compor o comitê de emergência local caso seja designado pelo Coordenador
do PAEBM;
Promover auxílio psicológico aos funcionários;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
Recursos Humanos
Manter os sindicatos da região informados da situação de emergência;
Reportar status de comunicações externas ao CECOM.
CECOM
Manter contato com o Coordenador do PAEBM, ao ser acionado, em função da
ocorrência de uma situação de emergência;
Iniciar acionamentos dos envolvidos no comitê de emergência local e dos
demais integrantes da equipe de segurança;
Iniciar e/ou acompanhar a comunicação externa por meio dos representantes
da equipe de segurança (geotecnia, meio ambiente, segurança empresarial,
comunicação e recursos humanos);
Integrar todas as comunicações estabelecidas durante a situação de
emergência;
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
35/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Acionar o sistema de alerta nas ZAS em situação de emergência Nível 2, por
solicitação do Empreendedor, ou automaticamente no Nível 3, quando este for
declarado;
Acompanhar os envolvidos nas ocorrências iniciadas na situação de
emergência;
Manter contato com clínicas/hospitais locais e regionais para permanecerem em
regime de prontidão devido à possibilidade de receberem acidentados,
mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;
Manter controle e meios de comunicação com os empregados dos distintos
turnos envolvidos nas ações de emergência.
9.4
RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL
Atuar de acordo com as prerrogativas definidas na Lei Federal 12.608/2012;
Atuar conforme definido em seu plano de contingência, notadamente com as
ações de evacuação e abrigagem temporária da população, e em linha com o
“Caderno de Orientações para Apoio à Elaboração de Planos de Contingência
Municipais para Barragens" instituído pela Portaria nº 187, de 26 de outubro de
2016 da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da
Integração Nacional.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
35/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Acionar o sistema de alerta nas ZAS em situação de emergência Nível 2, por
solicitação do Empreendedor, ou automaticamente no Nível 3, quando este for
declarado;
Acompanhar os envolvidos nas ocorrências iniciadas na situação de
emergência;
Manter contato com clínicas/hospitais locais e regionais para permanecerem em
regime de prontidão devido à possibilidade de receberem acidentados,
mediante acordo prévio estabelecido com os mesmos;
Manter controle e meios de comunicação com os empregados dos distintos
turnos envolvidos nas ações de emergência.
9.4
RESPONSABILIDADES DA DEFESA CIVIL
Atuar de acordo com as prerrogativas definidas na Lei Federal 12.608/2012;
Atuar conforme definido em seu plano de contingência, notadamente com as
ações de evacuação e abrigagem temporária da população, e em linha com o
“Caderno de Orientações para Apoio à Elaboração de Planos de Contingência
Municipais para Barragens" instituído pela Portaria nº 187, de 26 de outubro de
2016 da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da
Integração Nacional.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
10.0
PÁGINA
36/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO
O estudo corrente de ruptura hipotética da Barragem Sul Superior teve como objetivo o
mapeamento das áreas potencialmente inundáveis na região a jusante do barramento. Nesse
contexto, considerou-se a seguinte sequência executiva: (a) estudos hidrológicos; (b)
definição do modo de falha e geração do hidrograma de ruptura; (c) propagação e
mapeamento da onda de ruptura no vale a jusante do barramento.
10.1
ESTUDOS HIDROLÓGICOS
Nesta etapa realizou-se a caracterização da bacia de contribuição do barramento e o estudo
do trânsito de cheias. O trânsito de cheias no reservatório foi simulado a partir dos parâmetros
físicos e hidrológicos da bacia de contribuição, da precipitação de projeto, da curva cotavolume do reservatório e da capacidade de descarga do extravasor. Desta forma, a partir do
software HEC-HMS 4.2.1, o nível de água máximo calculado na Barragem Sul Superior é igual
a 956,14 m. As informações do estudo de trânsito de cheias são apresentadas na Tabela 10.1,
e as parcelas de volume que compõem o reservatório podem ser visualizadas
esquematicamente no croqui apresentado na Figura 10.1.
Tabela 10.1: Síntese dos principais dados hidrológicos.
Barragem Sul Superior
Tempo de recorrência chuva de projeto
PMP
2
Área de drenagem (km )
0,80
Duração da chuva de projeto (h)
6
Altura da chuva de projeto (mm)
251
Nível da crista da barragem (m)
962,40
Nível de água normal no reservatório (m)*
954,90
Nível de água máximo maximorum (m)*
956,14
Borda livre remanescente (m)*
6,26
3
Vazão máxima afluente da área de drenagem (m /s)
15,07
Vazão máxima efluente do reservatório (m3/s)
6,65
Volume do lago (m³)**
0
Volume disponível para o trânsito de cheias (m³)
1.271.873
Volume total de sólidos depositados (m³)
9.405.392
* Níveis baseados no datum vertical marégrafo de Imbituba, SC.
** Volume referente ao NA Normal.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
Nº VALE
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
10.0
PÁGINA
36/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
SÍNTESE DO ESTUDO DE INUNDAÇÃO
O estudo corrente de ruptura hipotética da Barragem Sul Superior teve como objetivo o
mapeamento das áreas potencialmente inundáveis na região a jusante do barramento. Nesse
contexto, considerou-se a seguinte sequência executiva: (a) estudos hidrológicos; (b)
definição do modo de falha e geração do hidrograma de ruptura; (c) propagação e
mapeamento da onda de ruptura no vale a jusante do barramento.
10.1
ESTUDOS HIDROLÓGICOS
Nesta etapa realizou-se a caracterização da bacia de contribuição do barramento e o estudo
do trânsito de cheias. O trânsito de cheias no reservatório foi simulado a partir dos parâmetros
físicos e hidrológicos da bacia de contribuição, da precipitação de projeto, da curva cotavolume do reservatório e da capacidade de descarga do extravasor. Desta forma, a partir do
software HEC-HMS 4.2.1, o nível de água máximo calculado na Barragem Sul Superior é igual
a 956,14 m. As informações do estudo de trânsito de cheias são apresentadas na Tabela 10.1,
e as parcelas de volume que compõem o reservatório podem ser visualizadas
esquematicamente no croqui apresentado na Figura 10.1.
Tabela 10.1: Síntese dos principais dados hidrológicos.
Barragem Sul Superior
Tempo de recorrência chuva de projeto
PMP
2
Área de drenagem (km )
0,80
Duração da chuva de projeto (h)
6
Altura da chuva de projeto (mm)
251
Nível da crista da barragem (m)
962,40
Nível de água normal no reservatório (m)*
954,90
Nível de água máximo maximorum (m)*
956,14
Borda livre remanescente (m)*
6,26
3
Vazão máxima afluente da área de drenagem (m /s)
15,07
Vazão máxima efluente do reservatório (m3/s)
6,65
Volume do lago (m³)**
0
Volume disponível para o trânsito de cheias (m³)
1.271.873
Volume total de sólidos depositados (m³)
9.405.392
* Níveis baseados no datum vertical marégrafo de Imbituba, SC.
** Volume referente ao NA Normal.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
N.A. Normal
E.I. 954,90 m
Crista
E.I. 962,40 m
Nº VALE
PÁGINA
37/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
Volume de Sólidos
Dispostos: 9,4 Mm³
Figura 10.1: Croqui esquemático da quantificação dos volumes da Barragem Sul Superior.
10.2
DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE
RUPTURA
Os estudos hidrológicos evidenciaram que o sistema extravasor possui capacidade de
descarga suficiente para aportar, com segurança, a vazão associada à Precipitação Máxima
Provável (PMP), com borda livre remanescente de 6,26 m. Neste contexto, selecionou-se o
modo de falha por liquefação na simulação da ruptura desta estrutura.
A determinação do volume mobilizado e consequente obtenção do hidrograma de ruptura se
deram a partir do somatório das seguintes parcelas: (a) volume do lago; (b) volume da brecha;
(c) 35% do volume de sólidos depositados no reservatório; e (d) volume para trânsito de
cheias.
Para a estimativa dos volumes armazenados na Barragem Sul Superior utilizou-se as
informações da topografia primitiva e da topografia referente à condição de ocupação que
mais se aproxima da geometria atual do reservatório, fornecidas pela VALE.
A geometria final da brecha foi estimada de acordo com as características físicas do fenômeno
de liquefação. O modelo da brecha tem formato equivalente à geometria do vale, com área
igual à área da seção transversal da barragem definida pelo eixo de referência, e tempo de
formação quase “instantâneo”. A elevação do nível de água considerada no instante da
ruptura, para o desenvolvimento da brecha, foi de 956,14 m.
Por meio da simulação do rompimento da Barragem Sul Superior, observou-se que a
inundação resultante foi capaz de desencadear o galgamento da Barragem Sul Inferior,
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
N.A. Normal
E.I. 954,90 m
Crista
E.I. 962,40 m
Nº VALE
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Nº TETRA TECH
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Volume de Sólidos
Dispostos: 9,4 Mm³
Figura 10.1: Croqui esquemático da quantificação dos volumes da Barragem Sul Superior.
10.2
DEFINIÇÃO DO MODO DE FALHA E GERAÇÃO DO HIDROGRAMA DE
RUPTURA
Os estudos hidrológicos evidenciaram que o sistema extravasor possui capacidade de
descarga suficiente para aportar, com segurança, a vazão associada à Precipitação Máxima
Provável (PMP), com borda livre remanescente de 6,26 m. Neste contexto, selecionou-se o
modo de falha por liquefação na simulação da ruptura desta estrutura.
A determinação do volume mobilizado e consequente obtenção do hidrograma de ruptura se
deram a partir do somatório das seguintes parcelas: (a) volume do lago; (b) volume da brecha;
(c) 35% do volume de sólidos depositados no reservatório; e (d) volume para trânsito de
cheias.
Para a estimativa dos volumes armazenados na Barragem Sul Superior utilizou-se as
informações da topografia primitiva e da topografia referente à condição de ocupação que
mais se aproxima da geometria atual do reservatório, fornecidas pela VALE.
A geometria final da brecha foi estimada de acordo com as características físicas do fenômeno
de liquefação. O modelo da brecha tem formato equivalente à geometria do vale, com área
igual à área da seção transversal da barragem definida pelo eixo de referência, e tempo de
formação quase “instantâneo”. A elevação do nível de água considerada no instante da
ruptura, para o desenvolvimento da brecha, foi de 956,14 m.
Por meio da simulação do rompimento da Barragem Sul Superior, observou-se que a
inundação resultante foi capaz de desencadear o galgamento da Barragem Sul Inferior,
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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localizada logo a jusante. Desse modo, o cenário apresentado nos mapas de inundação deste
documento considera o evento de ruptura em cascata da Barragem Sul Superior e Sul Inferior.
10.3
PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A
JUSANTE
O cenário de propagação do rompimento considerou a sobreposição dos efeitos do
hidrograma de ruptura hipotética, em dia chuvoso (Rainy Day), com o hidrograma de cheia
natural, associado ao tempo de recorrência anual de 100 anos, ao longo do vale a jusante.
A estimativa das vazões referentes à cheia natural foi realizada a partir de análises de
frequência locais e regionais com base nos máximos anuais de vazões médias diárias
registradas em estações fluviométricas localizadas na região de abrangência do estudo.
O critério de parada do mapeamento de inundação resultante da modelagem hidráulica da
ruptura hipotética da barragem baseou-se na seção transversal que apresentou diferença de
profundidade de escoamento, entre a cheia resultante da ruptura e a cheia natural de 100
anos de recorrência, igual ou inferior a 2,0 pés ou 0,61 m.
A propagação da onda de ruptura até o atingimento do critério de parada e o mapeamento
das áreas potencialmente inundáveis possuem aproximadamente 69,3 km de extensão, a
jusante da barragem.
O mapa de numeração DE-TTC-C05556-01-SULS (distribuído em 03 folhas e 04 anexos)
apresenta a envoltória de inundação, considerando o hidrograma de ruptura nas condições
supracitadas. O mapa apresenta as seguintes informações:
Indicação da localização do barramento;
Hidrografia e seções de referência;
Vias de acesso;
Cidades ou núcleos populacionais;
Marcos de distância e de tempo de chegada da onda de ruptura;
Indicador de atingimento do critério de parada;
Mancha de inundação;
Zona de Autossalvamento (ZAS);
Sistema de alerta;
Indicação de Rotas de Fuga e Pontos de Encontro.
Para visualização do MAPA DE INUNDAÇÃO, ver ANEXO 11.13.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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localizada logo a jusante. Desse modo, o cenário apresentado nos mapas de inundação deste
documento considera o evento de ruptura em cascata da Barragem Sul Superior e Sul Inferior.
10.3
PROPAGAÇÃO E MAPEAMENTO DA ONDA DE RUPTURA NO VALE A
JUSANTE
O cenário de propagação do rompimento considerou a sobreposição dos efeitos do
hidrograma de ruptura hipotética, em dia chuvoso (Rainy Day), com o hidrograma de cheia
natural, associado ao tempo de recorrência anual de 100 anos, ao longo do vale a jusante.
A estimativa das vazões referentes à cheia natural foi realizada a partir de análises de
frequência locais e regionais com base nos máximos anuais de vazões médias diárias
registradas em estações fluviométricas localizadas na região de abrangência do estudo.
O critério de parada do mapeamento de inundação resultante da modelagem hidráulica da
ruptura hipotética da barragem baseou-se na seção transversal que apresentou diferença de
profundidade de escoamento, entre a cheia resultante da ruptura e a cheia natural de 100
anos de recorrência, igual ou inferior a 2,0 pés ou 0,61 m.
A propagação da onda de ruptura até o atingimento do critério de parada e o mapeamento
das áreas potencialmente inundáveis possuem aproximadamente 69,3 km de extensão, a
jusante da barragem.
O mapa de numeração DE-TTC-C05556-01-SULS (distribuído em 03 folhas e 04 anexos)
apresenta a envoltória de inundação, considerando o hidrograma de ruptura nas condições
supracitadas. O mapa apresenta as seguintes informações:
Indicação da localização do barramento;
Hidrografia e seções de referência;
Vias de acesso;
Cidades ou núcleos populacionais;
Marcos de distância e de tempo de chegada da onda de ruptura;
Indicador de atingimento do critério de parada;
Mancha de inundação;
Zona de Autossalvamento (ZAS);
Sistema de alerta;
Indicação de Rotas de Fuga e Pontos de Encontro.
Para visualização do MAPA DE INUNDAÇÃO, ver ANEXO 11.13.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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Os resultados demonstram que a região de interesse considerada para o Plano de Ação
Emergencial da Barragem Sul Superior está localizada nos municípios de São Gonçalo do Rio
Abaixo, Santa Bárbara e Barão de Cocais, todos no estado de Minas Gerais. O talvegue a
jusante contempla trechos do córrego do Vieira, rio São João e rio Santa Bárbara, todos
inseridos na bacia estadual do rio Piracicaba que por sua vez, está inserida na bacia federal
do rio Doce.
O território para a propagação da onda de ruptura, a jusante da Barragem Sul Superior, é
composto por diversos usos e coberturas, como extensas áreas rurais representadas por
povoados, áreas agrícolas e presença de vegetação de grande, médio e baixo porte e também
algumas áreas urbanas existentes ao longo do talvegue em estudo.
As interferências avaliadas no estudo corrente e descritas a seguir foram identificadas a partir
de dados secundários do IBGE, espacialização e geocodificação do Cadastro Nacional para
fins Estatísticos – IBGE (2010) e análise por meio de imagem orbital, além de dados de visitas
de campo fornecidos pela VALE:
Edificações do bairro Socorro no município de Barão de Cocais, localizadas
entre o trecho inicial e 5 km a jusante do reservatório;
Edificações do povoado do Congo, no município de Barão de Cocais, próximo
à seção ST22, pouco mais de 10 km a jusante;
Edificações rurais, como sítios, chácaras e áreas de plantio presentes na
envoltória de inundação ao longo de sua extensão;
Mancha urbana do município de Barão de Cocais, localizada aproximadamente
a 17 km a jusante;
Distrito Barra Feliz pertencente ao município de Santa Bárbara, localizado
aproximadamente a 25 km a jusante;
Mancha urbana do município de Santa Bárbara, localizada entre as seções S64
e S71;
Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), interceptada pela envoltória de
inundação 43 km a jusante do barramento;
Residências localizadas na Comunidade Vargem da Lua, no município de São
Gonçalo do Rio Abaixo, a aproximadamente 54 km a jusante da barragem;
Mancha urbana do município de São Gonçalo do Rio Abaixo localizada a
aproximadamente 60 km a jusante da barragem, entre as seções S108 e S116.
Encontram-se residências, comércios, posto policial, unidade de saúde,
serviços públicos e igrejas;
Rodovia Federal BR-381, interceptada pela envoltória de inundação a
aproximadamente 60 km a jusante da barragem;
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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Os resultados demonstram que a região de interesse considerada para o Plano de Ação
Emergencial da Barragem Sul Superior está localizada nos municípios de São Gonçalo do Rio
Abaixo, Santa Bárbara e Barão de Cocais, todos no estado de Minas Gerais. O talvegue a
jusante contempla trechos do córrego do Vieira, rio São João e rio Santa Bárbara, todos
inseridos na bacia estadual do rio Piracicaba que por sua vez, está inserida na bacia federal
do rio Doce.
O território para a propagação da onda de ruptura, a jusante da Barragem Sul Superior, é
composto por diversos usos e coberturas, como extensas áreas rurais representadas por
povoados, áreas agrícolas e presença de vegetação de grande, médio e baixo porte e também
algumas áreas urbanas existentes ao longo do talvegue em estudo.
As interferências avaliadas no estudo corrente e descritas a seguir foram identificadas a partir
de dados secundários do IBGE, espacialização e geocodificação do Cadastro Nacional para
fins Estatísticos – IBGE (2010) e análise por meio de imagem orbital, além de dados de visitas
de campo fornecidos pela VALE:
Edificações do bairro Socorro no município de Barão de Cocais, localizadas
entre o trecho inicial e 5 km a jusante do reservatório;
Edificações do povoado do Congo, no município de Barão de Cocais, próximo
à seção ST22, pouco mais de 10 km a jusante;
Edificações rurais, como sítios, chácaras e áreas de plantio presentes na
envoltória de inundação ao longo de sua extensão;
Mancha urbana do município de Barão de Cocais, localizada aproximadamente
a 17 km a jusante;
Distrito Barra Feliz pertencente ao município de Santa Bárbara, localizado
aproximadamente a 25 km a jusante;
Mancha urbana do município de Santa Bárbara, localizada entre as seções S64
e S71;
Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), interceptada pela envoltória de
inundação 43 km a jusante do barramento;
Residências localizadas na Comunidade Vargem da Lua, no município de São
Gonçalo do Rio Abaixo, a aproximadamente 54 km a jusante da barragem;
Mancha urbana do município de São Gonçalo do Rio Abaixo localizada a
aproximadamente 60 km a jusante da barragem, entre as seções S108 e S116.
Encontram-se residências, comércios, posto policial, unidade de saúde,
serviços públicos e igrejas;
Rodovia Federal BR-381, interceptada pela envoltória de inundação a
aproximadamente 60 km a jusante da barragem;
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Rodovia Estadual MG-129, tangenciada pela envoltória de inundação em alguns
trechos ao longo de sua extensão e interceptada a aproximadamente 65 km a
jusante da barragem;
Pontes, viadutos e estradas vicinais que são interceptadas e tangenciadas pela
envoltória de inundação ao longo de sua extensão.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
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Nº TETRA TECH
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Rodovia Estadual MG-129, tangenciada pela envoltória de inundação em alguns
trechos ao longo de sua extensão e interceptada a aproximadamente 65 km a
jusante da barragem;
Pontes, viadutos e estradas vicinais que são interceptadas e tangenciadas pela
envoltória de inundação ao longo de sua extensão.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.0
ANEXOS/ APÊNDICES
Nº VALE
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.0
ANEXOS/ APÊNDICES
Nº VALE
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11.1
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MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 –
ESTADO DE CONSERVAÇÃO)
Tabela 11.1: Matriz de classificação quanto à Categoria de Risco – Estado de Conservação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO - EC
Confiabilidade das
Estruturas
Extravasoras
Percolação
Deformações e
Recalques
Deterioração dos
Taludes / Paramentos
Estruturas civis bem
mantidas e em operação
normal /barragem sem
necessidade de
estruturas extravasoras
Percolação totalmente
controlada pelo sistema
de drenagem
Não existem
deformações e recalques
com potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
Não existe deterioração
de taludes e paramentos
(0)
(0)
Estruturas com
problemas identificados
e medidas corretivas em
implantação
(3)
Estruturas com
problemas identificados
e sem implantação das
medidas corretivas
necessárias
(6)
(0)
(0)
Umidade ou surgência
nas áreas de jusante,
paramentos, taludes e
ombreiras estáveis e
monitorados
Existência de trincas e
abatimentos com medidas
corretivas em implantação
(2)
(3)
Umidade ou surgência
nas áreas de jusante,
paramentos, taludes ou
ombreiras sem
implantação das medidas
corretivas necessárias
(2)
Erosões superficiais,
Existência de trincas e
ferragem exposta,
abatimentos sem
presença de vegetação
implantação das medidas arbórea, sem implantação
corretivas necessárias
das medidas corretivas
necessárias
(6)
(6)
Surgência nas áreas de
jusante com carreamento
Estruturas com
de material ou com vazão
problemas identificados,
crescente ou infiltração do
com redução de
material contido, com
capacidade vertente e
potencial de
sem medidas corretivas
comprometimento da
(10)
segurança da estrutura
Falhas na proteção dos
taludes e paramentos,
presença de vegetação
arbustiva
(6)
Existência de trincas,
abatimentos ou
escorregamentos, com
potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
(10)
(10)
RESULTADO DA AVALIAÇÃO (∑ EC)
Depressões acentuadas
nos taludes,
escorregamentos, sulcos
profundos de erosão, com
potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
(10)
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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11.1
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MATRIZ DE CLASSIFICAÇÃO QUANTO À CATEGORIA DE RISCO (1.2 –
ESTADO DE CONSERVAÇÃO)
Tabela 11.1: Matriz de classificação quanto à Categoria de Risco – Estado de Conservação.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO - EC
Confiabilidade das
Estruturas
Extravasoras
Percolação
Deformações e
Recalques
Deterioração dos
Taludes / Paramentos
Estruturas civis bem
mantidas e em operação
normal /barragem sem
necessidade de
estruturas extravasoras
Percolação totalmente
controlada pelo sistema
de drenagem
Não existem
deformações e recalques
com potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
Não existe deterioração
de taludes e paramentos
(0)
(0)
Estruturas com
problemas identificados
e medidas corretivas em
implantação
(3)
Estruturas com
problemas identificados
e sem implantação das
medidas corretivas
necessárias
(6)
(0)
(0)
Umidade ou surgência
nas áreas de jusante,
paramentos, taludes e
ombreiras estáveis e
monitorados
Existência de trincas e
abatimentos com medidas
corretivas em implantação
(2)
(3)
Umidade ou surgência
nas áreas de jusante,
paramentos, taludes ou
ombreiras sem
implantação das medidas
corretivas necessárias
(2)
Erosões superficiais,
Existência de trincas e
ferragem exposta,
abatimentos sem
presença de vegetação
implantação das medidas arbórea, sem implantação
corretivas necessárias
das medidas corretivas
necessárias
(6)
(6)
Surgência nas áreas de
jusante com carreamento
Estruturas com
de material ou com vazão
problemas identificados,
crescente ou infiltração do
com redução de
material contido, com
capacidade vertente e
potencial de
sem medidas corretivas
comprometimento da
(10)
segurança da estrutura
Falhas na proteção dos
taludes e paramentos,
presença de vegetação
arbustiva
(6)
Existência de trincas,
abatimentos ou
escorregamentos, com
potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
(10)
(10)
RESULTADO DA AVALIAÇÃO (∑ EC)
Depressões acentuadas
nos taludes,
escorregamentos, sulcos
profundos de erosão, com
potencial de
comprometimento da
segurança da estrutura
(10)
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.2
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Nº TETRA TECH
DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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Nº TETRA TECH
DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE EMERGÊNCIA
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DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Empreendedor e/ou Proprietário
BARRAGEM ______________
DECLARAÇÃO DE EMERGÊNCIA
SITUAÇÃO NÍVEL ____
Eu,
(nome e cargo)
, na condição de Empreendedor do PAEBM da
Barragem __________________ e no uso das atribuições e responsabilidades que me foram
delegadas, efetuo o registro da Declaração de Emergência para a Barragem, cuja situação
é de Nível
da
, a partir das
(horas e minutos)
ocorrência
de
do dia ____ / ______ / ______, em função
______(descrição
da
ocorrência)
__________________________________________________________________________
_______________________.
OBS: Para quaisquer esclarecimentos favor contatar
telefone
(número do telefone) .
(local)
,
(dia) de
(mês)
(nome)
de _(ano)_.
______________________________________________
(nome / assinatura)
______________________________________________
(cargo / RG)
pelo
DECLARAÇÃO DE INÍCIO DE UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Empreendedor e/ou Proprietário
BARRAGEM ______________
DECLARAÇÃO DE EMERGÊNCIA
SITUAÇÃO NÍVEL ____
Eu,
(nome e cargo)
, na condição de Empreendedor do PAEBM da
Barragem __________________ e no uso das atribuições e responsabilidades que me foram
delegadas, efetuo o registro da Declaração de Emergência para a Barragem, cuja situação
é de Nível
da
, a partir das
(horas e minutos)
ocorrência
de
do dia ____ / ______ / ______, em função
______(descrição
da
ocorrência)
__________________________________________________________________________
_______________________.
OBS: Para quaisquer esclarecimentos favor contatar
telefone
(número do telefone) .
(local)
,
(dia) de
(mês)
(nome)
de _(ano)_.
______________________________________________
(nome / assinatura)
______________________________________________
(cargo / RG)
pelo
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.3
Nº VALE
PÁGINA
45/73
Nº TETRA TECH
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DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA
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Nº TETRA TECH
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DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA
DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA
Empreendedor:
Nome da Barragem:
Dano Potencial Associado:
Categoria de Risco:
Classificação da barragem:
Município/UF:
Data da última inspeção que atestou o encerramento da emergência:
Declaro para fins de acompanhamento e comprovação junto ao DNPM, que a situação
de emergência iniciada em ___/___/_____ foi encerrada em ___/___/_____, em consonância
com a Lei n.º 12.334, de 20 de setembro de 2010, e Portarias DNPM vigentes.
Local e data.
............................................................................................
Nome completo do representante legal do empreendedor
CPF
DECLARAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE EMERGÊNCIA
Empreendedor:
Nome da Barragem:
Dano Potencial Associado:
Categoria de Risco:
Classificação da barragem:
Município/UF:
Data da última inspeção que atestou o encerramento da emergência:
Declaro para fins de acompanhamento e comprovação junto ao DNPM, que a situação
de emergência iniciada em ___/___/_____ foi encerrada em ___/___/_____, em consonância
com a Lei n.º 12.334, de 20 de setembro de 2010, e Portarias DNPM vigentes.
Local e data.
............................................................................................
Nome completo do representante legal do empreendedor
CPF
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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11.4
Nº VALE
PÁGINA
47/73
Nº TETRA TECH
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AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM
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AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM O PAEBM
RELAÇÃO DE AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM A CÓPIA DO PAEBM
As instituições públicas, empresas e comunidade, enumeradas abaixo receberam cópia e
tomaram conhecimento deste PAEBM conforme protocolo de registro apresentado.
1ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres
(CENAD)
1
Responsável / Cargo: Adriano Pereira Júnior / Secretário Nacional de Proteção e
Defesa Civil
Recebido por / Cargo: Marco Amaral / representante Protocolo Central do
Ministério da Integração Nacional
Número do protocolo: S\N
Data: 15 / 06 / 2015
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC)
Responsável / Cargo: Cel PM Helbert Figueiró de Lourdes / Coordenador Estadual
de Defesa Civil
2
Recebido por / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente
Técnico Operacional
Número do protocolo: S\N
Data: 11 / 06 / 2015
Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito
3
Recebido por / Cargo: Rosilene Aparecida / representante Gabinete
Número do protocolo: S\N
Data: 11 / 06 / 2015
2ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento Riscos e Desastres
(CENAD)
Responsável / Cargo: (não especificado no ofício)
1
Recebido por / Cargo: Gabriela (Sobrenome não consta) / representante Protocolo
Central do Ministério da Integração Nacional
Número do protocolo: S\N
2
Data: 30 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC)
RELAÇÃO DE AUTORIDADES PÚBLICAS QUE RECEBERAM A CÓPIA DO PAEBM
As instituições públicas, empresas e comunidade, enumeradas abaixo receberam cópia e
tomaram conhecimento deste PAEBM conforme protocolo de registro apresentado.
1ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres
(CENAD)
1
Responsável / Cargo: Adriano Pereira Júnior / Secretário Nacional de Proteção e
Defesa Civil
Recebido por / Cargo: Marco Amaral / representante Protocolo Central do
Ministério da Integração Nacional
Número do protocolo: S\N
Data: 15 / 06 / 2015
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC)
Responsável / Cargo: Cel PM Helbert Figueiró de Lourdes / Coordenador Estadual
de Defesa Civil
2
Recebido por / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente
Técnico Operacional
Número do protocolo: S\N
Data: 11 / 06 / 2015
Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito
3
Recebido por / Cargo: Rosilene Aparecida / representante Gabinete
Número do protocolo: S\N
Data: 11 / 06 / 2015
2ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: Centro Nacional de Gerenciamento Riscos e Desastres
(CENAD)
Responsável / Cargo: (não especificado no ofício)
1
Recebido por / Cargo: Gabriela (Sobrenome não consta) / representante Protocolo
Central do Ministério da Integração Nacional
Número do protocolo: S\N
2
Data: 30 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC)
Responsável / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente
Técnico Operacional
Recebido por / Cargo: (carimbo não assinado)
Número do protocolo: SIGED 00000750 1071 2016
Data: 29 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal
3
Recebido por / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal
Número do protocolo: S/N
Data: 22 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de
Defesa Civil
4
Recebido por / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de
Defesa Civil
Número do protocolo: S/N
Data: 22 / 06 / 2016
3ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
1
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
2
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
3
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
Responsável / Cargo: Major Roberto Turbino Campolina / Superintendente
Técnico Operacional
Recebido por / Cargo: (carimbo não assinado)
Número do protocolo: SIGED 00000750 1071 2016
Data: 29 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Prefeitura Municipal de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal
3
Recebido por / Cargo: Armando Verdolin Brandão / Prefeito Municipal
Número do protocolo: S/N
Data: 22 / 06 / 2016
Empresa / Instituição: Defesa Civil de Barão de Cocais
Responsável / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de
Defesa Civil
4
Recebido por / Cargo: Felipe Marcos de Carvalho / Coordenador Municipal de
Defesa Civil
Número do protocolo: S/N
Data: 22 / 06 / 2016
3ª Versão do documento para protocolo
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
1
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
2
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
3
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
4
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
5
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
6
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
7
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
______________________________________________________
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
4
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
5
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
6
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
7
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
8
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
9
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
10
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
8
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
9
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
Empresa / Instituição: _______________________________________________
Responsável / Cargo: _______________________________________/________
______________________________________________________
10
Recebido por / Cargo: _______________________________________/_______
______________________________________________________
Número do protocolo: _______________________________ Data: ___/___/___
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.5
Nº VALE
PÁGINA
52/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.5
Nº VALE
PÁGINA
52/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PROTOCOLO DE RECEBIMENTO DO PAEBM
Ilmo. Sra. (o) Nome
(Cargo)
Órgão Público
Cidade - Estado
Assunto: Protocolo dos Planos de Ação de Emergência de Barragem de Mineração – PAEBM.
VALE S. A., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas – CNPJ sob o n0 33.592.510/0001-54, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na
Avenida das Américas, n0 700, Bloco 8, Loja 318 – Barra da Tijuca, e escritório operacional na Cidade
de Santa Luzia, Estado de Minas Gerais – Rodovia BR 381 – km 450, Distrito Industrial Simão da
Cunha, CEP 33040-900, vem, respectivamente, perante Vossa Senhoria, com fulcro no art 12 da Lei
12.224/2010, bem como nas Portarias DNPM n0 70.389/2017, apresentar a versão atualizada dos seus
Planos de Ação de Emergência para Barragens de Mineração – PAEBM, em conformidade com a
legislação aplicável, a relativo a:
- Barragem _____________________
Versão do Documento para Protocolo no ________
- Barragem _____________________
Versão do Documento para Protocolo no ________
Esta versão substitui todos os protocolos anteriores.
Atenciosamente,
............................................................................................
Nome completo do representante do empreendedor
Cargo
Ilmo. Sra. (o) Nome
(Cargo)
Órgão Público
Cidade - Estado
Assunto: Protocolo dos Planos de Ação de Emergência de Barragem de Mineração – PAEBM.
VALE S. A., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas – CNPJ sob o n0 33.592.510/0001-54, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na
Avenida das Américas, n0 700, Bloco 8, Loja 318 – Barra da Tijuca, e escritório operacional na Cidade
de Santa Luzia, Estado de Minas Gerais – Rodovia BR 381 – km 450, Distrito Industrial Simão da
Cunha, CEP 33040-900, vem, respectivamente, perante Vossa Senhoria, com fulcro no art 12 da Lei
12.224/2010, bem como nas Portarias DNPM n0 70.389/2017, apresentar a versão atualizada dos seus
Planos de Ação de Emergência para Barragens de Mineração – PAEBM, em conformidade com a
legislação aplicável, a relativo a:
- Barragem _____________________
Versão do Documento para Protocolo no ________
- Barragem _____________________
Versão do Documento para Protocolo no ________
Esta versão substitui todos os protocolos anteriores.
Atenciosamente,
............................................................................................
Nome completo do representante do empreendedor
Cargo
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.6
Nº VALE
PÁGINA
54/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM
A VALE possui equipe integrante do PAEBM da Barragem Sul Superior permanentemente
treinada. Este treinamento é promovido no máximo a cada seis meses conforme Portaria
no 70.389/2017 DNPM.
O treinamento é de suma importância para a identificação e avaliação adequada de situações
de emergência em todos os níveis de responsabilidade, além de permitir que toda a equipe
envolvida esteja ciente do seu papel frente ao PAEBM e de prontidão para providenciar as
ações de resposta às situações de emergência com a agilidade e qualidade requeridas.
É realizado treinamento (integração e reciclagem) de todos os profissionais envolvidos
diretamente com o PAEBM. Por meio desse exercício é possível:
11.7
Esclarecer os papéis e as responsabilidades dos participantes;
Melhorar a coordenação do Plano;
Identificar falhas e contribuições do treinamento para o Plano;
Avaliar a capacidade de enfrentamento dos membros do Plano na ocorrência
de situações de crise;
Avaliar tempo de resposta dos integrantes internos para cada nível de
emergência;
Avaliar tempo de resposta dos integrantes externos para início da evacuação
da população;
Aumentar a confiança dos participantes do Plano;
Identificar falhas na efetividade das ações de resposta.
DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO
O monitoramento da Barragem Sul Superior é realizado através de inspeções de campo
quinzenais e leituras mensais da instrumentação geotécnica, composta por piezômetros,
indicadores de nível d’água e marcos superficiais. Conforme descrito anteriormente, o
monitoramento é integrante dos procedimentos preventivos da estrutura.
Todos os dados de inspeção e monitoramento, incluindo as Fichas de Inspeção, são
armazenados em um sistema interno de monitoramento das estruturas geotécnicas, que opera
como um banco de dados. Este sistema permite, de maneira eficiente e rápida, o acesso ao
histórico dos dados e a avaliação do comportamento da instrumentação instalada na estrutura,
cadastro e emissões de níveis de alerta correlacionando as leituras do monitoramento desses
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.6
Nº VALE
PÁGINA
54/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PLANO DE TREINAMENTO DO PAEBM
A VALE possui equipe integrante do PAEBM da Barragem Sul Superior permanentemente
treinada. Este treinamento é promovido no máximo a cada seis meses conforme Portaria
no 70.389/2017 DNPM.
O treinamento é de suma importância para a identificação e avaliação adequada de situações
de emergência em todos os níveis de responsabilidade, além de permitir que toda a equipe
envolvida esteja ciente do seu papel frente ao PAEBM e de prontidão para providenciar as
ações de resposta às situações de emergência com a agilidade e qualidade requeridas.
É realizado treinamento (integração e reciclagem) de todos os profissionais envolvidos
diretamente com o PAEBM. Por meio desse exercício é possível:
11.7
Esclarecer os papéis e as responsabilidades dos participantes;
Melhorar a coordenação do Plano;
Identificar falhas e contribuições do treinamento para o Plano;
Avaliar a capacidade de enfrentamento dos membros do Plano na ocorrência
de situações de crise;
Avaliar tempo de resposta dos integrantes internos para cada nível de
emergência;
Avaliar tempo de resposta dos integrantes externos para início da evacuação
da população;
Aumentar a confiança dos participantes do Plano;
Identificar falhas na efetividade das ações de resposta.
DESCRIÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO
O monitoramento da Barragem Sul Superior é realizado através de inspeções de campo
quinzenais e leituras mensais da instrumentação geotécnica, composta por piezômetros,
indicadores de nível d’água e marcos superficiais. Conforme descrito anteriormente, o
monitoramento é integrante dos procedimentos preventivos da estrutura.
Todos os dados de inspeção e monitoramento, incluindo as Fichas de Inspeção, são
armazenados em um sistema interno de monitoramento das estruturas geotécnicas, que opera
como um banco de dados. Este sistema permite, de maneira eficiente e rápida, o acesso ao
histórico dos dados e a avaliação do comportamento da instrumentação instalada na estrutura,
cadastro e emissões de níveis de alerta correlacionando as leituras do monitoramento desses
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
55/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
instrumentos. Além disso, conta ainda com saídas gráficas que auxiliam na análise do
comportamento da estrutura, além da garantia de salvaguarda e integridade dos dados.
11.8
REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM
Número do
Treinamento
Data
Duração
1
06/02/2015
2 horas
2
25/11/2015
1 hora e
30 min
3
15/09/2016
-
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
Conteúdo
PAEBM
(Introdução, informações gerais das
barragens, procedimentos preventivos e
corretivos, detecção avaliação e classificação
de emergências, fluxograma de notificações
e responsabilidades gerais no PAEBM.)
PAEBM
(Apresentação geral do PAEBM, níveis de
emergência, fluxograma de notificação e
organização dos grupos especializados e
suas atribuições.)
PAEBM
(Informações gerais sobre o PAEBM, os
níveis de alerta, fluxogramas de notificação,
mapas de cenário e responsabilidades gerais
do PAEBM.)
Responsável
Ricardo Leão
Ricardo Leão
Igor Cidani
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
55/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
instrumentos. Além disso, conta ainda com saídas gráficas que auxiliam na análise do
comportamento da estrutura, além da garantia de salvaguarda e integridade dos dados.
11.8
REGISTROS DOS TREINAMENTOS DO PAEBM
Número do
Treinamento
Data
Duração
1
06/02/2015
2 horas
2
25/11/2015
1 hora e
30 min
3
15/09/2016
-
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
Conteúdo
PAEBM
(Introdução, informações gerais das
barragens, procedimentos preventivos e
corretivos, detecção avaliação e classificação
de emergências, fluxograma de notificações
e responsabilidades gerais no PAEBM.)
PAEBM
(Apresentação geral do PAEBM, níveis de
emergência, fluxograma de notificação e
organização dos grupos especializados e
suas atribuições.)
PAEBM
(Informações gerais sobre o PAEBM, os
níveis de alerta, fluxogramas de notificação,
mapas de cenário e responsabilidades gerais
do PAEBM.)
Responsável
Ricardo Leão
Ricardo Leão
Igor Cidani
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.9
Nº VALE
PÁGINA
56/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.9
Nº VALE
PÁGINA
56/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 1
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
57/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 1
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente;
redução da borda livre
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da borda livre;
2. Possibilidade de galgamento.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar o local para avaliar a causa do problema encontrado e subsidiar a tomada de
decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do
Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável, tais como:
2.1. Caso se verifique que o sistema extravasor está obstruído, providenciar sua
desobstrução;
2.2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o
rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do
reservatório);
2.3. Avaliar tecnicamente a opção de completar a borda livre com sacos de areia e proteger
o talude de jusante com lonas plásticas e/ou material similar que possa proteger a
estrutura;
2.4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para
esvaziar mais rapidamente o reservatório;
2.5. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
3. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura
de instrumentação (régua limnimétrica)
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Não se aplica
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
57/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 1
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de capacidade vertente;
redução da borda livre
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da borda livre;
2. Possibilidade de galgamento.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar o local para avaliar a causa do problema encontrado e subsidiar a tomada de
decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do
Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável, tais como:
2.1. Caso se verifique que o sistema extravasor está obstruído, providenciar sua
desobstrução;
2.2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o
rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do
reservatório);
2.3. Avaliar tecnicamente a opção de completar a borda livre com sacos de areia e proteger
o talude de jusante com lonas plásticas e/ou material similar que possa proteger a
estrutura;
2.4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para
esvaziar mais rapidamente o reservatório;
2.5. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
3. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura
de instrumentação (régua limnimétrica)
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Não se aplica
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
58/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 2
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do
material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Ocorrência de erosões no maciço;
2. Ruptura parcial dos taludes.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar cuidadosamente a área e verificar a causa da surgência e subsidiar a tomada de
decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do
Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável.
3. Confirmar se a água percolada não possui sinais de carreamento de solo;
4. Caso seja possível, medir e monitorar a quantidade de fluxo e verificar se há aumento e/ou
redução da vazão percolada;
5. Se o aumento de vazão e/ou carreamento de solo for verificado, deve-se executar
imediatamente um dreno invertido,
6. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar
bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo);
7. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
8. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de
instrumentação (piezômetros)
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS /
EQUIPAMENTOS
Materiais de construção; equipamentos de
medição de vazão; equipamentos de
terraplenagem; bombas
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
58/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 2
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou infiltração do
material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Ocorrência de erosões no maciço;
2. Ruptura parcial dos taludes.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar cuidadosamente a área e verificar a causa da surgência e subsidiar a tomada de
decisão sobre qual a metodologia utilizar para solução do problema conforme orientação do
Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável.
3. Confirmar se a água percolada não possui sinais de carreamento de solo;
4. Caso seja possível, medir e monitorar a quantidade de fluxo e verificar se há aumento e/ou
redução da vazão percolada;
5. Se o aumento de vazão e/ou carreamento de solo for verificado, deve-se executar
imediatamente um dreno invertido,
6. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar
bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo);
7. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
8. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de
instrumentação (piezômetros)
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS /
EQUIPAMENTOS
Materiais de construção; equipamentos de
medição de vazão; equipamentos de
terraplenagem; bombas
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 3
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da
segurança da estrutura (deformações e recalques).
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da resistência do maciço;
2. Diminuição do Fator de Segurança;
3. Redução da seção transversal e instabilização
do maciço;
4. Evolução para ruptura do barramento, se não
tratado adequadamente.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar cuidadosamente o local onde se observaram trincas, deformações ou recalques,
registrar a localização, comprimento, profundidade, alinhamento e outros aspectos físicos
pertinentes.
3. Avaliação pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela barragem, para identificar
a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para
solucioná-lo;
3.1. Caso se verifique a ocorrência de trincas, realizar correção da trinca de modo eficiente
utilizando técnicas de construção adequadas, conforme orientação da equipe de segurança
da barragem (selar trinca contra infiltração e escoamento superficial);
3.2. Se for constatada deformações e recalques realizar os reparos e/ou correção da geometria
utilizando técnicas de construção e materiais adequados, conforme orientação da Equipe
de Segurança;
4. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de
Instrumentação
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Materiais de construção e equipamentos de
terraplenagem
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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Nº 3
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de comprometimento da
segurança da estrutura (deformações e recalques).
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da resistência do maciço;
2. Diminuição do Fator de Segurança;
3. Redução da seção transversal e instabilização
do maciço;
4. Evolução para ruptura do barramento, se não
tratado adequadamente.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
2. Inspecionar cuidadosamente o local onde se observaram trincas, deformações ou recalques,
registrar a localização, comprimento, profundidade, alinhamento e outros aspectos físicos
pertinentes.
3. Avaliação pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela barragem, para identificar
a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a metodologia utilizar para
solucioná-lo;
3.1. Caso se verifique a ocorrência de trincas, realizar correção da trinca de modo eficiente
utilizando técnicas de construção adequadas, conforme orientação da equipe de segurança
da barragem (selar trinca contra infiltração e escoamento superficial);
3.2. Se for constatada deformações e recalques realizar os reparos e/ou correção da geometria
utilizando técnicas de construção e materiais adequados, conforme orientação da Equipe
de Segurança;
4. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura de
Instrumentação
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Materiais de construção e equipamentos de
terraplenagem
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 4
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com
potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos)
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da resistência do maciço;
2. Diminuição do Fator de Segurança;
3. Redução da seção transversal e instabilização do maciço;
4. Evolução para ruptura do barramento.
1.
2.
3.
4.
5.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
Realizar inspeção cuidadosa pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela
barragem, para identificar a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a
metodologia utilizar para solucioná-lo;
Caso se verifique a ocorrência de sulcos profundos de erosão:
3.1 Realizar reparo da erosão utilizando técnicas de construção e materiais adequados,
conforme orientação do Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável e registrar a
localização, extensão e profundidade;
3.2 Verificar as condições do sistema de drenagem superficial e, se necessário, prosseguir com
a manutenção do mesmo, de modo a garantir a eficiência deste sistema;
3.3 Recompor a proteção superficial (rip-rap, grama, etc.) do talude, para proteção contra
ocorrência de novos processos erosivos;
Caso se verifique a ocorrência de depressões (abatimentos) e escorregamentos:
4.1 Proceder a recuperação do trecho escorregado ou abatido através da recomposição do
material e de sua proteção vegetal, utilizando técnicas de construção adequadas;
4.2 Registrar a localização, extensão e o deslocamento do escorregamento;
4.3 Verificar se a instrumentação está registrando níveis dentro dos limites aceitáveis de
segurança;
Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
de instrumentação
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Materiais de construção e equipamentos de
terraplenagem
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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FICHA DE EMERGÊNCIA
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NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-1
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão, com
potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos taludes/paramentos)
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição da resistência do maciço;
2. Diminuição do Fator de Segurança;
3. Redução da seção transversal e instabilização do maciço;
4. Evolução para ruptura do barramento.
1.
2.
3.
4.
5.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-1;
Realizar inspeção cuidadosa pelo Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável pela
barragem, para identificar a causa do problema e subsidiar a tomada de decisão sobre qual a
metodologia utilizar para solucioná-lo;
Caso se verifique a ocorrência de sulcos profundos de erosão:
3.1 Realizar reparo da erosão utilizando técnicas de construção e materiais adequados,
conforme orientação do Engenheiro Geotécnico e/ou equipe responsável e registrar a
localização, extensão e profundidade;
3.2 Verificar as condições do sistema de drenagem superficial e, se necessário, prosseguir com
a manutenção do mesmo, de modo a garantir a eficiência deste sistema;
3.3 Recompor a proteção superficial (rip-rap, grama, etc.) do talude, para proteção contra
ocorrência de novos processos erosivos;
Caso se verifique a ocorrência de depressões (abatimentos) e escorregamentos:
4.1 Proceder a recuperação do trecho escorregado ou abatido através da recomposição do
material e de sua proteção vegetal, utilizando técnicas de construção adequadas;
4.2 Registrar a localização, extensão e o deslocamento do escorregamento;
4.3 Verificar se a instrumentação está registrando níveis dentro dos limites aceitáveis de
segurança;
Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência.
Inspeções periódicas / Análise visual / Leitura
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
de instrumentação
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Materiais de construção e equipamentos de
terraplenagem
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
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FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 2
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 5
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de
capacidade vertente; redução da borda livre” não foi extinta ou controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição do fator de segurança;
2. Possibilidade de galgamento.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o
rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas e/ou derivar parte da água para outro
local);
3. Em caso de borda livre nula, avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão
adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório;
4. Complementar a borda livre com sacos de areia e proteger o talude de jusante com lonas
plásticas e/ou material similar que possa proteger a estrutura;
5. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 9.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
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RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 5
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Estruturas extravasoras com problemas identificados, com redução de
capacidade vertente; redução da borda livre” não foi extinta ou controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Diminuição do fator de segurança;
2. Possibilidade de galgamento.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Se for constatada a diminuição do volume de amortecimento de cheias, providenciar o
rebaixamento do nível do reservatório (instalar bombas e/ou derivar parte da água para outro
local);
3. Em caso de borda livre nula, avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão
adicional, para esvaziar mais rapidamente o reservatório;
4. Complementar a borda livre com sacos de areia e proteger o talude de jusante com lonas
plásticas e/ou material similar que possa proteger a estrutura;
5. Monitorar as ações corretivas de modo a avaliar sua eficiência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 9.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita Sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 6
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou
infiltração do material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura”
não foi extinta ou controlada
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Erosões no maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Instabilidade parcial dos taludes;
4. Possibilidade de ruptura da barragem, caso
as ações mitigadoras adequadas não sejam
tomadas.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar
bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar
mais rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 10.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
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Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 6
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Surgência nas áreas a jusante com carreamento de material ou vazão crescente ou
infiltração do material contido, com potencial de comprometimento da segurança da estrutura”
não foi extinta ou controlada
CROQUIS TÍPICOS DA ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Erosões no maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Instabilidade parcial dos taludes;
4. Possibilidade de ruptura da barragem, caso
as ações mitigadoras adequadas não sejam
tomadas.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de realizar o rebaixamento do nível do reservatório (instalar
bombas para auxiliar no esvaziamento do mesmo);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar
mais rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura.
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 10.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
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equipamentos de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 7
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de
comprometimento da segurança da estrutura (deformações e recalques)” não foi extinta ou
controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Instabilidade parcial do maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Possibilidade de ruptura da barragem.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório
(instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura;
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 11.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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64/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 7
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Existência de trincas, abatimentos ou escorregamentos, com potencial de
comprometimento da segurança da estrutura (deformações e recalques)” não foi extinta ou
controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Instabilidade parcial do maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Possibilidade de ruptura da barragem.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório
(instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura;
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 11.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e
equipamentos de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
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Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 8
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão,
com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos
taludes/paramentos)” não foi extinta ou controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Instabilidade parcial do maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Possibilidade de ruptura da barragem.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório
(instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura;
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 12.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e equipamentos
de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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65/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 8
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-2
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Anomalia “Depressões acentuadas nos taludes, escorregamentos, sulcos profundos de erosão,
com potencial de comprometimento da segurança da estrutura (deterioração dos
taludes/paramentos)” não foi extinta ou controlada
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Instabilidade parcial do maciço;
2. Diminuição do fator de segurança;
3. Possibilidade de ruptura da barragem.
PROCEDIMENTOS DE MITIGAÇÃO / MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO
APLICÁVEL)
1. Implementar fluxo de notificação interno e externo para NE-2;
2. Avaliar a gravidade da situação;
3. Avaliar tecnicamente a opção de se providenciar o rebaixamento do nível do reservatório
(instalar bombas para auxiliar no esvaziamento do reservatório);
4. Avaliar tecnicamente a opção de implantar sistema de extravasão adicional, para esvaziar mais
rapidamente o reservatório;
5. Monitorar a ocorrência;
6. Restabelecer as condições operacionais de desempenho da estrutura;
7. Caso o problema evolua e a solução apresentada não seja eficaz deve-se passar para a
implementação do fluxo de notificação externo do Nível de Emergência 3 e para a Ficha de
Emergência nº 12.
DISPOSITIVOS DE IDENTIFICAÇÃO
Inspeções periódicas / Análise visual
DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO
Fita sinalizadora
RECURSOS MATERIAIS / EQUIPAMENTOS
Bombas, materiais de construção e equipamentos
de terraplenagem
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.11
Nº VALE
PÁGINA
66/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.11
Nº VALE
PÁGINA
66/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHAS DE EMERGÊNCIA – NÍVEL DE EMERGÊNCIA 3
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
67/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 9
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Galgamento do barramento com abertura de brecha e ruptura iminente da estrutura ou ruptura
em progresso
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes.
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem com deposição de sedimentos no leito do rio a
jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3.
4.
5.
6.
7.
Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
Remover sedimentos transportados;
Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
Remover material do leito do curso de água;
Recuperar locais atingidos.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
67/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 9
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
GALGAMENTO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Galgamento do barramento com abertura de brecha e ruptura iminente da estrutura ou ruptura
em progresso
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes.
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem com deposição de sedimentos no leito do rio a
jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3.
4.
5.
6.
7.
Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
Remover sedimentos transportados;
Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
Remover material do leito do curso de água;
Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
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68/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 10
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio
a jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
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EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
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BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
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Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 10
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
PIPING
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio
a jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
69/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 11
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou
está ocorrendo
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio
a jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
69/73
Nº TETRA TECH
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FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 11
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou
está ocorrendo
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da
barragem, com deposição de sedimentos no leito do rio
a jusante e possível alteração da calha principal dos rios
em alguns trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
70/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 12
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está
ocorrendo
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica em algumas
regiões;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem,
com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e
possível alteração da calha principal dos rios em alguns
trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
70/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
FICHA DE EMERGÊNCIA
Nº 12
NÍVEL DE EMERGÊNCIA
NE-3
MODO DE FALHA
INSTABILIZAÇÃO
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Instabilização em evolução e desenvolvimento da brecha de ruptura. A ruptura é iminente ou está
ocorrendo
CROQUIS TÍPICOS DA
ANOMALIA
POSSÍVEIS IMPACTOS ASSOCIADOS
1. Impactos em APP – Área de Preservação Permanente
nas faixas marginais ao leito dos cursos de água;
2. Possíveis problemas relacionados ao abastecimento de
água e fornecimento de energia elétrica em algumas
regiões;
3. Inundação de áreas urbanas ao longo do vale a jusante,
com danos a benfeitorias e aos moradores;
4. Interrupção do tráfego de vias de acesso importantes;
5. Assoreamento dos cursos de água a jusante da barragem,
com deposição de sedimentos no leito do rio a jusante e
possível alteração da calha principal dos rios em alguns
trechos;
6. Destruição da camada vegetal e do habitat, remoção do
solo de cobertura, deposição de rejeitos/sedimentos,
destruição de vida animal, biota aquática, e demais
prejuízos à fauna e flora características da região.
PROCEDIMENTOS DE MONITORAMENTO / REPARAÇÃO (QUANDO APLICÁVEL)
REALIZAR IMEDIATAMENTE ALERTA NA REGIÃO DE AUTOSSALVAMENTO
Implementar fluxo de notificação externo NE-3.
Iniciar ações de gestão de crise com planos específicos de resposta, tais como:
Durante a ocorrência:
1. Providenciar a construção de estruturas de contenção temporárias a jusante da barragem
para barrar a continuidade de fluxo de material;
2. Providenciar o rebaixamento do reservatório.
Após a ocorrência:
3. Executar recuperação das áreas atingidas: diagnosticar e indicar tratamentos;
4. Remover sedimentos transportados;
5. Realizar Estudo Ambiental na área impactada;
6. Remover material do leito do curso de água;
7. Recuperar locais atingidos.
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.12
Nº VALE
PÁGINA
71/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS
Versão do
Documento
para
Protocolo
Data de
Emissão
Histórico das Revisões
1
Junho/2015
Documento inicial
2
Junho/2016
Inclusão da Seção VI (Estudo de Cenários) e atualização de
contatos e fluxogramas
3
Abril/2018
Atendimento à Portaria 70.389/2017 do DNPM, revisão do Estudo
de Cenários e atualização de contatos e fluxogramas
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.12
Nº VALE
PÁGINA
71/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
CONTROLE DE REVISÕES DOS DOCUMENTOS PROTOCOLADOS
Versão do
Documento
para
Protocolo
Data de
Emissão
Histórico das Revisões
1
Junho/2015
Documento inicial
2
Junho/2016
Inclusão da Seção VI (Estudo de Cenários) e atualização de
contatos e fluxogramas
3
Abril/2018
Atendimento à Portaria 70.389/2017 do DNPM, revisão do Estudo
de Cenários e atualização de contatos e fluxogramas
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.13
MAPA DE INUNDAÇÃO
Nº VALE
PÁGINA
72/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
11.13
MAPA DE INUNDAÇÃO
Nº VALE
PÁGINA
72/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
73/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
LISTA DE MAPAS
No TETRA TECH
TÍTULO
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 1/3.
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 2/3.
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 3/3.
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo A
Área de Mineração – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo B
Socorro – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo C
Socorro – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo D
Socorro – Barão de Cocais/MG
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE
EMERGÊNCIA PARA BARRAGENS
DE MINERAÇÃO
COMPLEXO MARIANA-BRUCUTU – MINA GONGO SOCO
PAEBM - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA
BARRAGENS DE MINERAÇÃO
BARRAGEM SUL SUPERIOR
Nº VALE
PÁGINA
73/73
Nº TETRA TECH
RL-TTC-C05556-02-SULS
LISTA DE MAPAS
No TETRA TECH
TÍTULO
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 1/3.
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 2/3.
Complexo Mariana-Brucutu – Mina Gongo Soco – Barragem Sul
Superior
Estudo de Canários (Dam Break)
DE-TTC-C05556-01-SULS
Mapa de envoltória máxima de inundação
Ruptura Dia Chuvoso (Rainy Day)
Folha 3/3.
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo A
Área de Mineração – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo B
Socorro – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo C
Socorro – Barão de Cocais/MG
DE-TTC-C05556-01-SULS
Rotas de Fuga em Caso de Emergência – Anexo D
Socorro – Barão de Cocais/MG