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Presidentes brasileiros já recorreram ao nacionalismo para perpetuar crimes, desde o tráfico de escravizados a torturas e mortes na ditadura.
Se os procuradores da Lava Jato levassem o argumento a sério, deveriam ter poupado construtoras e petroleiras, cuja queda atingiu 20% do PIB.
Muitos fatores atrapalharam a ascensão do Nordeste na economia e reforçaram preconceitos regionais contra nordestinos. Bolsonaro quer aumentar esse fosso.
Os registros de jornal do século 19 revelam uma rotina de maus-tratos, humilhações e fugas em massa de escravizados – uma parte da nossa história que a elite tenta apagar.
O Brasil não pode mais gastar mal ou mirar no ajuste fiscal a qualquer preço. Mas a única aposta da equipe econômica atual é a reforma da previdência.